Brasil terá mais um recorde na produção de açúcar e álcool
02/09/2009
A indústria sucroalcooleira vai esmagar neste ano uma quantidade recorde de cana-de-açúcar. De acordo com o segundo levantamento nacional da safra, divulgado nesta quarta-feira (2), pela Conab, a colheita total será de 629,02 milhões de toneladas, 10% a mais que em 2008. O crescimento é resultado da melhor distribuição de chuvas nas regiões produtoras e da ampliação da área plantada, que atingirá 7,74 milhões de hectares.
Com a manutenção do índice de produtividade, de cerca de 81 toneladas por hectare, uma das novidades é o aumento da destinação da matéria-prima para a fabricação de açúcar, ou seja, cerca de 45% da colheita total, quase 2% a mais que no ano passado. Com isso, 280,46 milhões t de cana serão transformadas em 734,5 milhões de sacas de 50 quilos cada, contra 632,4 milhões de sacas do período anterior.
O restante da colheita (55%), ou 348,56 milhões t, vai para a produção de álcool, o que deve gerar 9,13 bilhões de litros de combustível do tipo anidro (misturado à gasolina) e 18,68 bilhões de litros do hidratado (vendido nas bombas). Isso significa, respectivamente, uma redução de 9,30% e um aumento de 12,41%. No total, serão 27,80 bilhões de litros, ou 4,22% a mais que os 26,68 bilhões de litros da temporada passada.
“A maior parte das usinas brasileiras são do tipo mista, capazes de produzir tanto álcool quanto açúcar, o que permite ao setor optar pela produção de um ou de outro”, explica o superintendente de Informações do Agronegócio da Conab, Airton Camargo. Segundo ele, o bom preço no mercado internacional tem levado as indústrias a decidirem pela fabricação do alimento.
Regiões – Outra peculiaridade desta safra em relação à anterior é o aumento da produção fora da região Sudeste, onde está concentrada a maior parte da cultura. No Centro-Oeste o crescimento será de 33% (atingindo 88,44 milhões t) e, no Sul, de 21,30% (totalizando 53,77 milhões t). Também no Norte, a colheita crescerá 5,90%, chegando a 1,55 milhão t. Apesar desta evolução, o Sudeste continua na liderança. De cada 10 toneladas de cana colhidas no país, cerca de 7 sairão desta região, sendo 6 só do estado de São Paulo. A safra paulista será de 423,35 milhões t, um crescimento de 7,20%.
O Nordeste é a única região contrária a essa tendência, com produção 3,90% menor, o que deverá resultar em 61,90 milhões t. Para realizar a pesquisa, a Conab enviou a campo 50 técnicos. Eles entrevistaram, entre os dias 2 e 15 de agosto, representantes de 389 usinas de todos os estados. (Willians Fausto/Conab)
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Estudo aponta efeitos da crise no mercado sucroalcooleiro
“O setor sucroalcooleiro está atravessando uma crise econômica de grande intensidade e, certamente, a mais persistente e duradoura desde o final do processo de liberalização desse setor, no fim dos anos 90”. A análise consta do estudo inédito lançado nesta quarta-feira (2) pelo técnico da Conab, Ângelo Bressan Filho.
O trabalho é resultado de uma extensa análise no funcionamento da cadeia alcooleira nas últimas cinco safras, mostrando os problemas econômicos e financeiros enfrentados pelo setor. É o caso, por exemplo, da necessidade de grandes volumes de capital de giro para estocar o etanol no período de entressafra, dos baixos preços de sua venda nas duas últimas safras e das margens de comercialização inadequadas do produto hidratado.
Outra questão são os caminhos para superar a atual situação e a necessidade de uma nova organização para consolidar a saúde financeira e o crescimento sustentável do setor no futuro. "Com o advento do veículo flex-fuel, o verdadeiro competidor do etanol hidratado passou a ser a gasolina, e não é mais a destilaria da circunvizinhança, como no passado. Logo, reorganizar o modelo de comercialização para evitar preços muito baixos e enfrentar seu concorrente é uma necessidade urgente", enfatiza Bressan.
A principal sugestão do autor para superar a crise está na mudança “da postura passiva dos produtores” e na aproximação com os consumidores de modo a conquistar sua fidelidade. (Raimundo Estevam/Conab)
www.conab.gov.br
O trabalho é resultado de uma extensa análise no funcionamento da cadeia alcooleira nas últimas cinco safras, mostrando os problemas econômicos e financeiros enfrentados pelo setor. É o caso, por exemplo, da necessidade de grandes volumes de capital de giro para estocar o etanol no período de entressafra, dos baixos preços de sua venda nas duas últimas safras e das margens de comercialização inadequadas do produto hidratado.
Outra questão são os caminhos para superar a atual situação e a necessidade de uma nova organização para consolidar a saúde financeira e o crescimento sustentável do setor no futuro. "Com o advento do veículo flex-fuel, o verdadeiro competidor do etanol hidratado passou a ser a gasolina, e não é mais a destilaria da circunvizinhança, como no passado. Logo, reorganizar o modelo de comercialização para evitar preços muito baixos e enfrentar seu concorrente é uma necessidade urgente", enfatiza Bressan.
A principal sugestão do autor para superar a crise está na mudança “da postura passiva dos produtores” e na aproximação com os consumidores de modo a conquistar sua fidelidade. (Raimundo Estevam/Conab)
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DREYFUS BUSCA MAIS R$ 400 MILHÕES PARA FICAR COM A SANTAELISA VALE
Sexta-Feira, 04 de Setembro de 2009. O ESTADO DE S.PAULO
Dreyfus busca mais R$ 400 milhões para ficar com a Santelisa Vale
O BNDES, que já é sócio da Santelisa com uma participação de 6,4%, decidiu não fazer novo aporte de recursos
O acordo entre o grupo sucroalcooleiro Santelisa Vale e o grupo francês Louis Dreyfus Commodities deve ser concretizado ainda este mês, com a convocação de uma assembleia geral para referendar a reestruturação do grupo, que está sendo coordenada pela gestora de recursos Angra Partners - a mesma que cuidou do acordo Oi-BrT.
De acordo com fontes ligadas à negociação, a Louis Dreyfus deverá buscar um aumento de capital no mercado para finalizar a incorporação da Santelisa. A capitalização terá de levantar cerca de R$ 400 milhões, montante que seria inicialmente colocado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), por meio do BNDESPar.
Como o BNDES, que já é sócio da Santelisa com uma participação de 6,4%, não fará novo aporte de recursos, a LDC terá de buscar o dinheiro no mercado, ou atrair um novo investidor. Em último caso, se a capitalização não for bem sucedida, o próprio grupo francês poderá aportar este montante. A ideia é que a integralização desse capital seja feita logo depois da assinatura do acordo, prevista para o fim deste mês. Segundo fonte ligada a um banco envolvido na negociação, a estrutura do projeto financeiro está praticamente pronta.
Depois da reestruturação, a participação acionária seguirá a seguinte distribuição: Dreyfus, com um montante entre 72% e 62%, dependendo do resultado da capitalização; acionistas atuais (as famílias Biagi e Junqueira Franco; o banco norte-americano Goldman Sachs, e o BNDES), 15%; bancos credores (Bradesco, Itaú, Santander e Votorantim concentram dois terços da dívida), com 13%. Caso a capitalização atraia um novo investidor, este ficaria com 10% e a Dreyfus, com 62%.
ENDIVIDAMENTO
A dívida da Santelisa, que já havia chegado a R$ 3 bilhões, caiu para R$ 2,6 bilhões. O acordo com os maiores credores bancários já foi acertado. Estes bancos - Bradesco, Itaú, Santander e Votorantim - concordaram em transformar a dívida em ações para mais adiante o grupo preparar uma oferta inicial de ações no mercado, com a abertura do capital. Mas a negociação para o alongamento de um terço da dívida da Santelisa continua. São cerca de R$ 600 milhões divididos por 15 bancos, e um acordo ainda não foi concluído. O memorando com os quatro principais bancos foi assinado em janeiro, para converter em ações um crédito de R$ 550 milhões, com alongamento da parcela restante por 15 anos.
A Santelisa, hoje o segundo maior grupo sucroalcooleiro do País, manterá a mesma posição de mercado depois da incorporação, mas reduzirá bastante a diferença em relação à primeiro colocada no mercado, a Cosan, que tem expectativa de moer 50 milhões de toneladas de cana este ano.
Com a entrada da Dreyfus, a expectativa é de que a produção do grupo Santelisa Vale passe das 16 milhões de toneladas estimadas para este ano para 35 milhões de toneladas, podendo chegar a 40 milhões de toneladas em 2010.
Dreyfus busca mais R$ 400 milhões para ficar com a Santelisa Vale
O BNDES, que já é sócio da Santelisa com uma participação de 6,4%, decidiu não fazer novo aporte de recursos
O acordo entre o grupo sucroalcooleiro Santelisa Vale e o grupo francês Louis Dreyfus Commodities deve ser concretizado ainda este mês, com a convocação de uma assembleia geral para referendar a reestruturação do grupo, que está sendo coordenada pela gestora de recursos Angra Partners - a mesma que cuidou do acordo Oi-BrT.
De acordo com fontes ligadas à negociação, a Louis Dreyfus deverá buscar um aumento de capital no mercado para finalizar a incorporação da Santelisa. A capitalização terá de levantar cerca de R$ 400 milhões, montante que seria inicialmente colocado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), por meio do BNDESPar.
Como o BNDES, que já é sócio da Santelisa com uma participação de 6,4%, não fará novo aporte de recursos, a LDC terá de buscar o dinheiro no mercado, ou atrair um novo investidor. Em último caso, se a capitalização não for bem sucedida, o próprio grupo francês poderá aportar este montante. A ideia é que a integralização desse capital seja feita logo depois da assinatura do acordo, prevista para o fim deste mês. Segundo fonte ligada a um banco envolvido na negociação, a estrutura do projeto financeiro está praticamente pronta.
Depois da reestruturação, a participação acionária seguirá a seguinte distribuição: Dreyfus, com um montante entre 72% e 62%, dependendo do resultado da capitalização; acionistas atuais (as famílias Biagi e Junqueira Franco; o banco norte-americano Goldman Sachs, e o BNDES), 15%; bancos credores (Bradesco, Itaú, Santander e Votorantim concentram dois terços da dívida), com 13%. Caso a capitalização atraia um novo investidor, este ficaria com 10% e a Dreyfus, com 62%.
ENDIVIDAMENTO
A dívida da Santelisa, que já havia chegado a R$ 3 bilhões, caiu para R$ 2,6 bilhões. O acordo com os maiores credores bancários já foi acertado. Estes bancos - Bradesco, Itaú, Santander e Votorantim - concordaram em transformar a dívida em ações para mais adiante o grupo preparar uma oferta inicial de ações no mercado, com a abertura do capital. Mas a negociação para o alongamento de um terço da dívida da Santelisa continua. São cerca de R$ 600 milhões divididos por 15 bancos, e um acordo ainda não foi concluído. O memorando com os quatro principais bancos foi assinado em janeiro, para converter em ações um crédito de R$ 550 milhões, com alongamento da parcela restante por 15 anos.
A Santelisa, hoje o segundo maior grupo sucroalcooleiro do País, manterá a mesma posição de mercado depois da incorporação, mas reduzirá bastante a diferença em relação à primeiro colocada no mercado, a Cosan, que tem expectativa de moer 50 milhões de toneladas de cana este ano.
Com a entrada da Dreyfus, a expectativa é de que a produção do grupo Santelisa Vale passe das 16 milhões de toneladas estimadas para este ano para 35 milhões de toneladas, podendo chegar a 40 milhões de toneladas em 2010.
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
O QUE É BIODISEL
O Biodiesel é um combustível substituto para o óleo diesel de petróleo. Ele é produzido a partir de fontes renováveis tais como óleos vegetais, gorduras animais e ainda óleos residuais de fritura. Quimicamente, o biodiesel é definido como ésteres monoalquílicos de ácidos carboxílicos de cadeia longa derivados de fontes lipídicas renováveis.
O Biodiesel é produzido através da reação química de um óleo vegetal ou gordura animal com metanol ou etanol (álcool de cana) na presença de um catalisador. Este processo é conhecido como transesterificação, sendo que a catálise pode ser alcalina, ácida ou enzimática. Desse processo também se extrai a glicerina, empregada para fabricação de sabonetes e diversos outros cosméticos.
Há dezenas de espécies vegetais no Brasil das quais se podem produzir o biodiesel, tais como mamona, dendê (palma), girassol, babaçu, amendoim, pinhão manso e soja, dentre outras.
O Biodiesel pode ser usado em motores ciclo diesel automotivo (caminhões, tratores, caminhonetes, automóveis, etc.) ou estacionários (geradores de eletricidade, calor, etc.), na sua forma pura ou misturada com diesel de petróleo, em diversas proporções, não sendo necessária nenhuma modificação nos motores.
Com as opções abaixo indicadas é possível movimentar motores a diesel. Porém, com algumas desvantagens que variam conforme a opção empregada, e que passam pela perda de potência, torque, incremento no consumo, problemas de corrosão e conseqüente diminuição da durabilidade dos motores, entre outras conseqüências muitas vezes desfavoráveis ou ainda não determinadas.
Portanto, é importante deixar claro que:
-Óleos vegetais in natura (óleos brutos): Não são nem podem ser considerados como Biodiesel!
-Produtos de Craqueamento Térmico ou Termo-catalítico (usualmente misturas de hidrocarbonetos, aldeídos, ácidos carboxílicos, etc): Não são considerados como Biodiesel!
-Misturas de álcool anidro ou hidratado com Diesel de petróleo (na presença ou ausência de aditivos, mesmo que de origem vegetal): Não são consideradas como Biodiesel!
-Misturas de óleos vegetais in natura com Diesel de petróleo:Não são consideradas como Biodiesel!
Lembre-se!!
Por convenção Internacional, Biodiesel é definido como os ésteres metílicos ou etílicos de ácidos graxos de cadeias longas que podem ser usados como combustível substituto para o petrodiesel, sendo produzidos pela reação de transesterificação de triglicerídeos (óleos vegetais ou gorduras animais) com um álcool como o metanol ou etanol (álcool de cana).
O Biodiesel é produzido através da reação química de um óleo vegetal ou gordura animal com metanol ou etanol (álcool de cana) na presença de um catalisador. Este processo é conhecido como transesterificação, sendo que a catálise pode ser alcalina, ácida ou enzimática. Desse processo também se extrai a glicerina, empregada para fabricação de sabonetes e diversos outros cosméticos.
Há dezenas de espécies vegetais no Brasil das quais se podem produzir o biodiesel, tais como mamona, dendê (palma), girassol, babaçu, amendoim, pinhão manso e soja, dentre outras.
O Biodiesel pode ser usado em motores ciclo diesel automotivo (caminhões, tratores, caminhonetes, automóveis, etc.) ou estacionários (geradores de eletricidade, calor, etc.), na sua forma pura ou misturada com diesel de petróleo, em diversas proporções, não sendo necessária nenhuma modificação nos motores.
Com as opções abaixo indicadas é possível movimentar motores a diesel. Porém, com algumas desvantagens que variam conforme a opção empregada, e que passam pela perda de potência, torque, incremento no consumo, problemas de corrosão e conseqüente diminuição da durabilidade dos motores, entre outras conseqüências muitas vezes desfavoráveis ou ainda não determinadas.
Portanto, é importante deixar claro que:
-Óleos vegetais in natura (óleos brutos): Não são nem podem ser considerados como Biodiesel!
-Produtos de Craqueamento Térmico ou Termo-catalítico (usualmente misturas de hidrocarbonetos, aldeídos, ácidos carboxílicos, etc): Não são considerados como Biodiesel!
-Misturas de álcool anidro ou hidratado com Diesel de petróleo (na presença ou ausência de aditivos, mesmo que de origem vegetal): Não são consideradas como Biodiesel!
-Misturas de óleos vegetais in natura com Diesel de petróleo:Não são consideradas como Biodiesel!
Lembre-se!!
Por convenção Internacional, Biodiesel é definido como os ésteres metílicos ou etílicos de ácidos graxos de cadeias longas que podem ser usados como combustível substituto para o petrodiesel, sendo produzidos pela reação de transesterificação de triglicerídeos (óleos vegetais ou gorduras animais) com um álcool como o metanol ou etanol (álcool de cana).
TÉCNICA ACELERA E BARATEIA PRODUÇÃO DE BIODIESEL
Técnica acelera e barateia produção de biodiesel
Por Nilbberth Silva - nilbberth.silva@usp.br
Publicado em 13/agosto/2009 | Editoria : Tecnologia | Imprimir |
Técnica transforma óleos vegetais em biodiesel Pesquisadores da USP desenvolveram uma técnica para transformar em biodiesel óleos vegetais já danificados pelo processo de fritura e a borra de soja, um resíduo da indústria de óleo alimentício. A técnica reduz o tempo da reação química de 24 horas para 30 minutos e barateia o processo. O segredo foi usar um catalisador diferente na reação, feito com os metais Cobre e Vanádio.
Para produzir biodiesel é necessário que haja a reação do óleo vegetal puro com álcool. “Mas a reação só acontece se houver um catalisador no recipiente. Essa substância é o cupido que junta o óleo com álcool e transforma-o em biodiesel e glicerina”, compara Miguel Dabdoub, químico e professor da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) em cujo laboratório a técnica foi desenvolvida. “Depois da reação, é possível recuperar o catalisador”
Contudo, o catalisador utilizado comumente no Brasil é a soda cáustica, que não funciona muito bem para transformar óleos de fritura, óleos não-refinados em biodiesel. Esses tipos de óleo contém diferentes percentuais de ácidos graxos, que reagem com a soda e viram sabão. A outra porcentagem vira biodiesel. A borra de soja é o ácido graxo extraído de óleos vegetais e por isso também não pode ser trasformada em biodiesel. A reação comum demora um dia inteiro para acontecer.
“Sabão não se utiliza em ônibus e caminhões”, destaca Dabdoub.”Imagine uma fábrica média, que produza cerca de 100 milhões de litros de biodiesel por ano, com óleo residual de cozinha com 7% de ácidos graxos. Há uma perda de cerca de 7 milhões de litros, que viram sabão. Como o governo paga cerca de R$ 2,30 por litro de biodiesel atualmente, essa empresa teria R$ 16 milhões jogados fora todo ano. Esse dinheiro é suficiente para pagar a mudança de tecnologia”.
Os pesquisadores do Laboratório de Tecnologias Limpas (LADETEL), chefiados por Dabdoub, passaram dois anos tentando descobrir uma maneira de tornar esse processo mais barato, eficiente e rápido. Eles fizeram dezenas de reações no laboratório para descobrir os catalisadores, pressão, temperatura, proporções dos reagentes e concentração de álcool ideais para que a reação acontecesse.
A conclusão veio no início de 2008: a melhor maneira de produzir biodiesel a partir de óleo jogado fora é com um catalisador feito com os metais Vanádio e Cobre. “Ele não se dissolve no óleo e por isso pode ser recuperado facilmente no final da reação”, explica Márcia Rampim, uma das pesquisadoras envolvidas no projeto . A nova reação também é muito eficiente. “Com 1 litro de óleo de cozinha, produzimos 1 litro de biodiesel e 100 ml de glicerina”.
Limpo e barato
“No Brasil consome-se cerca de 19 litros per capita de óleo por ano, segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Óleo Vegetal (ABIOVE)”, calcula Dabdoub.“Se considerarmos que 12 litros desse óleo não sejam absorvidos pelos alimentos, que é uma estimativa muito conservadora, são cerca de 7 litros de óleo por pessoa sendo jogados pela pia, indo pelo esgoto, impermeabilizando leitos de rios e contaminando lençóis freáticos e fontes de água, todo ano. Esse óleo e os resíduos da indústria de soja poderiam ser coletados e transformados em biodiesel. Muitas indústrias de alto porte poderiam ser movimentadas no Brasil somente com base no óleo residual. Diminuiríamos o uso de combustíveis derivados de petróleo e carvão mineral, que causam o efeito estufa”.
Também ficaria mais barato produzir biodiesel, por que as industrias economizariam na matéria-prima. “Em vez de pagar cerca de R$ 2.080 por tonelada de óleo vegetal refinado, que é o preço dado pelas comercializadoras, poderei pagar cerca de R$ 550,00 por tonelada de óleo residual, que é o custo da coleta”, garante o professor. “E as indústrias ainda poderiam economizar com os custos de remoção da borra de soja. Em 2007, segundo a ABIOVE, a indústria produziu 300 milhões de litros de borra de soja. Uma parte mínima é aproveitada.”
Mais informações: (16) 3602-3734/4375, email márcia@biodieselbrasil.com.br, site http://www.biodieselbrasil.com.br/ladetel.asp
Por Nilbberth Silva - nilbberth.silva@usp.br
Publicado em 13/agosto/2009 | Editoria : Tecnologia | Imprimir |
Técnica transforma óleos vegetais em biodiesel Pesquisadores da USP desenvolveram uma técnica para transformar em biodiesel óleos vegetais já danificados pelo processo de fritura e a borra de soja, um resíduo da indústria de óleo alimentício. A técnica reduz o tempo da reação química de 24 horas para 30 minutos e barateia o processo. O segredo foi usar um catalisador diferente na reação, feito com os metais Cobre e Vanádio.
Para produzir biodiesel é necessário que haja a reação do óleo vegetal puro com álcool. “Mas a reação só acontece se houver um catalisador no recipiente. Essa substância é o cupido que junta o óleo com álcool e transforma-o em biodiesel e glicerina”, compara Miguel Dabdoub, químico e professor da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) em cujo laboratório a técnica foi desenvolvida. “Depois da reação, é possível recuperar o catalisador”
Contudo, o catalisador utilizado comumente no Brasil é a soda cáustica, que não funciona muito bem para transformar óleos de fritura, óleos não-refinados em biodiesel. Esses tipos de óleo contém diferentes percentuais de ácidos graxos, que reagem com a soda e viram sabão. A outra porcentagem vira biodiesel. A borra de soja é o ácido graxo extraído de óleos vegetais e por isso também não pode ser trasformada em biodiesel. A reação comum demora um dia inteiro para acontecer.
“Sabão não se utiliza em ônibus e caminhões”, destaca Dabdoub.”Imagine uma fábrica média, que produza cerca de 100 milhões de litros de biodiesel por ano, com óleo residual de cozinha com 7% de ácidos graxos. Há uma perda de cerca de 7 milhões de litros, que viram sabão. Como o governo paga cerca de R$ 2,30 por litro de biodiesel atualmente, essa empresa teria R$ 16 milhões jogados fora todo ano. Esse dinheiro é suficiente para pagar a mudança de tecnologia”.
Os pesquisadores do Laboratório de Tecnologias Limpas (LADETEL), chefiados por Dabdoub, passaram dois anos tentando descobrir uma maneira de tornar esse processo mais barato, eficiente e rápido. Eles fizeram dezenas de reações no laboratório para descobrir os catalisadores, pressão, temperatura, proporções dos reagentes e concentração de álcool ideais para que a reação acontecesse.
A conclusão veio no início de 2008: a melhor maneira de produzir biodiesel a partir de óleo jogado fora é com um catalisador feito com os metais Vanádio e Cobre. “Ele não se dissolve no óleo e por isso pode ser recuperado facilmente no final da reação”, explica Márcia Rampim, uma das pesquisadoras envolvidas no projeto . A nova reação também é muito eficiente. “Com 1 litro de óleo de cozinha, produzimos 1 litro de biodiesel e 100 ml de glicerina”.
Limpo e barato
“No Brasil consome-se cerca de 19 litros per capita de óleo por ano, segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Óleo Vegetal (ABIOVE)”, calcula Dabdoub.“Se considerarmos que 12 litros desse óleo não sejam absorvidos pelos alimentos, que é uma estimativa muito conservadora, são cerca de 7 litros de óleo por pessoa sendo jogados pela pia, indo pelo esgoto, impermeabilizando leitos de rios e contaminando lençóis freáticos e fontes de água, todo ano. Esse óleo e os resíduos da indústria de soja poderiam ser coletados e transformados em biodiesel. Muitas indústrias de alto porte poderiam ser movimentadas no Brasil somente com base no óleo residual. Diminuiríamos o uso de combustíveis derivados de petróleo e carvão mineral, que causam o efeito estufa”.
Também ficaria mais barato produzir biodiesel, por que as industrias economizariam na matéria-prima. “Em vez de pagar cerca de R$ 2.080 por tonelada de óleo vegetal refinado, que é o preço dado pelas comercializadoras, poderei pagar cerca de R$ 550,00 por tonelada de óleo residual, que é o custo da coleta”, garante o professor. “E as indústrias ainda poderiam economizar com os custos de remoção da borra de soja. Em 2007, segundo a ABIOVE, a indústria produziu 300 milhões de litros de borra de soja. Uma parte mínima é aproveitada.”
Mais informações: (16) 3602-3734/4375, email márcia@biodieselbrasil.com.br, site http://www.biodieselbrasil.com.br/ladetel.asp
sexta-feira, 17 de julho de 2009
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______________________________________
CANA*
São Paulo - Junho/2009
Vl.ATR Consecana¹ 0,2828
Preço Cana Campo² R$30,88
Preço Cana Esteira² R$34,49
* Preço sugerido p/ parceria
¹ R$/kg de ATR acumulado
² R$/ton
______________________________________
AÇÚCAR
Preço Diário*
(CEPEA/ESALQ/USP)
Açúcar R$/ Preço
Cristal 50kg 41,37
Ref. Amorfo kg 1,13
Cristal Emp. 5kg 5,01
LIFFE (US$/t) CSCE (US$¢/lp)
Dez/09 483,40
Mar/10 19,05
Out/09 471,00 Jan/10 18,80
Ago/09 449,90 Ago/09 17,77
Açúcar Cristal Especial
São Paulo (BM&F)
Vencimento US$/sc50kg Data
Jul/09 19,11 07/07
______________________________________
ÁLCOOL
Preço Médio Semanal à vista
(CEPEA/ESALQ/USP)
Álcool R$/litro Data
Anidro 0,8237 06/07 - 10/07
Hid. Comb. 0,7283 06/07 - 10/07
Hid.Out.Fins 0,7178 06/07 - 10/07
São Paulo (BM&F)
Vencimento US$/m3 Data
- -
-
______________________________________
abertura
fechamento
variação
dólar
1,97
1,97
0.10
bolsa
48872
51296
5%
______________________________________
.: Revista Canavieiros :.
Ed. Junho nº 37
Anuncie na Revista Canavieiros
comercial@revistacanavieiros.com.br
PR RS SP GO MT MS MG
Algodão 38.69 - - 39.16 36.28 37.70 37.97
Arroz 34.40 26.91 34.83 - 30.57 - -
Bovino 76.05 2.64 81.86 72.21 66.68 75.00 72.32
Café 3.43 - 245.94 - - - 242.50
Milho 15.87 17.48 18.90 16.49 10.98 15.31 17.74
Soja 44.00 44.11 47.25 43.13 39.03 44.48 44.03
Trigo 27.64 23.38 30.30 560.00 - 475.00 560.00
Trigo/RS Preço 1Ton Trigo/MS Ton Bovino/RS Kg vivo
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Preço Cana Esteira² R$34,49
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¹ R$/kg de ATR acumulado
² R$/ton
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AÇÚCAR
Preço Diário*
(CEPEA/ESALQ/USP)
Açúcar R$/ Preço
Cristal 50kg 41,37
Ref. Amorfo kg 1,13
Cristal Emp. 5kg 5,01
LIFFE (US$/t) CSCE (US$¢/lp)
Dez/09 483,40
Mar/10 19,05
Out/09 471,00 Jan/10 18,80
Ago/09 449,90 Ago/09 17,77
Açúcar Cristal Especial
São Paulo (BM&F)
Vencimento US$/sc50kg Data
Jul/09 19,11 07/07
______________________________________
ÁLCOOL
Preço Médio Semanal à vista
(CEPEA/ESALQ/USP)
Álcool R$/litro Data
Anidro 0,8237 06/07 - 10/07
Hid. Comb. 0,7283 06/07 - 10/07
Hid.Out.Fins 0,7178 06/07 - 10/07
São Paulo (BM&F)
Vencimento US$/m3 Data
- -
-
______________________________________
abertura
fechamento
variação
dólar
1,97
1,97
0.10
bolsa
48872
51296
5%
______________________________________
.: Revista Canavieiros :.
Ed. Junho nº 37
Anuncie na Revista Canavieiros
comercial@revistacanavieiros.com.br
PR RS SP GO MT MS MG
Algodão 38.69 - - 39.16 36.28 37.70 37.97
Arroz 34.40 26.91 34.83 - 30.57 - -
Bovino 76.05 2.64 81.86 72.21 66.68 75.00 72.32
Café 3.43 - 245.94 - - - 242.50
Milho 15.87 17.48 18.90 16.49 10.98 15.31 17.74
Soja 44.00 44.11 47.25 43.13 39.03 44.48 44.03
Trigo 27.64 23.38 30.30 560.00 - 475.00 560.00
Trigo/RS Preço 1Ton Trigo/MS Ton Bovino/RS Kg vivo
terça-feira, 23 de junho de 2009
Noticias
.: Últimas Notícias :.
» No país, safra aponta evolução do açúcar
» Recurso por produtor sobe até 54%
» Próxima safra terá novo modelo de financiamento
» Novo programa destina R$ 2 bilhões para fortalecer cooperativas
» Médio produtor terá R$ 5 bilhões para financiar a lavoura
» Agricultura apoia pesquisa com planta nativa para biodiesel
» Energia renovável pode ser produzida por agricultores familiares
» Produtor rural será remunerado por conservar água
» Shell vai investir em etanol de cana e de celulose
» Grupo avalia incentivo para usinas
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CANA*
São Paulo - Maio/2009
Vl.ATR Consecana¹ 0,2884
Preço Cana Campo² R$31,49
Preço Cana Esteira² R$35,18
* Preço sugerido p/ parceria
¹ R$/kg de ATR acumulado
² R$/ton
______________________________________
AÇÚCAR
Preço Diário*
(CEPEA/ESALQ/USP)
Açúcar R$/ Preço
Cristal 50kg 40,81
Ref. Amorfo kg 1,12
Cristal Emp. 5kg 5,04
LIFFE (US$/t) CSCE (US$¢/lp)
Dez/09 442,90
Jan/09 16,70
Dez/09 434,60 Out/09 16,24
Ago/09 422,90 Jul/09 15,07
Açúcar Cristal Especial
São Paulo (BM&F)
Vencimento US$/sc50kg Data
Jul/09 18,32 22/06
______________________________________
ÁLCOOL
Preço Médio Semanal à vista
(CEPEA/ESALQ/USP)
Álcool R$/litro Data
Anidro 0,6818 08/06 - 12/06
Hid. Comb. 0,5909 08/06 - 12/06
Hid.Out.Fins 0,6139 08/06 - 12/06
São Paulo (BM&F)
Vencimento US$/m3 Data
- -
-
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abertura
fechamento
variação
dólar
1,97
2,02
2.62%
bolsa
51373
49494
-4%
______________________________________
PR RS SP GO MT MS MG
Algodão 38.69 - - 38.38 36.48 38.03 39.02
Arroz 34.79 25.42 35.00 - 30.12 - -
Bovino 74.66 2.50 80.71 72.92 67.04 73.44 72.05
Café 3.48 - - - - - 243.25
Milho 17.63 18.34 19.13 17.02 12.33 17.00 18.23
Soja 45.33 45.54 47.88 43.22 40.64 45.81 46.13
Trigo 27.62 24.21 30.00 560.00 - 458.75 560.00
Trigo/RS Preço 1Ton Trigo/MS Ton Bovino/RS Kg vivo
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* Preço sugerido p/ parceria
¹ R$/kg de ATR acumulado
² R$/ton
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Preço Diário*
(CEPEA/ESALQ/USP)
Açúcar R$/ Preço
Cristal 50kg 40,81
Ref. Amorfo kg 1,12
Cristal Emp. 5kg 5,04
LIFFE (US$/t) CSCE (US$¢/lp)
Dez/09 442,90
Jan/09 16,70
Dez/09 434,60 Out/09 16,24
Ago/09 422,90 Jul/09 15,07
Açúcar Cristal Especial
São Paulo (BM&F)
Vencimento US$/sc50kg Data
Jul/09 18,32 22/06
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ÁLCOOL
Preço Médio Semanal à vista
(CEPEA/ESALQ/USP)
Álcool R$/litro Data
Anidro 0,6818 08/06 - 12/06
Hid. Comb. 0,5909 08/06 - 12/06
Hid.Out.Fins 0,6139 08/06 - 12/06
São Paulo (BM&F)
Vencimento US$/m3 Data
- -
-
______________________________________
abertura
fechamento
variação
dólar
1,97
2,02
2.62%
bolsa
51373
49494
-4%
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PR RS SP GO MT MS MG
Algodão 38.69 - - 38.38 36.48 38.03 39.02
Arroz 34.79 25.42 35.00 - 30.12 - -
Bovino 74.66 2.50 80.71 72.92 67.04 73.44 72.05
Café 3.48 - - - - - 243.25
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Soja 45.33 45.54 47.88 43.22 40.64 45.81 46.13
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Trigo/RS Preço 1Ton Trigo/MS Ton Bovino/RS Kg vivo
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» Cascas de banana são usadas para fazer etanol
» Agropecuária terá R$ 107,5 bilhões
» Açúcar: nova guinada nos preços
» Exportação de açúcar sobe 595% na região de Ribeirão Preto em 2009
» Deserto do Saara pode virar fonte de energia
» Subsidio ao Seguro Rural será de R$ 182 milhões
» Preços agrícolas sobem 2,65% na segunda quadrissemana de junho
» Processadora de soja inicia reestruturação com apoio de investidores
» Usinas tentam tirar 500 anos de atraso
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Preço Cana Campo² R$31,49
Preço Cana Esteira² R$35,18
* Preço sugerido p/ parceria
¹ R$/kg de ATR acumulado
² R$/ton
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AÇÚCAR
Preço Diário*
(CEPEA/ESALQ/USP)
Açúcar R$/ Preço
Cristal 50kg 41,01
Ref. Amorfo kg 1,12
Cristal Emp. 5kg 5,06
LIFFE (US$/t) CSCE (US$¢/lp)
Ago/09 428,10
Jul/09 14,86
Out/09 438,30 Out/09 15,90
Dez/09 445,30 Jan/09 16,51
Açúcar Cristal Especial
São Paulo (BM&F)
Vencimento US$/sc50kg Data
Jul/09 18,50 15/06
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ÁLCOOL
Preço Médio Semanal à vista
(CEPEA/ESALQ/USP)
Álcool R$/litro Data
Anidro 0,6818 08/06 - 12/06
Hid. Comb. 0,5909 08/06 - 12/06
Hid.Out.Fins 0,6139 08/06 - 12/06
São Paulo (BM&F)
Vencimento US$/m3 Data
- -
-
______________________________________
abertura
fechamento
variação
dólar
1,97
1,97
0,10%
bolsa
50871
51373
1%
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PR RS SP GO MT MS MG
Algodão - - - 38.73 36.48 38.03 39.02
Arroz 34.79 25.47 35.00 - 30.83 - -
Bovino 74.32 2.50 80.71 72.92 67.04 73.44 72.05
Café 3.54 - - - - - 244.50
Milho 17.62 18.06 19.13 17.05 12.33 17.00 18.23
Soja 46.49 46.33 47.93 43.47 41.04 46.48 46.38
Trigo 27.53 24.29 30.00 560.00 - 458.75 560.00
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Vl.ATR Consecana¹ 0,2884
Preço Cana Campo² R$31,49
Preço Cana Esteira² R$35,18
* Preço sugerido p/ parceria
¹ R$/kg de ATR acumulado
² R$/ton
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AÇÚCAR
Preço Diário*
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Açúcar R$/ Preço
Cristal 50kg 41,01
Ref. Amorfo kg 1,12
Cristal Emp. 5kg 5,06
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Ago/09 428,10
Jul/09 14,86
Out/09 438,30 Out/09 15,90
Dez/09 445,30 Jan/09 16,51
Açúcar Cristal Especial
São Paulo (BM&F)
Vencimento US$/sc50kg Data
Jul/09 18,50 15/06
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ÁLCOOL
Preço Médio Semanal à vista
(CEPEA/ESALQ/USP)
Álcool R$/litro Data
Anidro 0,6818 08/06 - 12/06
Hid. Comb. 0,5909 08/06 - 12/06
Hid.Out.Fins 0,6139 08/06 - 12/06
São Paulo (BM&F)
Vencimento US$/m3 Data
- -
-
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abertura
fechamento
variação
dólar
1,97
1,97
0,10%
bolsa
50871
51373
1%
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PR RS SP GO MT MS MG
Algodão - - - 38.73 36.48 38.03 39.02
Arroz 34.79 25.47 35.00 - 30.83 - -
Bovino 74.32 2.50 80.71 72.92 67.04 73.44 72.05
Café 3.54 - - - - - 244.50
Milho 17.62 18.06 19.13 17.05 12.33 17.00 18.23
Soja 46.49 46.33 47.93 43.47 41.04 46.48 46.38
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segunda-feira, 22 de junho de 2009
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» Usina Rio Pardo estima moer 1,2 milhões de toneladas de cana
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» Fundação Pró-Sementes confirma que transgênicos têm maior facilidade de manejo
» Brasil é o terceiro maior produtor de alimentos transgênicos
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» Preço agrícola subirá até 30%, prevê estudo
» Site da UNICA divulga ranking de produção da safra 2008/09
» Usinas da região dominam ranking
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CANA*
São Paulo - Maio/2009
Vl.ATR Consecana¹ 0,2884
Preço Cana Campo² R$31,49
Preço Cana Esteira² R$35,18
* Preço sugerido p/ parceria
¹ R$/kg de ATR acumulado
² R$/ton
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AÇÚCAR
Preço Diário*
(CEPEA/ESALQ/USP)
Açúcar R$/ Preço
Cristal 50kg 42,22
Ref. Amorfo kg 1,12
Cristal Emp. 5kg 5,06
LIFFE (US$/t) CSCE (US$¢/lp)
Ago/09 428,10
Jul/09 14,86
Out/09 438,30 Out/09 15,90
Dez/09 445,30 Jan/09 16,51
Açúcar Cristal Especial
São Paulo (BM&F)
Vencimento US$/sc50kg Data
Jul/09 18,50 15/06
______________________________________
ÁLCOOL
Preço Médio Semanal à vista
(CEPEA/ESALQ/USP)
Álcool R$/litro Data
Anidro 0,6818 08/06 - 12/06
Hid. Comb. 0,5909 08/06 - 12/06
Hid.Out.Fins 0,6139 08/06 - 12/06
São Paulo (BM&F)
Vencimento US$/m3 Data
- -
-
______________________________________
abertura
fechamento
variação
dólar
1,96
1,97
0,56%
bolsa
51045
50903
-0,27%
______________________________________
PR RS SP GO MT MS MG
Algodão 38.69 - - 38.55 36.40 38.36 38.14
Arroz 34.79 25.35 35.00 - 30.12 - -
Bovino 74.32 2.50 80.72 72.98 67.05 73.44 71.43
Café 3.54 - - - - - 244.00
Milho 17.62 18.17 19.62 17.17 12.26 17.44 18.14
Soja 46.45 46.11 47.93 43.47 40.71 45.99 44.11
Trigo 27.53 24.23 30.00 560.00 - 458.75 560.00
Trigo/RS Preço 1Ton Trigo/MS Ton Bovino/RS Kg vivo
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Vl.ATR Consecana¹ 0,2884
Preço Cana Campo² R$31,49
Preço Cana Esteira² R$35,18
* Preço sugerido p/ parceria
¹ R$/kg de ATR acumulado
² R$/ton
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AÇÚCAR
Preço Diário*
(CEPEA/ESALQ/USP)
Açúcar R$/ Preço
Cristal 50kg 42,22
Ref. Amorfo kg 1,12
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Ago/09 428,10
Jul/09 14,86
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Açúcar Cristal Especial
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Vencimento US$/sc50kg Data
Jul/09 18,50 15/06
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(CEPEA/ESALQ/USP)
Álcool R$/litro Data
Anidro 0,6818 08/06 - 12/06
Hid. Comb. 0,5909 08/06 - 12/06
Hid.Out.Fins 0,6139 08/06 - 12/06
São Paulo (BM&F)
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fechamento
variação
dólar
1,96
1,97
0,56%
bolsa
51045
50903
-0,27%
______________________________________
PR RS SP GO MT MS MG
Algodão 38.69 - - 38.55 36.40 38.36 38.14
Arroz 34.79 25.35 35.00 - 30.12 - -
Bovino 74.32 2.50 80.72 72.98 67.05 73.44 71.43
Café 3.54 - - - - - 244.00
Milho 17.62 18.17 19.62 17.17 12.26 17.44 18.14
Soja 46.45 46.11 47.93 43.47 40.71 45.99 44.11
Trigo 27.53 24.23 30.00 560.00 - 458.75 560.00
Trigo/RS Preço 1Ton Trigo/MS Ton Bovino/RS Kg vivo
quarta-feira, 17 de junho de 2009
COLHEDORA DE CANA DA CASE
A história das colhedoras de cana da Case IH começou na Austrália há mais de 50 anos com os irmãos Toft. Na década de 70, em parceria com a Dedini, fundaram uma segunda fábrica no Brasil, uma vez que na época o país já era o maior produtor de cana-de-açúcar do mundo e sua indústria sucroalcooleira dava os primeiros passos em direção à mecanização.
Com a incorporação de ambas as fábricas no ano 2000, pela CNH Latino Americana, a fábrica de Piracicaba ganhou um novo impulso. Ciente do potencial produtivo do país, a Case IH, recentemente, decidiu concentrar toda a sua fabricação de colhedoras de cana no Brasil.
Com investimentos maciços em tecnologia, pesquisa e desenvolvimento de novos produtos, hoje, a fábrica de Piracicaba é responsável por toda a produção de colhedoras de cana da Case IH no mundo. Cerca de 70% das máquinas produzidas serão exportadas para o continente americano, Ásia, África e Oceania, fazendo do Brasil a plataforma mundial de produção de colhedoras de cana.
Modelos Potência Tipo do Rodado Altura do Despontador
7000 335 cv (246 kW Pneus 3600 mm
7700 335 cv (246 kW) Esteira 3600 mm
1 - Discos de Corte Lateral (opcional)
Com 8 facas e com ajuste hidráulico de posição, cortam as pontas das canas emaranhadas e presas que não foram separadas pelos divisores de linha, evitando que as soqueiras sejam arrancadas do solo.
2 - Divisores de Linha
Levantam e separam a linha de cana que esta sendo colhida das linhas adjacentes, de uma forma mais suave, minimizando os danos à soqueira.
Cada divisor de linha é composto por dois cilindros que giram em sentidos opostos, fazendo a separação das linhas.
3 - Despontador
Corta a palha da ponta e o palmito da cana, espalhando-os uniformemente sobre o solo.
Triturador (opcional) - além de cortar, tritura a palha e o palmito em pedaços de 100 mm.
4 - Extrator Primário
Faz a limpeza dos toletes, retirando a palha e outras impurezas.
Possui hélice com novo design revolucionário antivortex.
5 - Extrator Secundário
Faz uma segunda limpeza dos toletes, retirando a sujeira remanescente e assegurando uma cana mais limpa.
6 - Flap
Direciona a descarga dos toletes de cana, auxiliando na conformação da carga.
7 - Elevador Giratório
Conduz os toletes através da esteira até o extrator secundário.
Possui base perfurada para permitir a saída de terra e outras impurezas.
8 - Bojo
Recebe os toletes de cana que saem do picador e alimenta a esteira do elevador.
9 - Mesa do Elevador
Faz o giro do elevador para a descarga, numa amplitude de até 85º para cada lado.
Sistema de giro da mesa do tipo Back Hoe.
10 - Rolos Alimentadores
Transportam e distribuem horizontalmente o feixe de cana até os rolos picadores.
São fundamentais na limpeza da terra do feixe de cana
11 - Rolos Picadores
Corta a cana e lança os toletes na câmara do extrator primário.
Rolos com 3 ou 4 facas
Rolo Tombador
Orienta e inclina o feixe de cana a ser cortado, facilitando a operação de corte e a alimentação da máquina.
Ajustado hidraulicamente de dentro da cabine.
Rolo Levantador
Levanta o feixe de cana cortado pelo corte de base, orientando o feixe para o interior da máquina até os rolos alimentadores.
Tem aletas vazadas para possibilitar a retirada de grande parte da terra presa à cana cortada.
Corte de Base
Corta a cana ao nível do solo, conduzindo sua extremidade inferior ao rolo levantador.
Auto Tracker (opcional) - controlador automático da altura do corte de base.
1 - Novos Divisores de Linha 45º
O novo divisor de linhas a 45º tem melhor performance, principalmente, em cana deitada, promovendo o levantamento e a separação das linhas de cana, de uma forma mais suave e eficiente.
Levantam e separam das linhas adjacentes, a linha de cana que está sendo colhida, de uma
forma mais suave, minimizando danos à soqueira.
Cada divisor de linha é composto por dois cilindros que giram em sentidos opostos, fazendo a
separação das linhas.
Possui facas verticais que evitam o enrolamento de palhas e ervas daninhas nos divisores,
evitando paradas para limpeza.
Sua ponteira removível gira junto com o divisor, melhorando a operação de levantamento da cana.
Essa ponteira substitui a antiga sapata deslizante, movimentando menos solo, minimizando a
entrada de terra, reduzindo as impurezas minerais e o desgaste da colhedora.
2 - Rolo Tombador com Ajuste Hidráulico de Posição
A incidência e o volume de chuvas, os ventos fortes, as variedades de canas pesadas ou de primeiro corte são fatores que desafiam a mecanização do corte de cana.
Esses fatores podem acamar a cana de forma aleatória e imprevisível ao longo do canavial, fazendo com que o operador tenha que ajustar com freqüência o ângulo de trabalho do rolo tombador.
Este rolo tombador (exclusivo) permite ao operador ajustar continuamente o ângulo de inclinação
do rolo a partir de um botão elétrico na cabine, sem paradas e sem esforço.
3 - Corte de Base
Formado por discos com cinco lâminas substituíveis.
Corta a cana ao nível do solo.
Corte perfeito. Assegura o melhor aproveitamento da lavoura e garante as condições
agronômicas propícias para uma boa rebrota, com uma boa produtividade nas safras futuras.
Auto Tracker (opcional) - o melhor sistema de controle automático da altura do corte de base. E
o único que trabalha com referência de pressão e altura do cortador. Garante melhor
sensibilidade e velocidade de resposta, promovendo um corte mais preciso e uniforme e
reduzindo perdas e danos à soqueira.
4 - Rolo Levantador
Levanta o feixe de cana cortado pelo corte de base, orientando o feixe para o interior da
máquina.
Tem aletas vazadas para possibilitar a retirada de grande parte da terra presa à cana cortada.
5 - Rolos Alimentadores
Transportam a cana até os rolos picadores.
O movimento dos rolos, além de transportar o feixe de cana, o distribui uniformemente e ainda
auxilia a limpeza da cana.
Os rolos alimentadores superiores são flutuantes para facilitar a passagem de um feixe mais
volumoso. Isso evita paradas por embuchamento.
6 - Picador
Em mecanização de corte de cana, a densidade de carga e a limpeza da cana são fatores fundamentais. Quanto menor o tolete, maior a quantidade de cana transportada.
A Case IH desenvolveu um rolo picador com 4 facas de 15 polegadas, que permite um aumento significativo na densidade de carga, sem aumento de perdas por estilhaço.
Testes realizados comprovaram um aumento de 14% na densidade de carga no rodotrem e 18% no treminhão, se comparado ao sistema com 3 facas.
1 - Despontador e Triturador
Em regiões onde a decomposição da palha e do palmito é rápida, recomenda-se o uso do despontador.
Em regiões onde essa decomposição é lenta, a qual pode atrapalhar a rebrota e as operações de tratos culturais, recomenda-se o triturador, que produz um material mais fragmentado com distribuição mais uniforme.
Tem a função de separar a palha da ponta e o
palmito da cana e espalhá-los uniformemente pelo
solo, de forma a não atrapalharem a rebrota ou a
operação de preparo do solo.
Triturador (opcional) - além de cortar, tritura a palha e
o palmito em pedaços de 100 mm.
2 - Disco de Corte Lateral com Ajuste Hidráulico de Altura (opcional)
Um dos diferenciais das colhedoras de cana Case IH está no seu disco de corte lateral com 8 facas, que garante melhor performance no corte.
Ele é o único sistema de corte lateral do mercado que possui ajuste hidráulico de posição. Assim, da cabine, o operador ajusta a altura dos discos, de acordo com as condições de colheita. Isso aumenta a performance e minimiza as perdas por arrancamento das soqueiras.
Ele corta as pontas das canas emaranhadas e presas que não foram separadas pelos divisores
de linha, evitando que a soqueira das linhas adjacentes sejam arrancadas do solo.
Extrator Primário
Conjunto composto por uma hélice antivortex, um motor hidráulico e um capuz plástico bipartido. Sua função é separar a palha dos toletes.
Mais um diferencial da Case IH: o operador não precisa sair da cabine para ajustar a rotação do extrator - basta girar um botão no console.
Além disso, o capuz do extrator tem ajuste hidráulico de posição - feito da cabine - independentemente da posição do elevador, evitando que a palha seja arremessada na direção do elevador, em situações adversas, como vento lateral.
O Sistema Antivortex melhora o fluxo de ar na câmara do extrator primário. Com isto foi possível reduzir a velocidade de trabalho do ventilador, de 1300 rpm para 850 rpm, em média.
Sistema Antivortex:
Elimina 100% do efeito vortex.
Reduz em aproximadamente 50% as perdas por estilhaço
Reduz a potência de trabalho, necessária para o extrator primário, em cerca de 30 cv.
Reduzindo o consumo de combustível da colhedora.
Extrator Secundário
Localizado no final do elevador giratório, ele é formado por um capuz e por uma hélice.
Tem a função de fazer a segunda limpeza dos toletes,
retirando a sujeira remanescente e assegurando uma
cana mais limpa.
Cabine - Compartimento do Operador
A cabine da colhedora de cana da Case IH, que sempre foi superior em conforto, acabamento e segurança para o operador, é basculante, o que melhora ainda mais a sua funcionalidade. Esse basculamento facilita a manutenção do motor e de outros componentes internos.
O piso da cabine está ao nível das portas, o que facilita a limpeza. Os comandos e instrumentos são ergonomicamente posicionados. Além disso, seus amplos vidros e os retrovisores oferecem visibilidade de 360º.
Auto Tracker
Sua finalidade é facilitar a operação. Uma vez calibrado, o operador não precisa mais se preocupar com o ajuste da altura de corte em operação.
Ajuste automático da altura de corte através de
sensores de pressão e altura.
Garante o corte na altura ideal.
Opcional - disponível para as colhedoras Case IH Série
7000 a partir dos modelos de 1999.
Com a incorporação de ambas as fábricas no ano 2000, pela CNH Latino Americana, a fábrica de Piracicaba ganhou um novo impulso. Ciente do potencial produtivo do país, a Case IH, recentemente, decidiu concentrar toda a sua fabricação de colhedoras de cana no Brasil.
Com investimentos maciços em tecnologia, pesquisa e desenvolvimento de novos produtos, hoje, a fábrica de Piracicaba é responsável por toda a produção de colhedoras de cana da Case IH no mundo. Cerca de 70% das máquinas produzidas serão exportadas para o continente americano, Ásia, África e Oceania, fazendo do Brasil a plataforma mundial de produção de colhedoras de cana.
Modelos Potência Tipo do Rodado Altura do Despontador
7000 335 cv (246 kW Pneus 3600 mm
7700 335 cv (246 kW) Esteira 3600 mm
1 - Discos de Corte Lateral (opcional)
Com 8 facas e com ajuste hidráulico de posição, cortam as pontas das canas emaranhadas e presas que não foram separadas pelos divisores de linha, evitando que as soqueiras sejam arrancadas do solo.
2 - Divisores de Linha
Levantam e separam a linha de cana que esta sendo colhida das linhas adjacentes, de uma forma mais suave, minimizando os danos à soqueira.
Cada divisor de linha é composto por dois cilindros que giram em sentidos opostos, fazendo a separação das linhas.
3 - Despontador
Corta a palha da ponta e o palmito da cana, espalhando-os uniformemente sobre o solo.
Triturador (opcional) - além de cortar, tritura a palha e o palmito em pedaços de 100 mm.
4 - Extrator Primário
Faz a limpeza dos toletes, retirando a palha e outras impurezas.
Possui hélice com novo design revolucionário antivortex.
5 - Extrator Secundário
Faz uma segunda limpeza dos toletes, retirando a sujeira remanescente e assegurando uma cana mais limpa.
6 - Flap
Direciona a descarga dos toletes de cana, auxiliando na conformação da carga.
7 - Elevador Giratório
Conduz os toletes através da esteira até o extrator secundário.
Possui base perfurada para permitir a saída de terra e outras impurezas.
8 - Bojo
Recebe os toletes de cana que saem do picador e alimenta a esteira do elevador.
9 - Mesa do Elevador
Faz o giro do elevador para a descarga, numa amplitude de até 85º para cada lado.
Sistema de giro da mesa do tipo Back Hoe.
10 - Rolos Alimentadores
Transportam e distribuem horizontalmente o feixe de cana até os rolos picadores.
São fundamentais na limpeza da terra do feixe de cana
11 - Rolos Picadores
Corta a cana e lança os toletes na câmara do extrator primário.
Rolos com 3 ou 4 facas
Rolo Tombador
Orienta e inclina o feixe de cana a ser cortado, facilitando a operação de corte e a alimentação da máquina.
Ajustado hidraulicamente de dentro da cabine.
Rolo Levantador
Levanta o feixe de cana cortado pelo corte de base, orientando o feixe para o interior da máquina até os rolos alimentadores.
Tem aletas vazadas para possibilitar a retirada de grande parte da terra presa à cana cortada.
Corte de Base
Corta a cana ao nível do solo, conduzindo sua extremidade inferior ao rolo levantador.
Auto Tracker (opcional) - controlador automático da altura do corte de base.
1 - Novos Divisores de Linha 45º
O novo divisor de linhas a 45º tem melhor performance, principalmente, em cana deitada, promovendo o levantamento e a separação das linhas de cana, de uma forma mais suave e eficiente.
Levantam e separam das linhas adjacentes, a linha de cana que está sendo colhida, de uma
forma mais suave, minimizando danos à soqueira.
Cada divisor de linha é composto por dois cilindros que giram em sentidos opostos, fazendo a
separação das linhas.
Possui facas verticais que evitam o enrolamento de palhas e ervas daninhas nos divisores,
evitando paradas para limpeza.
Sua ponteira removível gira junto com o divisor, melhorando a operação de levantamento da cana.
Essa ponteira substitui a antiga sapata deslizante, movimentando menos solo, minimizando a
entrada de terra, reduzindo as impurezas minerais e o desgaste da colhedora.
2 - Rolo Tombador com Ajuste Hidráulico de Posição
A incidência e o volume de chuvas, os ventos fortes, as variedades de canas pesadas ou de primeiro corte são fatores que desafiam a mecanização do corte de cana.
Esses fatores podem acamar a cana de forma aleatória e imprevisível ao longo do canavial, fazendo com que o operador tenha que ajustar com freqüência o ângulo de trabalho do rolo tombador.
Este rolo tombador (exclusivo) permite ao operador ajustar continuamente o ângulo de inclinação
do rolo a partir de um botão elétrico na cabine, sem paradas e sem esforço.
3 - Corte de Base
Formado por discos com cinco lâminas substituíveis.
Corta a cana ao nível do solo.
Corte perfeito. Assegura o melhor aproveitamento da lavoura e garante as condições
agronômicas propícias para uma boa rebrota, com uma boa produtividade nas safras futuras.
Auto Tracker (opcional) - o melhor sistema de controle automático da altura do corte de base. E
o único que trabalha com referência de pressão e altura do cortador. Garante melhor
sensibilidade e velocidade de resposta, promovendo um corte mais preciso e uniforme e
reduzindo perdas e danos à soqueira.
4 - Rolo Levantador
Levanta o feixe de cana cortado pelo corte de base, orientando o feixe para o interior da
máquina.
Tem aletas vazadas para possibilitar a retirada de grande parte da terra presa à cana cortada.
5 - Rolos Alimentadores
Transportam a cana até os rolos picadores.
O movimento dos rolos, além de transportar o feixe de cana, o distribui uniformemente e ainda
auxilia a limpeza da cana.
Os rolos alimentadores superiores são flutuantes para facilitar a passagem de um feixe mais
volumoso. Isso evita paradas por embuchamento.
6 - Picador
Em mecanização de corte de cana, a densidade de carga e a limpeza da cana são fatores fundamentais. Quanto menor o tolete, maior a quantidade de cana transportada.
A Case IH desenvolveu um rolo picador com 4 facas de 15 polegadas, que permite um aumento significativo na densidade de carga, sem aumento de perdas por estilhaço.
Testes realizados comprovaram um aumento de 14% na densidade de carga no rodotrem e 18% no treminhão, se comparado ao sistema com 3 facas.
1 - Despontador e Triturador
Em regiões onde a decomposição da palha e do palmito é rápida, recomenda-se o uso do despontador.
Em regiões onde essa decomposição é lenta, a qual pode atrapalhar a rebrota e as operações de tratos culturais, recomenda-se o triturador, que produz um material mais fragmentado com distribuição mais uniforme.
Tem a função de separar a palha da ponta e o
palmito da cana e espalhá-los uniformemente pelo
solo, de forma a não atrapalharem a rebrota ou a
operação de preparo do solo.
Triturador (opcional) - além de cortar, tritura a palha e
o palmito em pedaços de 100 mm.
2 - Disco de Corte Lateral com Ajuste Hidráulico de Altura (opcional)
Um dos diferenciais das colhedoras de cana Case IH está no seu disco de corte lateral com 8 facas, que garante melhor performance no corte.
Ele é o único sistema de corte lateral do mercado que possui ajuste hidráulico de posição. Assim, da cabine, o operador ajusta a altura dos discos, de acordo com as condições de colheita. Isso aumenta a performance e minimiza as perdas por arrancamento das soqueiras.
Ele corta as pontas das canas emaranhadas e presas que não foram separadas pelos divisores
de linha, evitando que a soqueira das linhas adjacentes sejam arrancadas do solo.
Extrator Primário
Conjunto composto por uma hélice antivortex, um motor hidráulico e um capuz plástico bipartido. Sua função é separar a palha dos toletes.
Mais um diferencial da Case IH: o operador não precisa sair da cabine para ajustar a rotação do extrator - basta girar um botão no console.
Além disso, o capuz do extrator tem ajuste hidráulico de posição - feito da cabine - independentemente da posição do elevador, evitando que a palha seja arremessada na direção do elevador, em situações adversas, como vento lateral.
O Sistema Antivortex melhora o fluxo de ar na câmara do extrator primário. Com isto foi possível reduzir a velocidade de trabalho do ventilador, de 1300 rpm para 850 rpm, em média.
Sistema Antivortex:
Elimina 100% do efeito vortex.
Reduz em aproximadamente 50% as perdas por estilhaço
Reduz a potência de trabalho, necessária para o extrator primário, em cerca de 30 cv.
Reduzindo o consumo de combustível da colhedora.
Extrator Secundário
Localizado no final do elevador giratório, ele é formado por um capuz e por uma hélice.
Tem a função de fazer a segunda limpeza dos toletes,
retirando a sujeira remanescente e assegurando uma
cana mais limpa.
Cabine - Compartimento do Operador
A cabine da colhedora de cana da Case IH, que sempre foi superior em conforto, acabamento e segurança para o operador, é basculante, o que melhora ainda mais a sua funcionalidade. Esse basculamento facilita a manutenção do motor e de outros componentes internos.
O piso da cabine está ao nível das portas, o que facilita a limpeza. Os comandos e instrumentos são ergonomicamente posicionados. Além disso, seus amplos vidros e os retrovisores oferecem visibilidade de 360º.
Auto Tracker
Sua finalidade é facilitar a operação. Uma vez calibrado, o operador não precisa mais se preocupar com o ajuste da altura de corte em operação.
Ajuste automático da altura de corte através de
sensores de pressão e altura.
Garante o corte na altura ideal.
Opcional - disponível para as colhedoras Case IH Série
7000 a partir dos modelos de 1999.
Pais quer combater trabalho escravo
Usinas assinam na semana que vem um acordo com o governo para garantir condições mínimas de trabalho no setor de cana-de-açúcar. Ontem, na Organização Internacional do Trabalho (OIT), Lula anunciou o entendimento, em um sinal para a comunidade estrangeira de que o setor do etanol está tentando atender às exigências de importadores. A esperança do Brasil é a de dar uma demonstração de que começa a lidar com a questão do trabalho escravo no País, principalmente na produção de etanol.
Desde a expansão do biocombustível, o Brasil vem sendo atacado pelas questões sociais envolvidas na produção da cana. ONGs e governos europeus alertaram que não aceitariam a importação de etanol que viesse de trabalho degradante ou escravo. Na Europa, deputados já sugeriram a criação de cláusulas trabalhistas e sociais para importar o etanol. O governo brasileiro julga que parte dessa preocupação com os trabalhadores da cana seja apenas um desculpa para legitimar medidas protecionistas.
Mas o próprio governo já admitiu existir o trabalho escravo no setor da cana, e isso é algo que precisa ser superado. "Apostamos no diálogo social para humanizar o trabalho", disse Lula, em discurso a mais de 3 mil pessoas na Assembleia Geral da OIT. "Na próxima semana, vamos assinar - trabalhadores, empresários e governo - um acordo histórico para aperfeiçoar as condições e as relações de trabalho na cana. O trabalho no setor vai se tornar muito mais digno e seguro. E a produção brasileira de biocombustíveis estará cada vez mais cercada de garantias trabalhistas, ambientais e de segurança alimentar", afirmou Lula.
Segundo a Secretaria-Geral da Presidência, o acordo foi sugerido a 413 indústrias do setor, sendo 248 unidades mistas (fabricantes de açúcar e etanol), 15 que produzem açúcar e 150 que produzem etanol. Segundo o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, o acordo estabelecerá 18 critérios que usinas terão de cumprir para empregar seus trabalhadores no corte.
"Essas exigências incluem salários decentes, equipamentos de proteção, alimentação adequada", disse Lupi. O acordo ainda é voluntário. Mas as empresas que aderirem vão ganhar um selo de qualidade que vai credenciar inclusive as eventuais exportações de etanol.
"Isso é para convencer os europeus de que podem tranquilamente comprar etanol. O que queremos é criar uma situação para acabar com o trabalho escravo", disse Lupi. Segundo ele, será exigida uma média de renda acima do salário mínimo. O cumprimento da exigência será fiscalizado pelo Ministério do Trabalho, que vai distribuir o selo de qualidade e ainda punir empresas.
Desde a expansão do biocombustível, o Brasil vem sendo atacado pelas questões sociais envolvidas na produção da cana. ONGs e governos europeus alertaram que não aceitariam a importação de etanol que viesse de trabalho degradante ou escravo. Na Europa, deputados já sugeriram a criação de cláusulas trabalhistas e sociais para importar o etanol. O governo brasileiro julga que parte dessa preocupação com os trabalhadores da cana seja apenas um desculpa para legitimar medidas protecionistas.
Mas o próprio governo já admitiu existir o trabalho escravo no setor da cana, e isso é algo que precisa ser superado. "Apostamos no diálogo social para humanizar o trabalho", disse Lula, em discurso a mais de 3 mil pessoas na Assembleia Geral da OIT. "Na próxima semana, vamos assinar - trabalhadores, empresários e governo - um acordo histórico para aperfeiçoar as condições e as relações de trabalho na cana. O trabalho no setor vai se tornar muito mais digno e seguro. E a produção brasileira de biocombustíveis estará cada vez mais cercada de garantias trabalhistas, ambientais e de segurança alimentar", afirmou Lula.
Segundo a Secretaria-Geral da Presidência, o acordo foi sugerido a 413 indústrias do setor, sendo 248 unidades mistas (fabricantes de açúcar e etanol), 15 que produzem açúcar e 150 que produzem etanol. Segundo o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, o acordo estabelecerá 18 critérios que usinas terão de cumprir para empregar seus trabalhadores no corte.
"Essas exigências incluem salários decentes, equipamentos de proteção, alimentação adequada", disse Lupi. O acordo ainda é voluntário. Mas as empresas que aderirem vão ganhar um selo de qualidade que vai credenciar inclusive as eventuais exportações de etanol.
"Isso é para convencer os europeus de que podem tranquilamente comprar etanol. O que queremos é criar uma situação para acabar com o trabalho escravo", disse Lupi. Segundo ele, será exigida uma média de renda acima do salário mínimo. O cumprimento da exigência será fiscalizado pelo Ministério do Trabalho, que vai distribuir o selo de qualidade e ainda punir empresas.
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Usinas trocan etanol pelo açucar
A alta nos preços do açúcar motivada pela queda na produção mundial está ajudando o setor sucroalcooleiro a escapar da crise. Nesta safra, pela primeira vez em quatro anos, as usinas estão reduzindo a produção de álcool e destinando mais cana para fazer açúcar. A boa cotação do produto brasileiro, que acumula alta de mais de 50% na atual safra em relação à anterior, vai garantir uma receita extra de US$ 2 bilhões (cerca de R$ 4 bi) apenas com as exportações.
De acordo com Plínio Nastari, presidente da Datagro, uma das principais empresas de consultoria do setor, o Brasil vai exportar 20% mais de açúcar este ano, com um valor entre 15% e 20% maior que no ano passado. A receita deve subir de US$ 5,48 bi para US$ 7,57 bilhões. A produção brasileira, na safra atual em relação à anterior, subirá de 31,1 milhões de toneladas para 35,9 mi/ton, conforme a previsão da Datagro. Já as exportações crescem de 20,4 mi para 24,5 mi/ton.
Nastari conta que os preços reagiram à queda na produção nos principais mercados produtores. A Índia, que havia produzido 26,4 milhões de toneladas na safra 2007/08, produziu apenas 14,5 milhões na última safra. Como o ciclo produtivo da cana naquele país é muito curto - 18 meses, enquanto no Brasil chega a 72 meses - a elevação nos preços do trigo, milho e algodão levou muitos produtores a migrarem para essas culturas. A Índia consome 22,5 milhões de toneladas e foi obrigada a importar açúcar. Outros países estão com estoques baixos: o México reduziu a produção em 3,1 milhões de toneladas e a China, em 2,3 milhões.
No momento, segundo Nastari, o Brasil é o único país com crescimento significativo na produção e exportação de açúcar. "Mesmo assim, esse crescimento é insuficiente para fazer frente ao déficit mundial." Como as usinas brasileiras têm tecnologia para adaptar rapidamente seu mix, a produção foi ajustada para atender à maior demanda. Ele explica que a matéria-prima do açúcar e do álcool é a mesma: o caldo extraído da cana na moagem. A partir daí, a produção se diferencia por uma decisão da empresa que leva em conta o mercado. A produção de álcool, que em 2008 absorveu 60,4% da cana moída, este ano vai se limitar a 57,2% - o restante irá para o processo de cristalização.
"Os preços do açúcar vão se manter elevados porque o déficit mundial não será suprido rapidamente", prevê o presidente da Datagro.
É no que acredita também o vice-presidente comercial da Cosan S/A, Marcos Lutz. O maior grupo sucroalcooleiro do mundo direcionou 55% da sua produção para o açúcar. "O porcentual equivale à nossa capacidade máxima para esse produto", disse Lutz. Nesta safra, o grupo vai moer 56 milhões de toneladas de cana, 12 milhões a mais que na anterior. Tradicionalmente a Cosan é grande produtora de açúcar, mas em anos recentes, de olho no crescimento do mercado de etanol, a empresa ampliou a participação do álcool em seu mix.
A companhia produz 4,3 milhões de toneladas de açúcar e 2,2 bilhões de litros de álcool. Em Goiás, a Cosan tem uma planta exclusiva para etanol e a destilaria Gaza, em Andradina (SP) foi expandida para fabricar mais álcool. O problema é que, neste momento, o preço do álcool está muito baixo, segundo Lutz. "Está abaixo do custo de produção, por isso o açúcar é importante, pois equilibra a conta."
O bom preço dessa commodity, no entanto, não significa o fim da crise no setor, na opinião do executivo. "As destilarias que só produzem álcool estão em sérias dificuldades." As previsões da Datagro indicam uma redução nas exportações de álcool de 4,85 bilhões de litros para 4 bilhões. Entre as causas estão a queda na cotação do petróleo e as barreiras à exportação para os Estados Unidos.
Pode haver aumento moderado na produção apenas para atender o mercado interno. A médio prazo, segundo Nastari, deve haver uma convergência positiva de preços, com a redução na diferença de preços entre o açúcar e o álcool. Ele disse que o setor ainda vive uma ressaca dos últimos dois anos em crise, com o endividamento elevado e alta no custo de produção. "Mas o momento é de transição para melhor. As margens de ganho voltaram para o açúcar e devem voltar também para o álcool, possivelmente em agosto ou setembro deste ano." Ele compara a situação do setor a um avião em queda que se estabiliza e começa a retomar a ascendente. "Não dá para dizer que é tudo róseo, mas o pior já passou."
De acordo com Plínio Nastari, presidente da Datagro, uma das principais empresas de consultoria do setor, o Brasil vai exportar 20% mais de açúcar este ano, com um valor entre 15% e 20% maior que no ano passado. A receita deve subir de US$ 5,48 bi para US$ 7,57 bilhões. A produção brasileira, na safra atual em relação à anterior, subirá de 31,1 milhões de toneladas para 35,9 mi/ton, conforme a previsão da Datagro. Já as exportações crescem de 20,4 mi para 24,5 mi/ton.
Nastari conta que os preços reagiram à queda na produção nos principais mercados produtores. A Índia, que havia produzido 26,4 milhões de toneladas na safra 2007/08, produziu apenas 14,5 milhões na última safra. Como o ciclo produtivo da cana naquele país é muito curto - 18 meses, enquanto no Brasil chega a 72 meses - a elevação nos preços do trigo, milho e algodão levou muitos produtores a migrarem para essas culturas. A Índia consome 22,5 milhões de toneladas e foi obrigada a importar açúcar. Outros países estão com estoques baixos: o México reduziu a produção em 3,1 milhões de toneladas e a China, em 2,3 milhões.
No momento, segundo Nastari, o Brasil é o único país com crescimento significativo na produção e exportação de açúcar. "Mesmo assim, esse crescimento é insuficiente para fazer frente ao déficit mundial." Como as usinas brasileiras têm tecnologia para adaptar rapidamente seu mix, a produção foi ajustada para atender à maior demanda. Ele explica que a matéria-prima do açúcar e do álcool é a mesma: o caldo extraído da cana na moagem. A partir daí, a produção se diferencia por uma decisão da empresa que leva em conta o mercado. A produção de álcool, que em 2008 absorveu 60,4% da cana moída, este ano vai se limitar a 57,2% - o restante irá para o processo de cristalização.
"Os preços do açúcar vão se manter elevados porque o déficit mundial não será suprido rapidamente", prevê o presidente da Datagro.
É no que acredita também o vice-presidente comercial da Cosan S/A, Marcos Lutz. O maior grupo sucroalcooleiro do mundo direcionou 55% da sua produção para o açúcar. "O porcentual equivale à nossa capacidade máxima para esse produto", disse Lutz. Nesta safra, o grupo vai moer 56 milhões de toneladas de cana, 12 milhões a mais que na anterior. Tradicionalmente a Cosan é grande produtora de açúcar, mas em anos recentes, de olho no crescimento do mercado de etanol, a empresa ampliou a participação do álcool em seu mix.
A companhia produz 4,3 milhões de toneladas de açúcar e 2,2 bilhões de litros de álcool. Em Goiás, a Cosan tem uma planta exclusiva para etanol e a destilaria Gaza, em Andradina (SP) foi expandida para fabricar mais álcool. O problema é que, neste momento, o preço do álcool está muito baixo, segundo Lutz. "Está abaixo do custo de produção, por isso o açúcar é importante, pois equilibra a conta."
O bom preço dessa commodity, no entanto, não significa o fim da crise no setor, na opinião do executivo. "As destilarias que só produzem álcool estão em sérias dificuldades." As previsões da Datagro indicam uma redução nas exportações de álcool de 4,85 bilhões de litros para 4 bilhões. Entre as causas estão a queda na cotação do petróleo e as barreiras à exportação para os Estados Unidos.
Pode haver aumento moderado na produção apenas para atender o mercado interno. A médio prazo, segundo Nastari, deve haver uma convergência positiva de preços, com a redução na diferença de preços entre o açúcar e o álcool. Ele disse que o setor ainda vive uma ressaca dos últimos dois anos em crise, com o endividamento elevado e alta no custo de produção. "Mas o momento é de transição para melhor. As margens de ganho voltaram para o açúcar e devem voltar também para o álcool, possivelmente em agosto ou setembro deste ano." Ele compara a situação do setor a um avião em queda que se estabiliza e começa a retomar a ascendente. "Não dá para dizer que é tudo róseo, mas o pior já passou."
Brasil precisa provar que etanol é sustentável, diz Bill Clinton
São Paulo - Convidado de honra do Ethanol Summit 2009, o ex-presidente dos Estados Unidos Bill Clinton falou o que ninguém queria ouvir em um evento feito para promover o combustível no mercado internacional. Na avaliação dele, o Brasil ainda precisa provar para o mundo que é capaz de produzir combustível renovável de forma sustentável.
"Se o mundo resolver ajudar o Brasil e importar mais etanol para resolver seu problema, poderemos aumentar a devastação da Amazônia", disse o ex-presidente, deixando a plateia meio desconcertada. Horas antes, representantes do setor davam como superada a polêmica sobre o impacto da cana-de-açúcar na Amazônia.
A palestra de Clinton foi a mais esperada do evento, que mais cedo contou com as presenças da ministra chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff; do governador de São Paulo, José Serra; do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab; e do presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, entre outros convidados.
Apesar da crítica, Clinton afirmou que o mundo já conhece o potencial do etanol feito da cana-de-açúcar, muito mais eficiente que os combustíveis feitos de outras fontes primárias, como o milho, nos Estados Unidos. Por isso, ele acredita que o Brasil precisa tomar algumas medidas que assegurem a sustentabilidade do combustível. "A partir daí vocês terão uma aceitação muito melhor no mundo." As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
"Se o mundo resolver ajudar o Brasil e importar mais etanol para resolver seu problema, poderemos aumentar a devastação da Amazônia", disse o ex-presidente, deixando a plateia meio desconcertada. Horas antes, representantes do setor davam como superada a polêmica sobre o impacto da cana-de-açúcar na Amazônia.
A palestra de Clinton foi a mais esperada do evento, que mais cedo contou com as presenças da ministra chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff; do governador de São Paulo, José Serra; do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab; e do presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, entre outros convidados.
Apesar da crítica, Clinton afirmou que o mundo já conhece o potencial do etanol feito da cana-de-açúcar, muito mais eficiente que os combustíveis feitos de outras fontes primárias, como o milho, nos Estados Unidos. Por isso, ele acredita que o Brasil precisa tomar algumas medidas que assegurem a sustentabilidade do combustível. "A partir daí vocês terão uma aceitação muito melhor no mundo." As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
sexta-feira, 5 de junho de 2009
SISTEMA DE ARREFECIMENTO
É o conjunto de componentes que tem por função equilibrar a temperatura no motor numa faixa especifica de 80 a 95 graus.
COMPONENTES:RADIADOR
TAMPA
COLMÉIA
MANGUEIRAS CONDUTORAS
BOMBA D'ÁGUA
VENTILADOR
CORREIA
TERMOSTATO
GALERIAS DE ARREFECIMENTO
INDICADOR DE TEMPERATURA
RADIADOR: É o elemento utilizado para armazenamento e refrigeração da água utilizada no sistema de arrefecimento. No radiador a água é resfriada pela corrente de ar que passa nas colméias.
TAMPA DO RADIADOR: A tampa do radiador possui uma valvula de pressão e uma de depressão
A valvula de pressão mantém uma pessão de 7,0 lb pol2 no interior do radiador, retardando o ponto de ebulição da água.
A valvula de depressão se abre quando a depressão intrena for igual a 1 LB / POL 2, permitindo a entrada do ar para compensar o volume de água consumido pelo calor e vaporização.
COLMÉIA: São pequenas fendas que permitem a passagem do ar pelo radfiador.
MANGUEIRAS CONDUTORAS: Levam a água entre as partes do sistema.
BOMBA D'ÁGUA:É do tipo rotor faz com que a água circule dentro do sistema.
VENTILADOR: Está acoplado ao eixo que aciona a bomba d'água, as pás devem estar bem posicionadas a fim de proporcionar uma corrente de ar que penetre nas colméias do radiador.
CORREIAS: Aciona o eixo do ventilador e bomba d'água.
TREMOSTATO (VALVULA TERMOSTATICA): Sua função é controlar o fluxo da água do motor para o radiador, provocando um aquecimento rapido e controlando a temperatura ideal.
GALERIAS DE ARREFECIMENTO:São cavidades do bloco e cabeçote onde a água circula fazendo a retirada de calor.
INDICADOR DE TEMPERATURA: Está localizado no painel do trator, e marca a temperatura do sistema, é de escala colorida com uma faixa verde e outra vermalha.
COMPONENTES:RADIADOR
TAMPA
COLMÉIA
MANGUEIRAS CONDUTORAS
BOMBA D'ÁGUA
VENTILADOR
CORREIA
TERMOSTATO
GALERIAS DE ARREFECIMENTO
INDICADOR DE TEMPERATURA
RADIADOR: É o elemento utilizado para armazenamento e refrigeração da água utilizada no sistema de arrefecimento. No radiador a água é resfriada pela corrente de ar que passa nas colméias.
TAMPA DO RADIADOR: A tampa do radiador possui uma valvula de pressão e uma de depressão
A valvula de pressão mantém uma pessão de 7,0 lb pol2 no interior do radiador, retardando o ponto de ebulição da água.
A valvula de depressão se abre quando a depressão intrena for igual a 1 LB / POL 2, permitindo a entrada do ar para compensar o volume de água consumido pelo calor e vaporização.
COLMÉIA: São pequenas fendas que permitem a passagem do ar pelo radfiador.
MANGUEIRAS CONDUTORAS: Levam a água entre as partes do sistema.
BOMBA D'ÁGUA:É do tipo rotor faz com que a água circule dentro do sistema.
VENTILADOR: Está acoplado ao eixo que aciona a bomba d'água, as pás devem estar bem posicionadas a fim de proporcionar uma corrente de ar que penetre nas colméias do radiador.
CORREIAS: Aciona o eixo do ventilador e bomba d'água.
TREMOSTATO (VALVULA TERMOSTATICA): Sua função é controlar o fluxo da água do motor para o radiador, provocando um aquecimento rapido e controlando a temperatura ideal.
GALERIAS DE ARREFECIMENTO:São cavidades do bloco e cabeçote onde a água circula fazendo a retirada de calor.
INDICADOR DE TEMPERATURA: Está localizado no painel do trator, e marca a temperatura do sistema, é de escala colorida com uma faixa verde e outra vermalha.
terça-feira, 19 de maio de 2009
BOAS NOTÍCIAS NO MEIO DA CRISE
publicado pela revista canavieiros,em Março de 2009
Em meio ás notícias da crise financeira, duas deram uma injeção de ânimo ao setor sucroenergético nessas últimas semanas: os investimentos da Petrobras para adquirir participação em usinas e o anúncio do programa de financiamento de estoques, chamado dedo warrantagem, com recursos do BNDS.
A PIBIo (Petrobras biocombustíveis) quer abocanhar pelo menos 20% do total do crescimento da produção de etanol no mercado nacional por meio da aquisição de até 40% de participação em usinas. Os planos de investimentos da petrobras em biocombustíveis entre 2009 e 2013 envolve US$ 2,4 bilhões em produção, dos quais cerca de US$400 milhões este ano. O etanol receberá US$ 1,9 bilhão e o biodiesel
US$480 milhões.
Nos próximos dois meses a PBIo deve concluir a participação em pelo menos quatro projetos de novas usinas no país. Outros cinco projetos estão previstos para entrarem em operação em 2012 e mais oito entraram em 2013. Juntas, essas aquisições em participações em usinas representarão 1,9 bilhão de litros em 2013.
Alem dos investimentos da PBIo, ainda serão destinados para a logística dos biocombustíveis US$400 milhos, e outros US$500 milhões em pesquisas, via o centro pesquisas da Petrobras, o Cenpes, totalizando US$3,3 bilhões. Além da injeção de recursos no setor nesse momento de turbulências, a entrada da Petrobras, estatal brasileira de credibilidade no mercado mundial e expertise em logística e exportação, pode atrair ainda mais a atenção e interessse dos investidores estrangeiros.
Já o programa de financiamento para estocagem foi anunciado pelo ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, no ultimo dia 5. O BNDS irá destinar r$ 2,5 bilhões para financiar a estocagem de cinco bilhões de litros de etanol na safra 2009/10. Os detalhes do programa estão sendo definidos e a expectativa é que os recursos sejam disponibilizados rapidamente, já que a safra já está aí.
A formação de estoques de etanol é um meio de reduzir a volatilidade excessiva dos preços e dos volumes comercializados ao longo do ano e evitar desequilíbrio na remuneração da cadeia produtiva. Sem estoques, o combustível tende a ficar mais caro nas bombas no período da entressafra ou então o resultado é o que estamos vendo neste ano: com dificuldades de acesso ao crédito por conta da crise, muitas indústrias estão vendendo o produto a preços baixos para fazer caixa e isso desequilibra o setor.
Essa ajuda do governo vem em boa hora, mas é importante que a cadeia produtiva também faça a sua parte, buscando maior organização e ordenamento de seus elos.
Os fudamentos do setor continuam positivos, apenas da crise mundial: deve haver recuperação nos preços do açúcar e aumento nas exportações brasileiras do produto e a demanda de etanol seguirá crescente. o setor precisa aproveitar esse bom momento e as medidas de dificuldades que sempre existiram, como essas oscilações de preços que desestabilizam toda a cadeia.
Manoel Carlos de Azevedo Ortolan
Presidente da Canaoeste.
Em meio ás notícias da crise financeira, duas deram uma injeção de ânimo ao setor sucroenergético nessas últimas semanas: os investimentos da Petrobras para adquirir participação em usinas e o anúncio do programa de financiamento de estoques, chamado dedo warrantagem, com recursos do BNDS.
A PIBIo (Petrobras biocombustíveis) quer abocanhar pelo menos 20% do total do crescimento da produção de etanol no mercado nacional por meio da aquisição de até 40% de participação em usinas. Os planos de investimentos da petrobras em biocombustíveis entre 2009 e 2013 envolve US$ 2,4 bilhões em produção, dos quais cerca de US$400 milhões este ano. O etanol receberá US$ 1,9 bilhão e o biodiesel
US$480 milhões.
Nos próximos dois meses a PBIo deve concluir a participação em pelo menos quatro projetos de novas usinas no país. Outros cinco projetos estão previstos para entrarem em operação em 2012 e mais oito entraram em 2013. Juntas, essas aquisições em participações em usinas representarão 1,9 bilhão de litros em 2013.
Alem dos investimentos da PBIo, ainda serão destinados para a logística dos biocombustíveis US$400 milhos, e outros US$500 milhões em pesquisas, via o centro pesquisas da Petrobras, o Cenpes, totalizando US$3,3 bilhões. Além da injeção de recursos no setor nesse momento de turbulências, a entrada da Petrobras, estatal brasileira de credibilidade no mercado mundial e expertise em logística e exportação, pode atrair ainda mais a atenção e interessse dos investidores estrangeiros.
Já o programa de financiamento para estocagem foi anunciado pelo ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, no ultimo dia 5. O BNDS irá destinar r$ 2,5 bilhões para financiar a estocagem de cinco bilhões de litros de etanol na safra 2009/10. Os detalhes do programa estão sendo definidos e a expectativa é que os recursos sejam disponibilizados rapidamente, já que a safra já está aí.
A formação de estoques de etanol é um meio de reduzir a volatilidade excessiva dos preços e dos volumes comercializados ao longo do ano e evitar desequilíbrio na remuneração da cadeia produtiva. Sem estoques, o combustível tende a ficar mais caro nas bombas no período da entressafra ou então o resultado é o que estamos vendo neste ano: com dificuldades de acesso ao crédito por conta da crise, muitas indústrias estão vendendo o produto a preços baixos para fazer caixa e isso desequilibra o setor.
Essa ajuda do governo vem em boa hora, mas é importante que a cadeia produtiva também faça a sua parte, buscando maior organização e ordenamento de seus elos.
Os fudamentos do setor continuam positivos, apenas da crise mundial: deve haver recuperação nos preços do açúcar e aumento nas exportações brasileiras do produto e a demanda de etanol seguirá crescente. o setor precisa aproveitar esse bom momento e as medidas de dificuldades que sempre existiram, como essas oscilações de preços que desestabilizam toda a cadeia.
Manoel Carlos de Azevedo Ortolan
Presidente da Canaoeste.
SISTEMA DE LUBRFICAÇÃO
Tem a função de diminuir o atrito das peças do motor que se movimentão através de uma pelicola formada pelo óleo lubrificante.
COMPONENTES: Cárter
Bomba de óleo
Filtro
Válvula de desvio
Galerias internas
Válvula de alivio
Resfriador de óleo
Esguicho de óleo
CÁRTER: É o reservatório do óleo lubrificante e está sob posto ao bloco do motor.
BOMBA DE ÓLEO: Secciona o óleo lubrificante do cárter, bombeando-o para as galerias de lubrificação.
FILTRO: Está localizado no fluxo de pressão do óleo lubrificante da galerias internas, é constituído de papel poroso, impedindo a passagem das particolas abrasivas que estão contidas no óleo
GALERIAS INTERNAS:São cavidades por onde passa o óleo lubrificante a fim de ser distribuído para os pontos de lubrificação.
MANÓMETRO: Marca a pressão de lubrificação.
VÁLVULA DE ALIVIO: Sua função é limitar a pressão do óleo do circuito de lubrificação, desviando o excesso de óleo para o cárter.
RESFRIADOR DE ÓLEO: Incorporado a parte inferior do radiador, e utiliza a água do radiador(sistema de arrefecimento) para refrigerar o óleo do motor
ESGUINCHOS DE ÓLEO: Estão posicionados de modo a produzir um fluxo continuo de óleo na saída do pistão para dissipar o calor resultante da combustão da mistura.
COMPONENTES: Cárter
Bomba de óleo
Filtro
Válvula de desvio
Galerias internas
Válvula de alivio
Resfriador de óleo
Esguicho de óleo
CÁRTER: É o reservatório do óleo lubrificante e está sob posto ao bloco do motor.
BOMBA DE ÓLEO: Secciona o óleo lubrificante do cárter, bombeando-o para as galerias de lubrificação.
FILTRO: Está localizado no fluxo de pressão do óleo lubrificante da galerias internas, é constituído de papel poroso, impedindo a passagem das particolas abrasivas que estão contidas no óleo
GALERIAS INTERNAS:São cavidades por onde passa o óleo lubrificante a fim de ser distribuído para os pontos de lubrificação.
MANÓMETRO: Marca a pressão de lubrificação.
VÁLVULA DE ALIVIO: Sua função é limitar a pressão do óleo do circuito de lubrificação, desviando o excesso de óleo para o cárter.
RESFRIADOR DE ÓLEO: Incorporado a parte inferior do radiador, e utiliza a água do radiador(sistema de arrefecimento) para refrigerar o óleo do motor
ESGUINCHOS DE ÓLEO: Estão posicionados de modo a produzir um fluxo continuo de óleo na saída do pistão para dissipar o calor resultante da combustão da mistura.
segunda-feira, 18 de maio de 2009
SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO DE COMBUSTIVEL
O COMBÚSTIVEL NECESSARIO PARA O FUNCIONAMENTO DO MOTOR É SUGADO DO RESERVATÓRIO ATRAVÉS DA BOMBA ALIMENTADORA, ENTÃO PELA BOMBA INJETORA E PELOS BICOS INJETORES É PULVERIZADO PARA O INTERIOR DOS CILINDROS.
ABASTEÇA O TAQUE DIARIAMENTE APÓS A JORNADA DE TRABALHO, PARA EVITAR A FORMAÇÃO DE ÁGUA E A CONTAMINAÇÃO DO ÓLEO.
O SISTEMA DE COMBUSTIVEL POSSUI OS SEGUINTES COMPONENTES:
RESERVATÓRIO
PESCADOR
COPO SEDIMENTADOR
BOMBA ALIMENTADORA
FILTRO DE COMBUSTIVEL
BOMBA INJETORA
BICO INJETOR
TUBO DE RETORNO
RESERVATÓRIO: ARMAZENA O COMBUSTIVEL PARA UMA AUTONOMIA EM TORNO DE 10 HORAS DE TRABALHO.
A TAMPA DO TANQUE POSSUI UMA VÁLVULA QUE PERMITE A ENTRADA DE AR COMPENSANDO O VOLUME DE COMBUSTIVEL CONSUMIDO.
PESCADOR: TEM A FUNÇÃO DE PUXAR O COMBUSTIVEL.
COPO SEDIMENTADOR: SEPARA A ÁGUA DO COMBUSTIVEL
BOMBA ALIMENTADORA: TEM A FUNÇÃO DE TRANSFERIR O COMBUSTIVEL DO RESERVATÓRIO ATÉ A BOMBA INJETORA.
FILTRO DE COMBUSTIVEL:TEM A FUNÇÃO DE FILTRA O COMBUSTIVEL, SEPARANDO AS IMPUREZAS.
BOMBA INJETORA: A BOMBA INJETORA ENVIA SOB PRESSÃO A QUANTIDADE NECESSARIA DE COMBUSTIVEL SOB FORMA DE SPRAY NO INTERIOR DA CAMARA DE COMBUSTÃO.
TUBO DE RETORNO: CONDUZ A SOBRA DO COMBUSTIVEL DOS INJETORES PARA O TANQUE. ESTÁ SOBRA FAZ A LUBRIFICAÇÃO, RESFRIAMENTO E LIMPEZA NOS INJETORES.
ABASTEÇA O TAQUE DIARIAMENTE APÓS A JORNADA DE TRABALHO, PARA EVITAR A FORMAÇÃO DE ÁGUA E A CONTAMINAÇÃO DO ÓLEO.
O SISTEMA DE COMBUSTIVEL POSSUI OS SEGUINTES COMPONENTES:
RESERVATÓRIO
PESCADOR
COPO SEDIMENTADOR
BOMBA ALIMENTADORA
FILTRO DE COMBUSTIVEL
BOMBA INJETORA
BICO INJETOR
TUBO DE RETORNO
RESERVATÓRIO: ARMAZENA O COMBUSTIVEL PARA UMA AUTONOMIA EM TORNO DE 10 HORAS DE TRABALHO.
A TAMPA DO TANQUE POSSUI UMA VÁLVULA QUE PERMITE A ENTRADA DE AR COMPENSANDO O VOLUME DE COMBUSTIVEL CONSUMIDO.
PESCADOR: TEM A FUNÇÃO DE PUXAR O COMBUSTIVEL.
COPO SEDIMENTADOR: SEPARA A ÁGUA DO COMBUSTIVEL
BOMBA ALIMENTADORA: TEM A FUNÇÃO DE TRANSFERIR O COMBUSTIVEL DO RESERVATÓRIO ATÉ A BOMBA INJETORA.
FILTRO DE COMBUSTIVEL:TEM A FUNÇÃO DE FILTRA O COMBUSTIVEL, SEPARANDO AS IMPUREZAS.
BOMBA INJETORA: A BOMBA INJETORA ENVIA SOB PRESSÃO A QUANTIDADE NECESSARIA DE COMBUSTIVEL SOB FORMA DE SPRAY NO INTERIOR DA CAMARA DE COMBUSTÃO.
TUBO DE RETORNO: CONDUZ A SOBRA DO COMBUSTIVEL DOS INJETORES PARA O TANQUE. ESTÁ SOBRA FAZ A LUBRIFICAÇÃO, RESFRIAMENTO E LIMPEZA NOS INJETORES.
ELEMENTO FILTRANTE SECUNDARIO
PERIODO DE TROCA: DEVE SER TROCADO A CADA 1000 HORAS DE TRABALHO OU ANUALMENTE.
PARA O ELEMENTO DE SEGURANÇA NÃO EXISTE LIMPEZA
PARA O ELEMENTO DE SEGURANÇA NÃO EXISTE LIMPEZA
ELEMENTO FILTRANTE PRINCIPAL
O ELEMENTO FILTRATE PRINCIPAL DEVE SER LIMPO QUANDO A FAIXA VERMELHA DO INDICADOR DE RESTRIÇÃO SUBIR PARA A TRANSPARENCIA, ACUSADO A OBSTRUÇÃO DOS POROS PELAS PARTICOLAS DE SUJEIRA.
O NUMERO MAXIMO DE LIMPEZA PARA CADA ELEMENTO É DE CINCO VEZES.
LIMPEZA:1-)REMOVA O ELEMENTO FILTRANTE DA CARCAÇA.
2-) BATA COM A PALMA DA MÃO, GIRANDO-O AO MESMO TEMPO, ATÉ ELIMINAR A POEIRA MAIS GROSSA.
3-) APLIQUE JATOS DE AR COMPRIMINDO O ELEMENTO FILTRANTE, NO SENTIDO DE DENTRO PARA FORA, NÃO EXCEDENDO A 5KG/CM2 (70LB/POL2).
4-) INTRODUZA UMA LAMPADA OU LANTERNA NO INTERIOR DO ELEMENTO. E VERIFIQUE A EXISTENCIA DE FUROS OU RASGO.
O NUMERO MAXIMO DE LIMPEZA PARA CADA ELEMENTO É DE CINCO VEZES.
LIMPEZA:1-)REMOVA O ELEMENTO FILTRANTE DA CARCAÇA.
2-) BATA COM A PALMA DA MÃO, GIRANDO-O AO MESMO TEMPO, ATÉ ELIMINAR A POEIRA MAIS GROSSA.
3-) APLIQUE JATOS DE AR COMPRIMINDO O ELEMENTO FILTRANTE, NO SENTIDO DE DENTRO PARA FORA, NÃO EXCEDENDO A 5KG/CM2 (70LB/POL2).
4-) INTRODUZA UMA LAMPADA OU LANTERNA NO INTERIOR DO ELEMENTO. E VERIFIQUE A EXISTENCIA DE FUROS OU RASGO.
terça-feira, 12 de maio de 2009
O PODER DA SUA ATITUDE
O PODER DE SUA ATITUDE
Vejo, cada vez, mais pessoas acharem que não conseguirão algo porque não se vêem concretizando o que desejam.
Nos dias atuais, onde o Brasil está pagando a conta de uma crise originada na falta de liquidez bancária americana, tenho observado crecer esse sentimento do “não vou conseguir”, “agora é que vai ficar difícil”, e por aí vai.
Em todas as situações, concluo que a total responsabilidade é da ATITUDE tomada por essas pessoas ou pela falta de atitude dessas mesmas pessoas. É fundamental lembrarmos que as atitudes estão acima de tudo e influenciam as nossas ações. São elas que podem fazer ou deixar de fazer uma diferença incrível na vida.
Se você prestar bem atenção, vai notar que quando nos deparamos diante de um obstáculo, uma dificuldade ou um desafio, sempre surge aquela vontade de fazer o que nos parece mais fácil: parar, desistir, mudar de idéia, etc..
Corrigir as nossas atitudes é nos capacitar a entender que a perseverança é o caminho para a realização de nossas pretensões. Equipados com uma nova atitude, passamos a encarar o sucesso como algo extremamente possível.
Pense nas pessoas que conhece e que para identificá-las basta lembrarmos de suas atitudes:
Para ele tudo é sempre viável!
Ela está sempre tomando a frente das situações difíceis. Nunca desiste!
Não sei como ele consegue sempre estar sorrindo independente da dificuldade!
Essas pessoas são do tipo que você gosta de ter ao seu lado, não? São desejadas para trabalhar em equipe, são excelentes visitas.
Porém, existem outras que sei que você não faz questão de tê-las do lado:
Você conhece o Alencar? Se não houver um problema ele inventa.
Sei que ela inteligente, mas a sua arrogância!
Almocei com ele. A julgar como fala, você fica depressivo. Ele não para de reafirmar que nunca lhe acontece nda de bom.
São nossas atitudes que nos fazem ser lembrados. É sempre uma escolha só sua – para melhor ou para pior.
Imagine que voce acabou de ser demitido. Diante disso, voce pode entrar em depressão, porque vai ser difícil encontrar um outro emprego pela sua idade, experiência, crise ou, pode atualizar o seu currículo, aumentar o seu grau de conhecimento, estudar um segmento, elaorar um plano de ação para uma empresa e se apresentar com tudo isto para se habilitar a uma oportunidade. Mas se mesmo assim voce não conseguir o emprego, você pode desistir e entrar em depressão(mais uma vez na vida) ou pode analisar o que lhe faltou, corrigir a falha, sair atrás de novo e continuar quantas vezes forem necessárias, sempre agregando mais valor as suas ferramentas.
Uma coisa é certa: de uma maneira ou de outra você vai conseguir o que a sua atitude determinará!
Acreditar em você, é o caminho!
Até a próxima.
Gonçalo Pontes Júnior
Vejo, cada vez, mais pessoas acharem que não conseguirão algo porque não se vêem concretizando o que desejam.
Nos dias atuais, onde o Brasil está pagando a conta de uma crise originada na falta de liquidez bancária americana, tenho observado crecer esse sentimento do “não vou conseguir”, “agora é que vai ficar difícil”, e por aí vai.
Em todas as situações, concluo que a total responsabilidade é da ATITUDE tomada por essas pessoas ou pela falta de atitude dessas mesmas pessoas. É fundamental lembrarmos que as atitudes estão acima de tudo e influenciam as nossas ações. São elas que podem fazer ou deixar de fazer uma diferença incrível na vida.
Se você prestar bem atenção, vai notar que quando nos deparamos diante de um obstáculo, uma dificuldade ou um desafio, sempre surge aquela vontade de fazer o que nos parece mais fácil: parar, desistir, mudar de idéia, etc..
Corrigir as nossas atitudes é nos capacitar a entender que a perseverança é o caminho para a realização de nossas pretensões. Equipados com uma nova atitude, passamos a encarar o sucesso como algo extremamente possível.
Pense nas pessoas que conhece e que para identificá-las basta lembrarmos de suas atitudes:
Para ele tudo é sempre viável!
Ela está sempre tomando a frente das situações difíceis. Nunca desiste!
Não sei como ele consegue sempre estar sorrindo independente da dificuldade!
Essas pessoas são do tipo que você gosta de ter ao seu lado, não? São desejadas para trabalhar em equipe, são excelentes visitas.
Porém, existem outras que sei que você não faz questão de tê-las do lado:
Você conhece o Alencar? Se não houver um problema ele inventa.
Sei que ela inteligente, mas a sua arrogância!
Almocei com ele. A julgar como fala, você fica depressivo. Ele não para de reafirmar que nunca lhe acontece nda de bom.
São nossas atitudes que nos fazem ser lembrados. É sempre uma escolha só sua – para melhor ou para pior.
Imagine que voce acabou de ser demitido. Diante disso, voce pode entrar em depressão, porque vai ser difícil encontrar um outro emprego pela sua idade, experiência, crise ou, pode atualizar o seu currículo, aumentar o seu grau de conhecimento, estudar um segmento, elaorar um plano de ação para uma empresa e se apresentar com tudo isto para se habilitar a uma oportunidade. Mas se mesmo assim voce não conseguir o emprego, você pode desistir e entrar em depressão(mais uma vez na vida) ou pode analisar o que lhe faltou, corrigir a falha, sair atrás de novo e continuar quantas vezes forem necessárias, sempre agregando mais valor as suas ferramentas.
Uma coisa é certa: de uma maneira ou de outra você vai conseguir o que a sua atitude determinará!
Acreditar em você, é o caminho!
Até a próxima.
Gonçalo Pontes Júnior
MOTIVAÇÃO
Motivação = Motivo + Ação
Cada vez mais em voga, esta palavra ” motivação” tem se tornado uma ferramenta imprescindível tanto para a empresa, como para a sua força de trabalho.
Entendo ser esta ferramenta tão importante para o mercado como o banho é para o ser humano.
Se prestarmos atenção, esta palavra é formada por duas: motivo + ação. Diante desse contexto, deixo para você duas perguntas:
Que motivo(s) você tem para passar a ter uma ação referencial, pessoal ou profissionalmente falando?
Que motivos(s) a sua empresa dá para que os seus colaboradores possam passar a ter comportamento que fidelizem seus clientes?
É aí que tudo fica mais compreensivo, mais fácil!
No momento em que respondemos a estas indagações, começamos a entender o que nos aconteceu, acontece ou acontecerá.
Todavia, não podemos achar que apenas porque temos um motivo, nossas ações vão mudar facilmente. Norteando o motivo, estão os dificuldades, adversidades e obstáculos, que de uma vez por todas passaram a fazer parte do jogo chamado “sucesso”.
Mao Tse Tung, já dizia que uma longa caminhada começa sempre com o primeiro passo. Com isso, é fundamental sabermos que é o conjunto que muda a ação. Muitos profissionais acham que tendo o motivo, a vida mudará para melhor e por isso vivem clamando por campanhas de prêmios, promoções, etc.
De vez em quando, após minhas palestras conversando com meu público, ouço falar que felicidade é sucesso, é conseguir um emprego, ser promovido, trabalhar no que gosta de fazer, ganhar muito e por aí vai!
Pergunto a você: será?
Claro que não. Não basta só isso. É necessário a conscientização de que tudo que vem fácil, vai fácil. É fundamental entender que as pessoas mais admiradas são aquelas que não desistem, perseveram, acreditam.
Temos que parar de não fazer o que os outros não fizeram, simplesmente porque eles não fizeram. “A lição da aranha não é para mosca”.
Felicidade é se encontrar pronto e disposto para a luta na perseguição dos sonhos.
Dennis Saully em um magnífico momento de reflexão disse: ” não se intimide com o mundo à sua volta. A maioria das pessoas não tem solução a propor”.
Analise as suas perspectivas, são elas o seu maior motivo para ação.
Cada vez mais em voga, esta palavra ” motivação” tem se tornado uma ferramenta imprescindível tanto para a empresa, como para a sua força de trabalho.
Entendo ser esta ferramenta tão importante para o mercado como o banho é para o ser humano.
Se prestarmos atenção, esta palavra é formada por duas: motivo + ação. Diante desse contexto, deixo para você duas perguntas:
Que motivo(s) você tem para passar a ter uma ação referencial, pessoal ou profissionalmente falando?
Que motivos(s) a sua empresa dá para que os seus colaboradores possam passar a ter comportamento que fidelizem seus clientes?
É aí que tudo fica mais compreensivo, mais fácil!
No momento em que respondemos a estas indagações, começamos a entender o que nos aconteceu, acontece ou acontecerá.
Todavia, não podemos achar que apenas porque temos um motivo, nossas ações vão mudar facilmente. Norteando o motivo, estão os dificuldades, adversidades e obstáculos, que de uma vez por todas passaram a fazer parte do jogo chamado “sucesso”.
Mao Tse Tung, já dizia que uma longa caminhada começa sempre com o primeiro passo. Com isso, é fundamental sabermos que é o conjunto que muda a ação. Muitos profissionais acham que tendo o motivo, a vida mudará para melhor e por isso vivem clamando por campanhas de prêmios, promoções, etc.
De vez em quando, após minhas palestras conversando com meu público, ouço falar que felicidade é sucesso, é conseguir um emprego, ser promovido, trabalhar no que gosta de fazer, ganhar muito e por aí vai!
Pergunto a você: será?
Claro que não. Não basta só isso. É necessário a conscientização de que tudo que vem fácil, vai fácil. É fundamental entender que as pessoas mais admiradas são aquelas que não desistem, perseveram, acreditam.
Temos que parar de não fazer o que os outros não fizeram, simplesmente porque eles não fizeram. “A lição da aranha não é para mosca”.
Felicidade é se encontrar pronto e disposto para a luta na perseguição dos sonhos.
Dennis Saully em um magnífico momento de reflexão disse: ” não se intimide com o mundo à sua volta. A maioria das pessoas não tem solução a propor”.
Analise as suas perspectivas, são elas o seu maior motivo para ação.
O VERDADEIRO SIGNIFICADO DE BUSCAR E ENCONTRAR A FELICIDADE
O Verdadeiro Significado de Buscar e Encontrar a Felicidade
Por onde passo, por onde falo, por onde trabalho, encontro sempre pessoas que se perguntam o como encontrar a melhor forma de se viver – alguns entendem isso como felicidade.
Tenho escrito, de vez em quando, algo a este respeito. Porém, a cada lição que a vida me dá, encontro mais o que escrever sobre isto.
Ultimamente tenho me centrado muito no término de meu livro – A ATITUDE É SUA. A CONSEQUÊNCIA TAMBÉM! Pelo próprio título escolhido, não poderia deixar de ter um capítulo especialmente dedicado a tão instigantes pensamentos: A BUSCA DA FELICIDADE ATRAVÉS DE NOSSAS ATITUDES.
Ron Willinlinghan, um famoso escritor norte americano, em de seus belíssimos livros, de forma resumida e direta, afirma que “temos que fazer as coisas certas porque as coisas certas são para ser feitas”.
Se começarmos a nos debruçar sobre esta afirmativa, certamente concluiremos que é esta a forma de melhor se viver e, portanto, encontrar o que todos buscamos na vida: SERMOS FELIZES!
Aí você vai dizer: MAS ISTO NÃO É FÁCIL!
E, logicamente vou concordar com você, todavia vou lembrá-lo que para virmos ao mundo tivemos que disputar com cerca de 400 milhões de espermatozóides o único lugar no óvulo de nossa mãe. Ou seja, até para nascer tivemos que lutar e correr mais que os outros. Por isso sempre digo que ser feliz será sempre uma opção de busca.
Bem, entendido que não é fácil (lembre-se: isso é regra) ser feliz, vou dar três dicas que podem facilitar a sua caminhada e as comentarei:
1 – Entenda que as pessoas têm limites e que nenhuma delas tem a obrigação de ser igual a você ou fazerem algo apenas porque você deseja que elas façam;
Comentário: Por vezes achamos que alguém tem que mudar ser mais humilde, etc.. Quando Deus o fez, ele também lhe estabeleceu limites, às vezes maiores que os de outras pessoas. Imagine que você ficou chateado com um amigo e por você ter razão, acha que ele é que tem que pedir desculpas! Aí vai a minha pergunta: se ele é limitado para entender isso (às vezes por falta de humildade, às vezes porque é cabeça dura…) será que não vale a pena, por a sua capacidade de entendimento humano ser maior que a dele, você passar por cima disso e voltar a tê-lo como verdadeiro amigo sem mágoas?
Conclusão: Buscar a felicidade é saber dos limites dos outros e aprender a conviver com eles, nunca buscando copiá-los. Lembre-se sempre, o fato de você ter a capacidade de ser mais compreensivo que outras pessoas, não é um dom divino para ficar guardado, mas para ser utilizado.
2 – Descubra a necessidade das pessoas e faça algo para ajudá-las;
Comentário: Vivemos uma época em que a cada dia, menos as pessoas se preocupam com outros. Até mesmo nós mesmos estamos escolhendo um velório para reencontrar toda a família reunida! Ouça mais, faça mais, se preocupe mais com as pessoas ao seu redor, muitas delas estão precisando apenas de um ombro ou um ouvido;
Conclusão: A felicidade é uma reação de alguma ação que se faz ou se propaga. Não ouvimos mais “EU TE AMO” porque deixamos de dizer isto. Veja que os dias estão se passando com uma velocidade enorme, exatamente porque a preocupação do TER é maior que a do SER. Experimente hoje fazer uma surpresa inesperada a quem você ama, mas não o/a ver já há algum tempo; olhe bem nos olhos desta pessoa, no momento desse encontro, que a verdadeira felicidade não está na marca de uma roupa ou no modelo de um carro, mas no brilho dos olhos dos seres humanos!
3 – Assuma de uma vez por todas a responsabilidade de seus resultados: creia que é de suas atitudes que eles dependem, muitos de nós temos esperado que os resultados que almejamos caiam do céu através de mega-sena, quando eles só ocorrerão quando tivermos a consciência que o que desejamos depende única e exclusivamente de nossa ousadia, iniciativa e vontade.
Comentário: acorde para um novo tempo. Hoje você já não precisa tanto dos outros como em épocas passadas, pois é você que diz como pelas pessoas deseja ser lembrado. Mude agora as suas estratégias, atualize-as – é disso que você está precisando.
Conclusão: Metalize o que desejas, ponha em um papel e monte o como vais conseguir. Se dê um tempo para isso ocorrer. Lembre-se: se encontrares dificuldades é porque estás no caminho certo!
Com essas dicas bem aproveitadas:
- você será mais confiante e confiável;
- as pessoas vão querer você do lado;
- você se tornará um referencial, um exemplo de vida;
- as conquistas e oportunidades surgirão mais cotidianamente;
- será mais criativo e reconhecido.
Então, mãos a obra e corra para a felicidade – ELA ESTÁ DEPENDENDO APENAS DE VOCE.
Até a próxima.
Gonçalo Pontes Júnior
Por onde passo, por onde falo, por onde trabalho, encontro sempre pessoas que se perguntam o como encontrar a melhor forma de se viver – alguns entendem isso como felicidade.
Tenho escrito, de vez em quando, algo a este respeito. Porém, a cada lição que a vida me dá, encontro mais o que escrever sobre isto.
Ultimamente tenho me centrado muito no término de meu livro – A ATITUDE É SUA. A CONSEQUÊNCIA TAMBÉM! Pelo próprio título escolhido, não poderia deixar de ter um capítulo especialmente dedicado a tão instigantes pensamentos: A BUSCA DA FELICIDADE ATRAVÉS DE NOSSAS ATITUDES.
Ron Willinlinghan, um famoso escritor norte americano, em de seus belíssimos livros, de forma resumida e direta, afirma que “temos que fazer as coisas certas porque as coisas certas são para ser feitas”.
Se começarmos a nos debruçar sobre esta afirmativa, certamente concluiremos que é esta a forma de melhor se viver e, portanto, encontrar o que todos buscamos na vida: SERMOS FELIZES!
Aí você vai dizer: MAS ISTO NÃO É FÁCIL!
E, logicamente vou concordar com você, todavia vou lembrá-lo que para virmos ao mundo tivemos que disputar com cerca de 400 milhões de espermatozóides o único lugar no óvulo de nossa mãe. Ou seja, até para nascer tivemos que lutar e correr mais que os outros. Por isso sempre digo que ser feliz será sempre uma opção de busca.
Bem, entendido que não é fácil (lembre-se: isso é regra) ser feliz, vou dar três dicas que podem facilitar a sua caminhada e as comentarei:
1 – Entenda que as pessoas têm limites e que nenhuma delas tem a obrigação de ser igual a você ou fazerem algo apenas porque você deseja que elas façam;
Comentário: Por vezes achamos que alguém tem que mudar ser mais humilde, etc.. Quando Deus o fez, ele também lhe estabeleceu limites, às vezes maiores que os de outras pessoas. Imagine que você ficou chateado com um amigo e por você ter razão, acha que ele é que tem que pedir desculpas! Aí vai a minha pergunta: se ele é limitado para entender isso (às vezes por falta de humildade, às vezes porque é cabeça dura…) será que não vale a pena, por a sua capacidade de entendimento humano ser maior que a dele, você passar por cima disso e voltar a tê-lo como verdadeiro amigo sem mágoas?
Conclusão: Buscar a felicidade é saber dos limites dos outros e aprender a conviver com eles, nunca buscando copiá-los. Lembre-se sempre, o fato de você ter a capacidade de ser mais compreensivo que outras pessoas, não é um dom divino para ficar guardado, mas para ser utilizado.
2 – Descubra a necessidade das pessoas e faça algo para ajudá-las;
Comentário: Vivemos uma época em que a cada dia, menos as pessoas se preocupam com outros. Até mesmo nós mesmos estamos escolhendo um velório para reencontrar toda a família reunida! Ouça mais, faça mais, se preocupe mais com as pessoas ao seu redor, muitas delas estão precisando apenas de um ombro ou um ouvido;
Conclusão: A felicidade é uma reação de alguma ação que se faz ou se propaga. Não ouvimos mais “EU TE AMO” porque deixamos de dizer isto. Veja que os dias estão se passando com uma velocidade enorme, exatamente porque a preocupação do TER é maior que a do SER. Experimente hoje fazer uma surpresa inesperada a quem você ama, mas não o/a ver já há algum tempo; olhe bem nos olhos desta pessoa, no momento desse encontro, que a verdadeira felicidade não está na marca de uma roupa ou no modelo de um carro, mas no brilho dos olhos dos seres humanos!
3 – Assuma de uma vez por todas a responsabilidade de seus resultados: creia que é de suas atitudes que eles dependem, muitos de nós temos esperado que os resultados que almejamos caiam do céu através de mega-sena, quando eles só ocorrerão quando tivermos a consciência que o que desejamos depende única e exclusivamente de nossa ousadia, iniciativa e vontade.
Comentário: acorde para um novo tempo. Hoje você já não precisa tanto dos outros como em épocas passadas, pois é você que diz como pelas pessoas deseja ser lembrado. Mude agora as suas estratégias, atualize-as – é disso que você está precisando.
Conclusão: Metalize o que desejas, ponha em um papel e monte o como vais conseguir. Se dê um tempo para isso ocorrer. Lembre-se: se encontrares dificuldades é porque estás no caminho certo!
Com essas dicas bem aproveitadas:
- você será mais confiante e confiável;
- as pessoas vão querer você do lado;
- você se tornará um referencial, um exemplo de vida;
- as conquistas e oportunidades surgirão mais cotidianamente;
- será mais criativo e reconhecido.
Então, mãos a obra e corra para a felicidade – ELA ESTÁ DEPENDENDO APENAS DE VOCE.
Até a próxima.
Gonçalo Pontes Júnior
NA ALTA TEMPERATURA, VOÇÊ É OVO CENOURA OU CAFÉ
Na alta temperatura: você é ovo, cenoura ou café?
Conta uma história, que todas as vezes que o filho enfrentava uma dificuldades reclamava à mãe e chorava. Cada vez com mais repetições, ele passou a indagar se as outras crianças também tinham tantas dificuldades como ele. Achava que não, pois não as via reclamar.
Sua mãe então, o chamou até a cozinha, pediu-lhe a sua total atenção, pegou um ovo, uma cenoura e pó de café, e os colocou com água, em panelas diferentes, para ferver no fogão.
Após a fervura, retirou os citados ingredientes de suas respectivas panelas e pôs todos na mesa de frente para a criança.
Sem nada entender, sua mãe falou: você viu que coloquei tudo para ferver e após a fervura veja que a cenoura ficou mole, sem a sua resistência inicial; veja também que o ovo endureceu, ficou rígido; mas, preste atenção que o café ficou gostoso, saboroso e que ele só tomou gosto depois de bem fervido, de muita temperatura!
Meu filho, continuou a mãe, estes três ingredientes foram postos diante da mesma temperatura, da mesma dificuldade, da mesma situação. Voce viu que um deles endureceu, o outro amoleceu e o último ficou saboroso.
Diante disso quero lhe perguntar: quando estás diante de uma dificuldade, como preferes ser visto pelas pessoas – uma cenoura, um ovo ou um maravilhoso café?
Essa interessante historinha, me leva diariamente a essa mesma pergunta: COMO DESEJO SER VISTO PELAS PESSOAS QUANDO ESTOU DIANTE DAS DIFICULDADES?
Que tal se voce também, agora se fizer a mesma pergunta!
A vida que diariamente vivemos tem como regra inicial o enfrentamento de dificuldades – e esse é o tempero para o reconhecimento pessoal e profissional. Ora, se isso significa estar vivo, as dificuldades são a magia do poder acordar e depender de si para alcançar o que se pretende.
É a reação diante da dificuldade que faz surgir o VENCEDOR. É o tempo que se leva para se reerguer, após uma queda, quantas vezes seja necessário, que dá a noção do potencial humano e profissional daqueles que não se cansam de continuar tentando, pois ninguém consegue o que pretende sem tentar. É bem verdade que muitos tentam e não conseguem, mas não conheço ninguém que conseguiu sem tentar.
Como eu sei que voce, após um grande fervura (leia-se dificuldades) tem o comportamento de um grande café, jamis deixe algo lhe mudar e aproveite, com isso, as oportunidades que a vida guarda para quem detém esse comportamento.
Gonçalo Júnior
Conta uma história, que todas as vezes que o filho enfrentava uma dificuldades reclamava à mãe e chorava. Cada vez com mais repetições, ele passou a indagar se as outras crianças também tinham tantas dificuldades como ele. Achava que não, pois não as via reclamar.
Sua mãe então, o chamou até a cozinha, pediu-lhe a sua total atenção, pegou um ovo, uma cenoura e pó de café, e os colocou com água, em panelas diferentes, para ferver no fogão.
Após a fervura, retirou os citados ingredientes de suas respectivas panelas e pôs todos na mesa de frente para a criança.
Sem nada entender, sua mãe falou: você viu que coloquei tudo para ferver e após a fervura veja que a cenoura ficou mole, sem a sua resistência inicial; veja também que o ovo endureceu, ficou rígido; mas, preste atenção que o café ficou gostoso, saboroso e que ele só tomou gosto depois de bem fervido, de muita temperatura!
Meu filho, continuou a mãe, estes três ingredientes foram postos diante da mesma temperatura, da mesma dificuldade, da mesma situação. Voce viu que um deles endureceu, o outro amoleceu e o último ficou saboroso.
Diante disso quero lhe perguntar: quando estás diante de uma dificuldade, como preferes ser visto pelas pessoas – uma cenoura, um ovo ou um maravilhoso café?
Essa interessante historinha, me leva diariamente a essa mesma pergunta: COMO DESEJO SER VISTO PELAS PESSOAS QUANDO ESTOU DIANTE DAS DIFICULDADES?
Que tal se voce também, agora se fizer a mesma pergunta!
A vida que diariamente vivemos tem como regra inicial o enfrentamento de dificuldades – e esse é o tempero para o reconhecimento pessoal e profissional. Ora, se isso significa estar vivo, as dificuldades são a magia do poder acordar e depender de si para alcançar o que se pretende.
É a reação diante da dificuldade que faz surgir o VENCEDOR. É o tempo que se leva para se reerguer, após uma queda, quantas vezes seja necessário, que dá a noção do potencial humano e profissional daqueles que não se cansam de continuar tentando, pois ninguém consegue o que pretende sem tentar. É bem verdade que muitos tentam e não conseguem, mas não conheço ninguém que conseguiu sem tentar.
Como eu sei que voce, após um grande fervura (leia-se dificuldades) tem o comportamento de um grande café, jamis deixe algo lhe mudar e aproveite, com isso, as oportunidades que a vida guarda para quem detém esse comportamento.
Gonçalo Júnior
PSICOLOGIA DO TRABALHO
MOTIVAÇÃO E TREINAMENTO DE PESSOAL
1. Introdução
Como já foi mencionado, em "Bases do Comportamento Humano", o ato inseguro pode ocorrer devido a não adaptação do indivíduo a máquina ou ao emprego. Existe uma alta probabilidade desta não adaptação surgir como conseqüência do desconhecimento e/ou falta de motivação do empregado. Conclui-se daí que um treinamento se faz necessário a fim de que se transmita aos empregados os conhecimentos relativos à tarefa que ele irá desempenhar e às máquinas que irá operar, no próprio ambiente de trabalho.
Este texto analisará alguns aspectos do treinamento e esclarecerá o que se entende por motivação e como esta influi no bom desempenho do empregado.
Para que se elabore um programa de treinamento, torna-se necessário um exame dos motivos que levam as pessoas a emitir certos desempenhos que são desejados, ou a não emitir tais desempenhos.
Um motivo é qualquer coisa que inicia um comportamento. Há duas classes de motivos: impulsos ou necessidades, e incentivos.
Incentivos são objetos ou condições do ambiente que estimulam o comportamento. Assim, um empregado pode não sentir a necessidade de usar óculos de segurança, mas usa-lo com freqüência, após ter presenciado o colega ao lado perder a vista.
Os impulsos ou necessidades, se dividem em duas classes:
a) Impulsos não aprendidos, ou primários, tem sua origem em processos orgânicos internos, que podem ser identificados. A fome é um exemplo.
b) Impulsos aprendidos são aqueles que se adquire através da aprendizagem.
Desejos de aprovação, realização e competição são exemplos destes impulsos adquiridos através de reforçamento recebido dos pais, professores e outros agentes reforçadores.
Assim, pode-se afirmar que os reforços utilizados para implantar impulsos em uma pessoa são os incentivos. Os incentivos serão, por exemplo, utilizados por um técnico de segurança para encorajar, ou desencorajar um empregado a agir de uma determinada maneira. Podem ser positivos, como os prêmios, ou negativos como as punições.
Suponhamos que Marcelo chega preocupado na fábrica e vai começar a trabalhar sem o seu óculos de segurança. Ao dirigir-se para a máquina, encontra uma série de cartazes colocados pelo supervisor advertindo o trabalhador dos perigos do trabalho sem o mencionado equipamento. Lembra-se, a partir daí, dos equipamentos e os coloca.
Os cartazes funcionaram como incentivos para o impulso de Marcelo, de colocar o óculo de segurança. Torna-se interessante, então, que um indivíduo esteja motivado para o seu trabalho, ou seja, exiba um impulso em direção a esse trabalho.
Neste caso, ele tem necessidade de emitir certos desempenhos e o resultado do trabalho, em contra-partida, satisfaz suas necessidades.
As três principais características do comportamento motivado são:
a) Excitação - o motivo torna o indivíduo mais ativo e inquieto. Excitação é o comportamento repleto de energia.
b) Direção - o comportamento motivado tem propósito, intenção. O indivíduo motivado tem direção, ou seja, um objetivo, uma meta.
c) Sentimento de vontade ou desejo - o sentimento de querer ou desejar é experimentado na forma de tensão, esforço e expectativa. Quando o objetivo é alcançado a tensão e o esforço desaparecem junto com a atividade.
Concluímos, portanto, que um indivíduo que exiba um comportamento motivado, estará indo de encontro à satisfação das suas necessidades. Exemplificando, impulsos primários como a fome, levam o indivíduo a comer.
Este trabalho deterá, por mais algumas linhas, nos impulsos aprendidos, pois estes podem ser manipulados pelo homem.
Existem varias teorias sobre as possíveis fontes dos motivos aprendidos.
Uma delas é a teoria das tensões corporais que afirma que todos os impulsos originam-se em desconfortos físicos. Varias objeções foram colocadas a essa teoria.
Outra teoria considera o deslocamento, que é a substituição de uma forma de satisfação menos direta por outra mais direta. Por exemplo, a tensão causada por uma briga conjugal é deslocada para outros canais, tais como agressividade no emprego.
Há ainda uma terceira teoria que estuda o condicionamento e afirma que uma pessoa aprende maneiras especificas de satisfazer seus impulsos, por causa dos reforços que recebe ao emitir de terminados comportamentos. Por exemplo, uma pessoa aprende a buscar o poder porque o exercício do poder lhe traz recompensas materiais. Assim, um ex-diretor da empresa, vai procurar retornar ao cargo porque enquanto desempenhava a função obtinha reforços como admiração, estima e alto salário.
São muitas as teorias que decorrem sobre as fontes dos motivos aprendidos. Resta-nos citar alguns destes motivos, mais especificamente, aqueles que levam a pessoa a comportar-se de uma ou outra maneira.
Experimentos feitos por Crowne e Marlowe constataram a existência da necessidade de sentir-se aprovado, no homem. Esses autores concluíram por exemplo, que uma forte necessidade de aprovação surge da vontade de se vencer um nível baixo de auto-estima. Assim, se um supervisor constata que um empregado tem muita necessidade de receber aprovação para se sentir motivado, poderá incentivar a auto-estima dessa pessoa, ressaltando aspectos positivos de seu comportamento.
Outros experimentos versam sobre a necessidade de realização e a motivação para a tarefa.
Neste artigo, usou-se constantemente os termos impulso e necessidade sem distinção. Na verdade, o impulso refere-se mais a fonte do comportamento motivado e a necessidade refere-se a finalidade do comportamento. Então, uma pessoa pode necessitar de alimento (necessidade) sem estar motivada a procurar o alimento (impulso). Nutricionistas, por exemplo, preocupam-se com as necessidades nutricionais e não com o impulso da fome.
2 - As necessidades psicológicas
Em primeiro lugar, é conveniente esclarecer que não há um modelo universal satisfatório de saúde psicológica, o que torna difícil especificar quais necessidades deverão ser satisfeitas. Outra dificuldade é que a pessoa pode, prontamente substituir uma necessidade psicológica por outra. pode-se compensar a deficiência de uma necessidade satisfazendo-se uma outra necessidade. Pesquisas tem mostrado que as necessidades psicológicas formam uma hierarquia: algumas necessidades tem prioridade sobre outras. Quando necessidades prioritárias são satisfeitas, outras aparecem. Henry Murray selecionou vinte necessidades básicas e Erick Fromm especificou cinco necessidades humanas universais. E foi Abraham Maslow (1967) quem apresentou a "Teoria da Hierarquia das Necessidades".
Maslow considera dois tipos de necessidades existentes no homem: as necessidades básicas (fome, sede, sexo, segurança, realização) e as meta-necessidades, que são qualidades espirituais tais como justiça, bondade, beleza, ordem e unidade.
É com as necessidades básicas que Maslow constrói a hierarquia que se visualiza abaixo.
Necessidades Básicas
Analisaremos, a seguir, as necessidades acima mencionadas.
2.1 - Necessidades fisiológicas
Essas necessidades representam a base da pirâmide por terem força maior. Somente quando satisfeitas, o indivíduo passará a sentir necessidade de segurança, que é o próximo degrau da escala. Essas necessidades fisiológicas, básicas para a manutenção da vida são: alimento, roupa, abrigo, etc.
2.2 - Necessidades de segurança
Fundamentalmente é a necessidade de estar livre de perigo físico, de medo e privação de necessidades fisiológicas básicas.
2.3 - Necessidade de aprovação social
Como o homem é um ser social, ele tem necessidade de participar de grupos e ser aceito pelas pessoas. Depois que um indivíduo começa a satisfazer sua necessidade de participação, geralmente deseja ser mais do que apenas um membro do grupo. Sente a necessidade de estima.
2.4 - Necessidade de estima
É a necessidade que as pessoas tem tanto de amor próprio quanto do reconhecimento dos outros.
A satisfação de tais necessidades traz sentimentos de auto-confiança.
2.5 - Necessidade de auto-realização
No topo da pirâmide encontra-se a necessidade de auto-realização. É a necessidade de realizar o máximo do potencial individual próprio.
Uma pessoa que busca a auto-realização está caminhando em direção ao uso das suas potencialidades, talentos e capacidades.
Observa-se, assim, que existe una hierarquia de necessidades no homem. Portanto, se um homem não tem satisfeitas as suas necessidades fisiológicas, ele não vai possuir a consciência das necessidades de estima, por exemplo.
3 - O Processo de Treinamento
Suponha-se um empregado recém-contratado para determinado serviço. Obviamente, ele deverá ter passado por um processo de seleção, de maneira que a adequação homem-função tenha sido conseguida. Logo após, esse homem passará por um treinamento, rápido ou não, conforme o nível de conhecimento e complexidade que apresente a função e do ambiente de trabalho.
Como seria definido esse treinamento? Osvaldo de Barros Santos coloca: "O treinamento profissional consiste na aplicação de um conjunto de princípios teóricos oriundos de Pedagogia visando a aprendizagem de novas respostas a situações específicas, a extinção de outras, indesejáveis nas mesmas situações e a preparação do organismo para futura ampliação do seu repertório de respostas".
Analisando a definição acima, por partes, conclui-se que:
a) O treinamento visa à aprendizagem através da aplicação de recursos externos.
b) A aprendizagem consiste na aquisição de novas respostas a situações específicas. Estas novas respostas incluem a extinção de respostas não desejadas numa certa situação, a ampliação do futuro repertório de respostas do organismo e a emissão de respostas adequadas a determinadas situações.
Uma questão a ser considerada pelas empresas, seria a contratação de pessoal já habilitado ou eficiente para determinada tarefa. As despesas com treinamento seriam, portanto, eliminadas. Por outro lado, vale a pena considerar que toda atividade esta inserida num panorama próprio da empresa, o que, de certa forma, confere características próprias a cada tarefa. pesquisas sobre o assunto mostram que os grupos treinados são de 10 a 40% mais eficientes do que os grupos não treinados.
Uma vez aceita a necessidade do treinamento passa-se a sua elaboração propriamente dita.
São oito os passos apontados para a implantação de um processo de treinamento:
1º passo - Levantamento de necessidades.
2º passo - Definição de objetivos específicos: descrever a função e o comportamento desejável
3º passo - Analise do trabalho: identificar pontos críticos nas tarefas e no pessoal a ser treinado.
4º passo - Determinação do modelo de treinamento: do tipo escolar ou formal e do tipo
informal, no trabalho.
5º passo - Determinação dos métodos e processos: informativos, cognitivos, comportamentais,
centrados na pessoa, etc.
6º passo - Implantação e custo: local , pessoal docente, participantes, material, equipamento, etc.
7º passo - Execução: observação progressiva dos efeitos.
8º passo - Avaliação: estudo sobre os resultados obtidos, pessoal e material utilizados.
As necessidades que uma empresa possui, de um programa de treinamento, são basicamente de três tipos:
1º - Necessidade de preparação prévia e de adaptação inicial. Esta necessidade pode ser atribuída ao antigo empregado que passa a outras funções ou ao novo empregado. O treinamento pode ocorrer antes do exercício do cargo ou função ou durante a fase inicial do trabalho, quando muitas duvidas surgem.
2º - Necessidade de correção, isto é, de eliminação de desempenhos tais como erros, imperfeições e atrasos de produção que, no caso de segurança do trabalho, levam ao acidente.
Os desempenhos observáveis, que levam a essa necessidade, são: erros e imperfeições, absenteísmo, problemas de relacionamento, rotatividade de pessoal, acidentes, redução da produtividade, reclamações do consumidor, etc.
3º - Necessidade de desenvolvimento, ou seja, preparação dos indivíduos para o futuro e para a satisfação pessoal. O treinamento aplicado aos grandes técnicos e administradores.
A ausência de pessoal-chave em certos momentos, em certos setores, é um problema com o qual se deparam as empresas.
O rodízio de empregados pelos vários setores soluciona o problema do imprevisto anteriormente mencionado. Homens-chave não podem omitir-se, deixando de treinar sucessores. Nesse caso, surge a necessidade de desenvolvimento através do treinamento.
Outros exemplos que satisfazem esta categoria de necessidades são a integração psicológica do empregado na organização; a elevação de seu nível cultural e do "status" da empresa e dos empregados; o incentivo à criatividade como recurso para solução de muitos problemas; a adaptação a novos sistemas e métodos de trabalho, e ao uso de instrumental e dispositivos mais sofisticados; a atualização do pessoal em novas técnicas, diante da evolução tecnológica; a promoção de empregados a postos de maior complexidade ou de outra especialização; o contato direto dos empregados com a clientela para perceberem suas tendências para o futuro.
A descoberta de carências, neste nível, exige muito trabalho e atenção. Organizações já foram destruídas porque seus elementos não souberam enfrentar rápidas mudanças. A atenção ao homem como pessoa e não como mero produtor poderá elevar a motivação dos elementos e colocar a empresa numa posição de vanguarda, tanto no que diz respeito ao bem estar social quanto à produção.
O progresso profissional , a assistência e o reconhecimento pelo trabalho que se faz são variáveis comprovadamente relevantes nos estudos sobre motivação. Um treinamento nessa linha fará com que os profissionais da empresa mobilizem melhor os seus recursos, em benefcio, não somente de si próprios mas também da organização.
Existe um ponto, porém, que ainda não foi mencionado e é de suma importância para a análise do treinamento. É imperiosa uma descrição pormenorizada das tarefas e operações da empresa. Somente com essa descrição, pode-se visualizar o desempenho desejável para cada tarefa ou operação. É a partir de desempenho desejado, proceder ao processo de treinamento para que tal desempenho seja obtido. Durante o processo de treinamento, reforçar cada desempenho que esteja próximo ao comportamento desejado, é um principio fundamental.
No que diz respeito a segurança, os responsáveis pelo treinamento deverão fazer ressaltar os comportamentos seguros, chegando a transmitir a noção de que tais comportamentos vão de encontro às necessidade básicas do homem. Assim, reforçados os desempenhos seguros, estes irão aumentar de freqüência até atingirem o ponto em que elogios (reforços) não serão mais necessários, pois, o objetivo básico do trabalhador será o comportamento seguro apenas para satisfazer a sua necessidade de preservação enquanto ser humano.
1. Introdução
Como já foi mencionado, em "Bases do Comportamento Humano", o ato inseguro pode ocorrer devido a não adaptação do indivíduo a máquina ou ao emprego. Existe uma alta probabilidade desta não adaptação surgir como conseqüência do desconhecimento e/ou falta de motivação do empregado. Conclui-se daí que um treinamento se faz necessário a fim de que se transmita aos empregados os conhecimentos relativos à tarefa que ele irá desempenhar e às máquinas que irá operar, no próprio ambiente de trabalho.
Este texto analisará alguns aspectos do treinamento e esclarecerá o que se entende por motivação e como esta influi no bom desempenho do empregado.
Para que se elabore um programa de treinamento, torna-se necessário um exame dos motivos que levam as pessoas a emitir certos desempenhos que são desejados, ou a não emitir tais desempenhos.
Um motivo é qualquer coisa que inicia um comportamento. Há duas classes de motivos: impulsos ou necessidades, e incentivos.
Incentivos são objetos ou condições do ambiente que estimulam o comportamento. Assim, um empregado pode não sentir a necessidade de usar óculos de segurança, mas usa-lo com freqüência, após ter presenciado o colega ao lado perder a vista.
Os impulsos ou necessidades, se dividem em duas classes:
a) Impulsos não aprendidos, ou primários, tem sua origem em processos orgânicos internos, que podem ser identificados. A fome é um exemplo.
b) Impulsos aprendidos são aqueles que se adquire através da aprendizagem.
Desejos de aprovação, realização e competição são exemplos destes impulsos adquiridos através de reforçamento recebido dos pais, professores e outros agentes reforçadores.
Assim, pode-se afirmar que os reforços utilizados para implantar impulsos em uma pessoa são os incentivos. Os incentivos serão, por exemplo, utilizados por um técnico de segurança para encorajar, ou desencorajar um empregado a agir de uma determinada maneira. Podem ser positivos, como os prêmios, ou negativos como as punições.
Suponhamos que Marcelo chega preocupado na fábrica e vai começar a trabalhar sem o seu óculos de segurança. Ao dirigir-se para a máquina, encontra uma série de cartazes colocados pelo supervisor advertindo o trabalhador dos perigos do trabalho sem o mencionado equipamento. Lembra-se, a partir daí, dos equipamentos e os coloca.
Os cartazes funcionaram como incentivos para o impulso de Marcelo, de colocar o óculo de segurança. Torna-se interessante, então, que um indivíduo esteja motivado para o seu trabalho, ou seja, exiba um impulso em direção a esse trabalho.
Neste caso, ele tem necessidade de emitir certos desempenhos e o resultado do trabalho, em contra-partida, satisfaz suas necessidades.
As três principais características do comportamento motivado são:
a) Excitação - o motivo torna o indivíduo mais ativo e inquieto. Excitação é o comportamento repleto de energia.
b) Direção - o comportamento motivado tem propósito, intenção. O indivíduo motivado tem direção, ou seja, um objetivo, uma meta.
c) Sentimento de vontade ou desejo - o sentimento de querer ou desejar é experimentado na forma de tensão, esforço e expectativa. Quando o objetivo é alcançado a tensão e o esforço desaparecem junto com a atividade.
Concluímos, portanto, que um indivíduo que exiba um comportamento motivado, estará indo de encontro à satisfação das suas necessidades. Exemplificando, impulsos primários como a fome, levam o indivíduo a comer.
Este trabalho deterá, por mais algumas linhas, nos impulsos aprendidos, pois estes podem ser manipulados pelo homem.
Existem varias teorias sobre as possíveis fontes dos motivos aprendidos.
Uma delas é a teoria das tensões corporais que afirma que todos os impulsos originam-se em desconfortos físicos. Varias objeções foram colocadas a essa teoria.
Outra teoria considera o deslocamento, que é a substituição de uma forma de satisfação menos direta por outra mais direta. Por exemplo, a tensão causada por uma briga conjugal é deslocada para outros canais, tais como agressividade no emprego.
Há ainda uma terceira teoria que estuda o condicionamento e afirma que uma pessoa aprende maneiras especificas de satisfazer seus impulsos, por causa dos reforços que recebe ao emitir de terminados comportamentos. Por exemplo, uma pessoa aprende a buscar o poder porque o exercício do poder lhe traz recompensas materiais. Assim, um ex-diretor da empresa, vai procurar retornar ao cargo porque enquanto desempenhava a função obtinha reforços como admiração, estima e alto salário.
São muitas as teorias que decorrem sobre as fontes dos motivos aprendidos. Resta-nos citar alguns destes motivos, mais especificamente, aqueles que levam a pessoa a comportar-se de uma ou outra maneira.
Experimentos feitos por Crowne e Marlowe constataram a existência da necessidade de sentir-se aprovado, no homem. Esses autores concluíram por exemplo, que uma forte necessidade de aprovação surge da vontade de se vencer um nível baixo de auto-estima. Assim, se um supervisor constata que um empregado tem muita necessidade de receber aprovação para se sentir motivado, poderá incentivar a auto-estima dessa pessoa, ressaltando aspectos positivos de seu comportamento.
Outros experimentos versam sobre a necessidade de realização e a motivação para a tarefa.
Neste artigo, usou-se constantemente os termos impulso e necessidade sem distinção. Na verdade, o impulso refere-se mais a fonte do comportamento motivado e a necessidade refere-se a finalidade do comportamento. Então, uma pessoa pode necessitar de alimento (necessidade) sem estar motivada a procurar o alimento (impulso). Nutricionistas, por exemplo, preocupam-se com as necessidades nutricionais e não com o impulso da fome.
2 - As necessidades psicológicas
Em primeiro lugar, é conveniente esclarecer que não há um modelo universal satisfatório de saúde psicológica, o que torna difícil especificar quais necessidades deverão ser satisfeitas. Outra dificuldade é que a pessoa pode, prontamente substituir uma necessidade psicológica por outra. pode-se compensar a deficiência de uma necessidade satisfazendo-se uma outra necessidade. Pesquisas tem mostrado que as necessidades psicológicas formam uma hierarquia: algumas necessidades tem prioridade sobre outras. Quando necessidades prioritárias são satisfeitas, outras aparecem. Henry Murray selecionou vinte necessidades básicas e Erick Fromm especificou cinco necessidades humanas universais. E foi Abraham Maslow (1967) quem apresentou a "Teoria da Hierarquia das Necessidades".
Maslow considera dois tipos de necessidades existentes no homem: as necessidades básicas (fome, sede, sexo, segurança, realização) e as meta-necessidades, que são qualidades espirituais tais como justiça, bondade, beleza, ordem e unidade.
É com as necessidades básicas que Maslow constrói a hierarquia que se visualiza abaixo.
Necessidades Básicas
Analisaremos, a seguir, as necessidades acima mencionadas.
2.1 - Necessidades fisiológicas
Essas necessidades representam a base da pirâmide por terem força maior. Somente quando satisfeitas, o indivíduo passará a sentir necessidade de segurança, que é o próximo degrau da escala. Essas necessidades fisiológicas, básicas para a manutenção da vida são: alimento, roupa, abrigo, etc.
2.2 - Necessidades de segurança
Fundamentalmente é a necessidade de estar livre de perigo físico, de medo e privação de necessidades fisiológicas básicas.
2.3 - Necessidade de aprovação social
Como o homem é um ser social, ele tem necessidade de participar de grupos e ser aceito pelas pessoas. Depois que um indivíduo começa a satisfazer sua necessidade de participação, geralmente deseja ser mais do que apenas um membro do grupo. Sente a necessidade de estima.
2.4 - Necessidade de estima
É a necessidade que as pessoas tem tanto de amor próprio quanto do reconhecimento dos outros.
A satisfação de tais necessidades traz sentimentos de auto-confiança.
2.5 - Necessidade de auto-realização
No topo da pirâmide encontra-se a necessidade de auto-realização. É a necessidade de realizar o máximo do potencial individual próprio.
Uma pessoa que busca a auto-realização está caminhando em direção ao uso das suas potencialidades, talentos e capacidades.
Observa-se, assim, que existe una hierarquia de necessidades no homem. Portanto, se um homem não tem satisfeitas as suas necessidades fisiológicas, ele não vai possuir a consciência das necessidades de estima, por exemplo.
3 - O Processo de Treinamento
Suponha-se um empregado recém-contratado para determinado serviço. Obviamente, ele deverá ter passado por um processo de seleção, de maneira que a adequação homem-função tenha sido conseguida. Logo após, esse homem passará por um treinamento, rápido ou não, conforme o nível de conhecimento e complexidade que apresente a função e do ambiente de trabalho.
Como seria definido esse treinamento? Osvaldo de Barros Santos coloca: "O treinamento profissional consiste na aplicação de um conjunto de princípios teóricos oriundos de Pedagogia visando a aprendizagem de novas respostas a situações específicas, a extinção de outras, indesejáveis nas mesmas situações e a preparação do organismo para futura ampliação do seu repertório de respostas".
Analisando a definição acima, por partes, conclui-se que:
a) O treinamento visa à aprendizagem através da aplicação de recursos externos.
b) A aprendizagem consiste na aquisição de novas respostas a situações específicas. Estas novas respostas incluem a extinção de respostas não desejadas numa certa situação, a ampliação do futuro repertório de respostas do organismo e a emissão de respostas adequadas a determinadas situações.
Uma questão a ser considerada pelas empresas, seria a contratação de pessoal já habilitado ou eficiente para determinada tarefa. As despesas com treinamento seriam, portanto, eliminadas. Por outro lado, vale a pena considerar que toda atividade esta inserida num panorama próprio da empresa, o que, de certa forma, confere características próprias a cada tarefa. pesquisas sobre o assunto mostram que os grupos treinados são de 10 a 40% mais eficientes do que os grupos não treinados.
Uma vez aceita a necessidade do treinamento passa-se a sua elaboração propriamente dita.
São oito os passos apontados para a implantação de um processo de treinamento:
1º passo - Levantamento de necessidades.
2º passo - Definição de objetivos específicos: descrever a função e o comportamento desejável
3º passo - Analise do trabalho: identificar pontos críticos nas tarefas e no pessoal a ser treinado.
4º passo - Determinação do modelo de treinamento: do tipo escolar ou formal e do tipo
informal, no trabalho.
5º passo - Determinação dos métodos e processos: informativos, cognitivos, comportamentais,
centrados na pessoa, etc.
6º passo - Implantação e custo: local , pessoal docente, participantes, material, equipamento, etc.
7º passo - Execução: observação progressiva dos efeitos.
8º passo - Avaliação: estudo sobre os resultados obtidos, pessoal e material utilizados.
As necessidades que uma empresa possui, de um programa de treinamento, são basicamente de três tipos:
1º - Necessidade de preparação prévia e de adaptação inicial. Esta necessidade pode ser atribuída ao antigo empregado que passa a outras funções ou ao novo empregado. O treinamento pode ocorrer antes do exercício do cargo ou função ou durante a fase inicial do trabalho, quando muitas duvidas surgem.
2º - Necessidade de correção, isto é, de eliminação de desempenhos tais como erros, imperfeições e atrasos de produção que, no caso de segurança do trabalho, levam ao acidente.
Os desempenhos observáveis, que levam a essa necessidade, são: erros e imperfeições, absenteísmo, problemas de relacionamento, rotatividade de pessoal, acidentes, redução da produtividade, reclamações do consumidor, etc.
3º - Necessidade de desenvolvimento, ou seja, preparação dos indivíduos para o futuro e para a satisfação pessoal. O treinamento aplicado aos grandes técnicos e administradores.
A ausência de pessoal-chave em certos momentos, em certos setores, é um problema com o qual se deparam as empresas.
O rodízio de empregados pelos vários setores soluciona o problema do imprevisto anteriormente mencionado. Homens-chave não podem omitir-se, deixando de treinar sucessores. Nesse caso, surge a necessidade de desenvolvimento através do treinamento.
Outros exemplos que satisfazem esta categoria de necessidades são a integração psicológica do empregado na organização; a elevação de seu nível cultural e do "status" da empresa e dos empregados; o incentivo à criatividade como recurso para solução de muitos problemas; a adaptação a novos sistemas e métodos de trabalho, e ao uso de instrumental e dispositivos mais sofisticados; a atualização do pessoal em novas técnicas, diante da evolução tecnológica; a promoção de empregados a postos de maior complexidade ou de outra especialização; o contato direto dos empregados com a clientela para perceberem suas tendências para o futuro.
A descoberta de carências, neste nível, exige muito trabalho e atenção. Organizações já foram destruídas porque seus elementos não souberam enfrentar rápidas mudanças. A atenção ao homem como pessoa e não como mero produtor poderá elevar a motivação dos elementos e colocar a empresa numa posição de vanguarda, tanto no que diz respeito ao bem estar social quanto à produção.
O progresso profissional , a assistência e o reconhecimento pelo trabalho que se faz são variáveis comprovadamente relevantes nos estudos sobre motivação. Um treinamento nessa linha fará com que os profissionais da empresa mobilizem melhor os seus recursos, em benefcio, não somente de si próprios mas também da organização.
Existe um ponto, porém, que ainda não foi mencionado e é de suma importância para a análise do treinamento. É imperiosa uma descrição pormenorizada das tarefas e operações da empresa. Somente com essa descrição, pode-se visualizar o desempenho desejável para cada tarefa ou operação. É a partir de desempenho desejado, proceder ao processo de treinamento para que tal desempenho seja obtido. Durante o processo de treinamento, reforçar cada desempenho que esteja próximo ao comportamento desejado, é um principio fundamental.
No que diz respeito a segurança, os responsáveis pelo treinamento deverão fazer ressaltar os comportamentos seguros, chegando a transmitir a noção de que tais comportamentos vão de encontro às necessidade básicas do homem. Assim, reforçados os desempenhos seguros, estes irão aumentar de freqüência até atingirem o ponto em que elogios (reforços) não serão mais necessários, pois, o objetivo básico do trabalhador será o comportamento seguro apenas para satisfazer a sua necessidade de preservação enquanto ser humano.
CATERPILLAR NO BRASIL
A Caterpillar iniciou suas atividades no Brasil começou em 1954 com um armazém para comercialização, fabricação e estocagem de peças e componentes. Em 1955, a Caterpillar Inc. realizou seu segundo investimento fora dos Estados Unidos, comprando uma área de 164.000 m² na cidade de São Paulo e lá instalando sua fábrica que começou a produzir em 1960.
Como líder do setor em vendas domésticas e de exportação de equipamentos de terraplenagem, a Caterpillar produz atualmente 24 modelos de máquinas que incluem Motoniveladoras, Tratores de Esteiras, Carregadeiras de Rodas, Retroescavadeiras, Compactadores, Escavadeiras Hidráulicas e Grupos Geradores. Todos estes produtos são exportados para mais de 120 países. Atualmente, emprega 5000 pessoas e está classificada entre as 20 maiores empresas exportadoras brasileiras.
A Caterpillar Brasil tem contribuído ativamente para o desenvolvimento do país, investindo e participando na construção de produtos de grande escala, como usinas hidrelétricas, rodovias, ferrovias e aeroportos, assim como em projetos de florestas sustentáveis, mineração, agricultura e geração de energia.
A Caterpillar Brasil foi vencedora por quatro vezes do prêmio anual "Chairman Safety Award", um reconhecimento interno da Caterpillar de excelência em segurança. Desde 2004 é eleita a "Melhor Empresa para se Trabalhar" no Brasil e também na América Latina pelo Instituto Great Place to Work e Guia Você S.A. Exame.
Com um forte compromisso com o meio ambiente, a empresa compreende que seus produtos e serviços não somente constroem a infra-estrutura do mundo mas também devem apoiar o desenvolvimento sustentável dos recursos globais. A empresa enfoca seu compromisso de três formas: 1) mantendo uma unidade de fabricação em Piracicaba que opera com os mais elevados padrões de limpeza e controles ambientais; 2) fabricando produtos que atendem ou superam os requisitos mais exigentes de emissões de ar e ruído em todo o mundo; 3) fornecendo orientações aos usuários sobre o uso correto dos equipamentos com enfoque na obtenção dos melhores resultados enquanto sustenta o meio ambiente. Um dos maiores esforços da empresa para o desenvolvimento sustentável é sua parceria com a Fundação da Floresta Tropical, uma instituição educacional sem fins lucrativos dedicada à conservação das florestas tropicais através da manejo florestal sustentável.
O resultado desse empenho pela excelência é traduzido nas certificações internacionais obtidas pela Caterpillar Brasil ao longo de sua jornada: ISO 9002 (1994), MRP II Classe A (1999) Excelência Operacional (2000), ISO 14001(2001) e ISO 9001:2000 (2003). Sua jornada de excelência foi reconhecida com a conquista do Prêmio Nacional da Qualidade/1999.
Aos 55 anos, a empresa dispõe do mais moderno parque industrial de seu setor, fazendo parte de uma elite de empresas no mundo que conquistaram e mantém a certificação de Excelência Operacional, fato que lhe assegura grande competitividade e divisas para seus produtos ao redor do mundo. Atualmente orientada pela metodologia 6Sigma e pelo Sistema de Produção Caterpillar, o CPS, a empresa mantém o vigor da jovem iniciante dos tempos da Lapa e, assim como seus produtos, está sempre apta e pronta a desbravar as novas fronteiras da tecnologia das décadas que estão por vir.
Como líder do setor em vendas domésticas e de exportação de equipamentos de terraplenagem, a Caterpillar produz atualmente 24 modelos de máquinas que incluem Motoniveladoras, Tratores de Esteiras, Carregadeiras de Rodas, Retroescavadeiras, Compactadores, Escavadeiras Hidráulicas e Grupos Geradores. Todos estes produtos são exportados para mais de 120 países. Atualmente, emprega 5000 pessoas e está classificada entre as 20 maiores empresas exportadoras brasileiras.
A Caterpillar Brasil tem contribuído ativamente para o desenvolvimento do país, investindo e participando na construção de produtos de grande escala, como usinas hidrelétricas, rodovias, ferrovias e aeroportos, assim como em projetos de florestas sustentáveis, mineração, agricultura e geração de energia.
A Caterpillar Brasil foi vencedora por quatro vezes do prêmio anual "Chairman Safety Award", um reconhecimento interno da Caterpillar de excelência em segurança. Desde 2004 é eleita a "Melhor Empresa para se Trabalhar" no Brasil e também na América Latina pelo Instituto Great Place to Work e Guia Você S.A. Exame.
Com um forte compromisso com o meio ambiente, a empresa compreende que seus produtos e serviços não somente constroem a infra-estrutura do mundo mas também devem apoiar o desenvolvimento sustentável dos recursos globais. A empresa enfoca seu compromisso de três formas: 1) mantendo uma unidade de fabricação em Piracicaba que opera com os mais elevados padrões de limpeza e controles ambientais; 2) fabricando produtos que atendem ou superam os requisitos mais exigentes de emissões de ar e ruído em todo o mundo; 3) fornecendo orientações aos usuários sobre o uso correto dos equipamentos com enfoque na obtenção dos melhores resultados enquanto sustenta o meio ambiente. Um dos maiores esforços da empresa para o desenvolvimento sustentável é sua parceria com a Fundação da Floresta Tropical, uma instituição educacional sem fins lucrativos dedicada à conservação das florestas tropicais através da manejo florestal sustentável.
O resultado desse empenho pela excelência é traduzido nas certificações internacionais obtidas pela Caterpillar Brasil ao longo de sua jornada: ISO 9002 (1994), MRP II Classe A (1999) Excelência Operacional (2000), ISO 14001(2001) e ISO 9001:2000 (2003). Sua jornada de excelência foi reconhecida com a conquista do Prêmio Nacional da Qualidade/1999.
Aos 55 anos, a empresa dispõe do mais moderno parque industrial de seu setor, fazendo parte de uma elite de empresas no mundo que conquistaram e mantém a certificação de Excelência Operacional, fato que lhe assegura grande competitividade e divisas para seus produtos ao redor do mundo. Atualmente orientada pela metodologia 6Sigma e pelo Sistema de Produção Caterpillar, o CPS, a empresa mantém o vigor da jovem iniciante dos tempos da Lapa e, assim como seus produtos, está sempre apta e pronta a desbravar as novas fronteiras da tecnologia das décadas que estão por vir.
CATERPILLAR
Evolução
1890. Benjamin Holt e Daniel Best fizeram experiências com vários tipos de tratores a vapor para uso na agricultura. Eles o fizeram separadamente, em diferentes empresas.
1904. Primeiro trator de esteiras a vapor de Holt.
1906. Primeiro trator de esteiras a gás de Holt.
1915. Os tratores de esteiras Holt "Caterpillar®" são utilizados pelos aliados na 1ª Guerra Mundial.
1925. A Holt Manufacturing Company e a C. L. Best Tractor Co. se unem para formar a Caterpillar Tractor Co.
1931. O primeiro Trator Diesel Sixty saiu na linha de montagem em East Peoria, Illinois, com uma nova fonte eficiente de potência para tratores de esteira.
1940. A linha de produtos Caterpillar inclui agora motoniveladoras, niveladoras de lâmina, niveladoras elevadoras, plainas e grupos geradores.
1942. Os tratores de esteira, motoniveladoras, grupos geradores e um motor especial para o tanque M4 Caterpillar são utilizados pelos Estados Unidos em sua força de guerra.
1950. É criada a Caterpillar Tractor Co. Ltd. na Inglaterra, a primeira de muitas operações no exterior criada para ajudar a gerenciar as faltas de intercâmbio, as tarifas, os controles de importação e melhor servir os clientes em todo o mundo.
1953. Em 1931, a empresa criou um grupo separado de vendas de motores para comercializar motores diesel para outros fabricantes de equipamentos. Este grupo foi substituído em 1953 por uma divisão de vendas e marketing separada para melhor atender às necessidades de uma ampla gama de clientes de motores. As vendas de motores importam agora em cerca de um terço das vendas e receitas totais da empresa.
1963. A Caterpillar e a Mitsubishi Heavy Industries Ltd. formam uma das primeiras joint ventures no Japão para incluir uma propriedade parcial dos E.U.A. A Caterpillar Mitsubishi Ltd. iniciou a produção em 1965, foi renomeada Shin Caterpillar Mitsubishi Ltd., e é hoje fabricante número dois de equipamentos para construção e mineração no Japão.
1981-83. A recessão mundial teve seu impacto sobre a Caterpillar, custando à empresa o equivalente a US$1 milhão por dia e forçando-a a reduzir drasticamente os níveis de emprego.
1983. A Caterpillar Leasing Company é expandida para oferecer opções de financiamento de equipamentos aos seus clientes em todo o mundo e é renomeada Caterpillar Financial Services Corporation.
1985-até hoje. A linha de produtos continuou a se diversificar para atender a uma variedade de necessidades dos clientes. Mais de 300 produtos são agora oferecidos, mais que o dobro do número em 1981.
1986. A Caterpillar Tractor Co. muda seu nome para Caterpillar Inc. - que reflete com mais exatidão a diversidade do crescimento da empresa.
1987. Um programa de modernização de fábrica de US$1,8 bilhão foi lançado para aperfeiçoar os processos de fabricação.
1990. A empresa descentralizou sua estrutura, reorganizou-se em unidades de negócios responsáveis pelo retorno sobre os ativos e a satisfação do cliente.
1997. A empresa continuou a se expandir, adquirindo a Perkins Engines sediada na Inglatera. Com a adição da alemã MaK Motoren no ano anterior, a Caterpillar se torna líder mundial na fabricação de motores diesel.
1998. O maior caminhão fora-de-estrada do mundo - o 797 - inicia suas atividades no Campo de provas da Caterpillar no estado de Arizona.
1999. A Caterpillar revela sua nova linha de equipamentos compactos para construção na CONEXPO, a maior feira de equipamentos para construção, em resposta às mudanças de necessidades dos clientes para equipamentos de construção menores, mais versáteis.
2000. A Caterpillar comemora seu 75º aniversário.
2001. A Caterpillar é a primeira empresa a lançar globalmente o 6 Sigma e fornecer benefícios no primeiro ano superiores aos seus custos de implementação.
2003. A Caterpillar se torna a primeira fabricante de motores a oferecer uma linha completa de motores diesel limpos modelo 2004 em total conformidade e certificados pela Agência de Proteção Ambiental (EPA) dos E.U.A. A tecnologia revolucionária de controle de emissões da Caterpillar, conhecida como ACERT®, é projetada para atender aos padrões EPA sem sacrificar o desempenho, a confiabilidade ou a economia de combustível.
1890. Benjamin Holt e Daniel Best fizeram experiências com vários tipos de tratores a vapor para uso na agricultura. Eles o fizeram separadamente, em diferentes empresas.
1904. Primeiro trator de esteiras a vapor de Holt.
1906. Primeiro trator de esteiras a gás de Holt.
1915. Os tratores de esteiras Holt "Caterpillar®" são utilizados pelos aliados na 1ª Guerra Mundial.
1925. A Holt Manufacturing Company e a C. L. Best Tractor Co. se unem para formar a Caterpillar Tractor Co.
1931. O primeiro Trator Diesel Sixty saiu na linha de montagem em East Peoria, Illinois, com uma nova fonte eficiente de potência para tratores de esteira.
1940. A linha de produtos Caterpillar inclui agora motoniveladoras, niveladoras de lâmina, niveladoras elevadoras, plainas e grupos geradores.
1942. Os tratores de esteira, motoniveladoras, grupos geradores e um motor especial para o tanque M4 Caterpillar são utilizados pelos Estados Unidos em sua força de guerra.
1950. É criada a Caterpillar Tractor Co. Ltd. na Inglaterra, a primeira de muitas operações no exterior criada para ajudar a gerenciar as faltas de intercâmbio, as tarifas, os controles de importação e melhor servir os clientes em todo o mundo.
1953. Em 1931, a empresa criou um grupo separado de vendas de motores para comercializar motores diesel para outros fabricantes de equipamentos. Este grupo foi substituído em 1953 por uma divisão de vendas e marketing separada para melhor atender às necessidades de uma ampla gama de clientes de motores. As vendas de motores importam agora em cerca de um terço das vendas e receitas totais da empresa.
1963. A Caterpillar e a Mitsubishi Heavy Industries Ltd. formam uma das primeiras joint ventures no Japão para incluir uma propriedade parcial dos E.U.A. A Caterpillar Mitsubishi Ltd. iniciou a produção em 1965, foi renomeada Shin Caterpillar Mitsubishi Ltd., e é hoje fabricante número dois de equipamentos para construção e mineração no Japão.
1981-83. A recessão mundial teve seu impacto sobre a Caterpillar, custando à empresa o equivalente a US$1 milhão por dia e forçando-a a reduzir drasticamente os níveis de emprego.
1983. A Caterpillar Leasing Company é expandida para oferecer opções de financiamento de equipamentos aos seus clientes em todo o mundo e é renomeada Caterpillar Financial Services Corporation.
1985-até hoje. A linha de produtos continuou a se diversificar para atender a uma variedade de necessidades dos clientes. Mais de 300 produtos são agora oferecidos, mais que o dobro do número em 1981.
1986. A Caterpillar Tractor Co. muda seu nome para Caterpillar Inc. - que reflete com mais exatidão a diversidade do crescimento da empresa.
1987. Um programa de modernização de fábrica de US$1,8 bilhão foi lançado para aperfeiçoar os processos de fabricação.
1990. A empresa descentralizou sua estrutura, reorganizou-se em unidades de negócios responsáveis pelo retorno sobre os ativos e a satisfação do cliente.
1997. A empresa continuou a se expandir, adquirindo a Perkins Engines sediada na Inglatera. Com a adição da alemã MaK Motoren no ano anterior, a Caterpillar se torna líder mundial na fabricação de motores diesel.
1998. O maior caminhão fora-de-estrada do mundo - o 797 - inicia suas atividades no Campo de provas da Caterpillar no estado de Arizona.
1999. A Caterpillar revela sua nova linha de equipamentos compactos para construção na CONEXPO, a maior feira de equipamentos para construção, em resposta às mudanças de necessidades dos clientes para equipamentos de construção menores, mais versáteis.
2000. A Caterpillar comemora seu 75º aniversário.
2001. A Caterpillar é a primeira empresa a lançar globalmente o 6 Sigma e fornecer benefícios no primeiro ano superiores aos seus custos de implementação.
2003. A Caterpillar se torna a primeira fabricante de motores a oferecer uma linha completa de motores diesel limpos modelo 2004 em total conformidade e certificados pela Agência de Proteção Ambiental (EPA) dos E.U.A. A tecnologia revolucionária de controle de emissões da Caterpillar, conhecida como ACERT®, é projetada para atender aos padrões EPA sem sacrificar o desempenho, a confiabilidade ou a economia de combustível.
quarta-feira, 6 de maio de 2009
MOTOR ASPIRADO, TURBINADO E INTERCULE
MOTOR ASPIRADO: DEPENDE SÓ DO AR QUE O FILTRO DE AR CONSEGUE PEGAR.
MOTOR ASPIRADO: 100CV, 1000LITROS DE AR E CHEGA A UMA TEMPERATURA DE 600 GRAUS.
MOTOR TURBINADO: CONSEGUE SUGAR MAIS AR QUE O ASPIRADO, ALMENTANDO ASSIM A POTÊNCIA DO MOTOR.
MOTOR TURBO:130CV, 1300 LITROS DE AR E CHEGA A UMA TEPERATURA DE 700 GRAUS.
MOTOR INTERCULADO: FAZ A MESMA FUNÇÃO QUE O TURBINADO. MAS COM UMA DIFERNÇA, ELE POSSUI UM RESFRIADOR DE AR. ELE MANDA A MESMA QUANTIDADE DE AR QUE O MOTOR TURBINADO, MAS O AR PASSA POR UM RESFRIADOR, E CONSEGUE PRODUZIR MAIS POTÊNCIA AO MOTOR.
MOTOR INTERCULADO;150CV, 1500 LITROS DE AR E CHEGA A UMA TEMPERATURA DE 800 GRAUS.
2500 DE ROTAÇÃO NO MOTOR, A TURBINA CHEGA DE 80 A 100 MIL DE ROTAÇÃO
MOTOR ASPIRADO: 100CV, 1000LITROS DE AR E CHEGA A UMA TEMPERATURA DE 600 GRAUS.
MOTOR TURBINADO: CONSEGUE SUGAR MAIS AR QUE O ASPIRADO, ALMENTANDO ASSIM A POTÊNCIA DO MOTOR.
MOTOR TURBO:130CV, 1300 LITROS DE AR E CHEGA A UMA TEPERATURA DE 700 GRAUS.
MOTOR INTERCULADO: FAZ A MESMA FUNÇÃO QUE O TURBINADO. MAS COM UMA DIFERNÇA, ELE POSSUI UM RESFRIADOR DE AR. ELE MANDA A MESMA QUANTIDADE DE AR QUE O MOTOR TURBINADO, MAS O AR PASSA POR UM RESFRIADOR, E CONSEGUE PRODUZIR MAIS POTÊNCIA AO MOTOR.
MOTOR INTERCULADO;150CV, 1500 LITROS DE AR E CHEGA A UMA TEMPERATURA DE 800 GRAUS.
2500 DE ROTAÇÃO NO MOTOR, A TURBINA CHEGA DE 80 A 100 MIL DE ROTAÇÃO
CORES DA FUMAÇA DOS MOTORES A DISEL
FUMAÇA PRETA: MUITO AR E POUCO COMBUSTIVEL. CAUSA: FILTRO DE AR SUJO, BICOS INJETORES DESRREGULADOS, BOMBA INJETORA COM PROBLEMA, JUNTA DO CABEÇOTE QUEIMADA, MARCHA INADQUADA, SOBRE CARGA.
FUMAÇA BRANCA: MUITO AR POUCO COMBUSTIVEL. CAUSA: SISTEMA DE COMBUSTIVEL COM PROBLEMA.
FUMAÇA AZUL: QUEIMA DE ÓLEO DO CARTER NA CÂMARA DE COMBUSTÃO. CAUSA: DESGASTE NOS ANÉIS DOS PISTÕES, CAMISAS DOS CILINDROS E GUIAS DE VALVULA.
FUMAÇA CINZA: CONDIÇÕES NORMAIS.
FUMAÇA BRANCA: MUITO AR POUCO COMBUSTIVEL. CAUSA: SISTEMA DE COMBUSTIVEL COM PROBLEMA.
FUMAÇA AZUL: QUEIMA DE ÓLEO DO CARTER NA CÂMARA DE COMBUSTÃO. CAUSA: DESGASTE NOS ANÉIS DOS PISTÕES, CAMISAS DOS CILINDROS E GUIAS DE VALVULA.
FUMAÇA CINZA: CONDIÇÕES NORMAIS.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO DE AR
O SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO DE AR POSSUI OS SEGUINTES COMPONENTES.
CARCAÇA
PRÉ PURIFICADOR OU CICLONIZADOR
ELEMENTO FILTRATE PRINCIPAL
ELEMENTO FILTRANTE SECUNDARIO VALULA DE DESCARGA
INDICADOR DE RESTRIÇÃO TUBULAÇÕES
CARCAÇA: ALOJA OS COMPONENTES DE FILTRAGEM.
PRÉ PURIFICADOR: É DO TIPO CICLONE E ESTÁ ALOJADO NA CARCAÇA OU INCORPORADO AO ELEMENTO FILTRATE PRINCIPAL, SUA FUNÇÃO É ELIMINAR AS PARTICOLAS MAIS PESADAS ATRAVÉS DA AÇÃO DA FOÇA CENTRIFUGA.
ELEMENTO FILTRANTE PRINCIPAL: É FEITO DE PAPEL POROSO ESPECIAL, FILTRA O AR IMPEDINDO A PASSAGEM DE ABRASIVOS.
ELEMENTO FILTRANTE SECUNDARIO: É CONSTITUIDO DE FELTRO E IMPEDE A PASSAGEM DE IMPUREZAS QUE NÃO FORAM RETIDAS PELO ELEMENTO FILTRANTE PRINCIPAL.
VALVULA DE DESCARGA: ESTÁ COLOCADO NA TAMPA DA CARCAÇA PERMITE O ESCOAMENTO DAS PARTICOLAS DE IMPUREZAS QUE ESTÃO DEPOSITADAS NA CARCAÇA DO CONJUNTO.
INDICADOR DE RESTRIÇÃO: FICA LOCALIZADO NO PAINEL DO TRATOR E AVISA A OBSTRUÇÃO DO FILTRO DE AR.
TUBULAÇÕES: SÃO OS ELEMENTOS UTILIZADOS PARA A CONDUÇÃO DO AR NO SISTEMA.
CARCAÇA
PRÉ PURIFICADOR OU CICLONIZADOR
ELEMENTO FILTRATE PRINCIPAL
ELEMENTO FILTRANTE SECUNDARIO VALULA DE DESCARGA
INDICADOR DE RESTRIÇÃO TUBULAÇÕES
CARCAÇA: ALOJA OS COMPONENTES DE FILTRAGEM.
PRÉ PURIFICADOR: É DO TIPO CICLONE E ESTÁ ALOJADO NA CARCAÇA OU INCORPORADO AO ELEMENTO FILTRATE PRINCIPAL, SUA FUNÇÃO É ELIMINAR AS PARTICOLAS MAIS PESADAS ATRAVÉS DA AÇÃO DA FOÇA CENTRIFUGA.
ELEMENTO FILTRANTE PRINCIPAL: É FEITO DE PAPEL POROSO ESPECIAL, FILTRA O AR IMPEDINDO A PASSAGEM DE ABRASIVOS.
ELEMENTO FILTRANTE SECUNDARIO: É CONSTITUIDO DE FELTRO E IMPEDE A PASSAGEM DE IMPUREZAS QUE NÃO FORAM RETIDAS PELO ELEMENTO FILTRANTE PRINCIPAL.
VALVULA DE DESCARGA: ESTÁ COLOCADO NA TAMPA DA CARCAÇA PERMITE O ESCOAMENTO DAS PARTICOLAS DE IMPUREZAS QUE ESTÃO DEPOSITADAS NA CARCAÇA DO CONJUNTO.
INDICADOR DE RESTRIÇÃO: FICA LOCALIZADO NO PAINEL DO TRATOR E AVISA A OBSTRUÇÃO DO FILTRO DE AR.
TUBULAÇÕES: SÃO OS ELEMENTOS UTILIZADOS PARA A CONDUÇÃO DO AR NO SISTEMA.
MOTOR
MOTOR É UM CONJUNTO MECÂNICO CAPAZ DE TRANSFORMAR ENERGIA TÉRMICA (ENERGIA DO CALOR) EM TRABALHO MECANICO.
OS MOTORES USASDO NOS TRATORES USAM COMO COMBUSTIVEL ÓLEO DIESEL. PARA QUE O MOTOR TENHA UMA COMBUSTÃO ADQUADA, É NECESSARIO TRÊS ELEMENTOS FUNDAMENTAIS: AR, COMBUSTIVEL E CALOR.
O MOTOR DIVIDE-SE EM TRÊS PARTES:1-) CABEÇOTE
2-) BLOCO
3-) CARTER
ADMISSÃO: É O TEMPO EM QUE OCORRE O PREENCHIMENTO DO CILINDRO COM AR ATMOSFÉRICO.
COMPRESSÃO: É O TEMPO ONDE O AR ADMITIDO NO TEMPO ANTERIOR É COMPRIMIDO. FASE EM QUE É FECHADA A VALVULA DE ADMISSÃO.
COMBUSTÃO: QUANDO A ÁRVORE DE MANIVELAS ESTIVER COMPLETANDO O CICLO DE COMPRESSÃO, É INJETADO NO CILINDRO ÓLEO DIESEL SOB PRESSÃO, TENDO INICIO O PROCESSO DE COMBUSTÃO DA MISTURA.
ESCAPE: TERMINA O CICLO DE COMBUSTÃO É ABERTO A VALVULA DE ESCAPE E POR INERCIA DO CONJUNTO ENTÃO SE EXPULSA OS GASES DA COMBUSTÃO.
OS MOTORES USASDO NOS TRATORES USAM COMO COMBUSTIVEL ÓLEO DIESEL. PARA QUE O MOTOR TENHA UMA COMBUSTÃO ADQUADA, É NECESSARIO TRÊS ELEMENTOS FUNDAMENTAIS: AR, COMBUSTIVEL E CALOR.
O MOTOR DIVIDE-SE EM TRÊS PARTES:1-) CABEÇOTE
2-) BLOCO
3-) CARTER
ADMISSÃO: É O TEMPO EM QUE OCORRE O PREENCHIMENTO DO CILINDRO COM AR ATMOSFÉRICO.
COMPRESSÃO: É O TEMPO ONDE O AR ADMITIDO NO TEMPO ANTERIOR É COMPRIMIDO. FASE EM QUE É FECHADA A VALVULA DE ADMISSÃO.
COMBUSTÃO: QUANDO A ÁRVORE DE MANIVELAS ESTIVER COMPLETANDO O CICLO DE COMPRESSÃO, É INJETADO NO CILINDRO ÓLEO DIESEL SOB PRESSÃO, TENDO INICIO O PROCESSO DE COMBUSTÃO DA MISTURA.
ESCAPE: TERMINA O CICLO DE COMBUSTÃO É ABERTO A VALVULA DE ESCAPE E POR INERCIA DO CONJUNTO ENTÃO SE EXPULSA OS GASES DA COMBUSTÃO.
CONCEITOS BÁSICOS DE UM TRATOR AGRICOLA
O TRATOR AGRICOLA É CONSTITUIDO BASICAMENTE DE MOTOR, TRANSMISSÃO, EMBREAGEM, CAIXA DE CAMBIO, DIFERNCIAL, TRANSMISSÃO FINAL FINAL, EIXO DIANTEIRO E SISTEMA HIDRAULICO.
sexta-feira, 1 de maio de 2009
sábado, 11 de abril de 2009
QUANDO A VIDA SE TORNA DIFICIL, QUANDO VC NÃO SE SENTE ALGUEM, QUANDO O DESPRESO ENVADE SUA ALMA , QUANDO DAS MARCAS SÓ RESTAM FERIDAS. QUANDO O AMOR NÃO É ALCANSADO, QUANDO O MUNDO TE DEIXA DE LADO, E O CORAÇÃO ESPLODE NA DOR É HORA DE TER O SALVADOR. O SALVADOR ELE É JESUS QUE POR VC MORREU NA CRUZ, SUA VERGONHA E SEU DESPREZO ELE LEVOU. CARREGE A SUA CRUZ JUNTINHO DELE , QUE A FORÇA DELE TE TORNA CAPAZ, O AMOR QUE O MUNDO NÃO TE DEU JESUS TE DA.
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