publicado pela revista canavieiros,em Março de 2009
Em meio ás notícias da crise financeira, duas deram uma injeção de ânimo ao setor sucroenergético nessas últimas semanas: os investimentos da Petrobras para adquirir participação em usinas e o anúncio do programa de financiamento de estoques, chamado dedo warrantagem, com recursos do BNDS.
A PIBIo (Petrobras biocombustíveis) quer abocanhar pelo menos 20% do total do crescimento da produção de etanol no mercado nacional por meio da aquisição de até 40% de participação em usinas. Os planos de investimentos da petrobras em biocombustíveis entre 2009 e 2013 envolve US$ 2,4 bilhões em produção, dos quais cerca de US$400 milhões este ano. O etanol receberá US$ 1,9 bilhão e o biodiesel
US$480 milhões.
Nos próximos dois meses a PBIo deve concluir a participação em pelo menos quatro projetos de novas usinas no país. Outros cinco projetos estão previstos para entrarem em operação em 2012 e mais oito entraram em 2013. Juntas, essas aquisições em participações em usinas representarão 1,9 bilhão de litros em 2013.
Alem dos investimentos da PBIo, ainda serão destinados para a logística dos biocombustíveis US$400 milhos, e outros US$500 milhões em pesquisas, via o centro pesquisas da Petrobras, o Cenpes, totalizando US$3,3 bilhões. Além da injeção de recursos no setor nesse momento de turbulências, a entrada da Petrobras, estatal brasileira de credibilidade no mercado mundial e expertise em logística e exportação, pode atrair ainda mais a atenção e interessse dos investidores estrangeiros.
Já o programa de financiamento para estocagem foi anunciado pelo ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, no ultimo dia 5. O BNDS irá destinar r$ 2,5 bilhões para financiar a estocagem de cinco bilhões de litros de etanol na safra 2009/10. Os detalhes do programa estão sendo definidos e a expectativa é que os recursos sejam disponibilizados rapidamente, já que a safra já está aí.
A formação de estoques de etanol é um meio de reduzir a volatilidade excessiva dos preços e dos volumes comercializados ao longo do ano e evitar desequilíbrio na remuneração da cadeia produtiva. Sem estoques, o combustível tende a ficar mais caro nas bombas no período da entressafra ou então o resultado é o que estamos vendo neste ano: com dificuldades de acesso ao crédito por conta da crise, muitas indústrias estão vendendo o produto a preços baixos para fazer caixa e isso desequilibra o setor.
Essa ajuda do governo vem em boa hora, mas é importante que a cadeia produtiva também faça a sua parte, buscando maior organização e ordenamento de seus elos.
Os fudamentos do setor continuam positivos, apenas da crise mundial: deve haver recuperação nos preços do açúcar e aumento nas exportações brasileiras do produto e a demanda de etanol seguirá crescente. o setor precisa aproveitar esse bom momento e as medidas de dificuldades que sempre existiram, como essas oscilações de preços que desestabilizam toda a cadeia.
Manoel Carlos de Azevedo Ortolan
Presidente da Canaoeste.
terça-feira, 19 de maio de 2009
SISTEMA DE LUBRFICAÇÃO
Tem a função de diminuir o atrito das peças do motor que se movimentão através de uma pelicola formada pelo óleo lubrificante.
COMPONENTES: Cárter
Bomba de óleo
Filtro
Válvula de desvio
Galerias internas
Válvula de alivio
Resfriador de óleo
Esguicho de óleo
CÁRTER: É o reservatório do óleo lubrificante e está sob posto ao bloco do motor.
BOMBA DE ÓLEO: Secciona o óleo lubrificante do cárter, bombeando-o para as galerias de lubrificação.
FILTRO: Está localizado no fluxo de pressão do óleo lubrificante da galerias internas, é constituído de papel poroso, impedindo a passagem das particolas abrasivas que estão contidas no óleo
GALERIAS INTERNAS:São cavidades por onde passa o óleo lubrificante a fim de ser distribuído para os pontos de lubrificação.
MANÓMETRO: Marca a pressão de lubrificação.
VÁLVULA DE ALIVIO: Sua função é limitar a pressão do óleo do circuito de lubrificação, desviando o excesso de óleo para o cárter.
RESFRIADOR DE ÓLEO: Incorporado a parte inferior do radiador, e utiliza a água do radiador(sistema de arrefecimento) para refrigerar o óleo do motor
ESGUINCHOS DE ÓLEO: Estão posicionados de modo a produzir um fluxo continuo de óleo na saída do pistão para dissipar o calor resultante da combustão da mistura.
COMPONENTES: Cárter
Bomba de óleo
Filtro
Válvula de desvio
Galerias internas
Válvula de alivio
Resfriador de óleo
Esguicho de óleo
CÁRTER: É o reservatório do óleo lubrificante e está sob posto ao bloco do motor.
BOMBA DE ÓLEO: Secciona o óleo lubrificante do cárter, bombeando-o para as galerias de lubrificação.
FILTRO: Está localizado no fluxo de pressão do óleo lubrificante da galerias internas, é constituído de papel poroso, impedindo a passagem das particolas abrasivas que estão contidas no óleo
GALERIAS INTERNAS:São cavidades por onde passa o óleo lubrificante a fim de ser distribuído para os pontos de lubrificação.
MANÓMETRO: Marca a pressão de lubrificação.
VÁLVULA DE ALIVIO: Sua função é limitar a pressão do óleo do circuito de lubrificação, desviando o excesso de óleo para o cárter.
RESFRIADOR DE ÓLEO: Incorporado a parte inferior do radiador, e utiliza a água do radiador(sistema de arrefecimento) para refrigerar o óleo do motor
ESGUINCHOS DE ÓLEO: Estão posicionados de modo a produzir um fluxo continuo de óleo na saída do pistão para dissipar o calor resultante da combustão da mistura.
segunda-feira, 18 de maio de 2009
SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO DE COMBUSTIVEL
O COMBÚSTIVEL NECESSARIO PARA O FUNCIONAMENTO DO MOTOR É SUGADO DO RESERVATÓRIO ATRAVÉS DA BOMBA ALIMENTADORA, ENTÃO PELA BOMBA INJETORA E PELOS BICOS INJETORES É PULVERIZADO PARA O INTERIOR DOS CILINDROS.
ABASTEÇA O TAQUE DIARIAMENTE APÓS A JORNADA DE TRABALHO, PARA EVITAR A FORMAÇÃO DE ÁGUA E A CONTAMINAÇÃO DO ÓLEO.
O SISTEMA DE COMBUSTIVEL POSSUI OS SEGUINTES COMPONENTES:
RESERVATÓRIO
PESCADOR
COPO SEDIMENTADOR
BOMBA ALIMENTADORA
FILTRO DE COMBUSTIVEL
BOMBA INJETORA
BICO INJETOR
TUBO DE RETORNO
RESERVATÓRIO: ARMAZENA O COMBUSTIVEL PARA UMA AUTONOMIA EM TORNO DE 10 HORAS DE TRABALHO.
A TAMPA DO TANQUE POSSUI UMA VÁLVULA QUE PERMITE A ENTRADA DE AR COMPENSANDO O VOLUME DE COMBUSTIVEL CONSUMIDO.
PESCADOR: TEM A FUNÇÃO DE PUXAR O COMBUSTIVEL.
COPO SEDIMENTADOR: SEPARA A ÁGUA DO COMBUSTIVEL
BOMBA ALIMENTADORA: TEM A FUNÇÃO DE TRANSFERIR O COMBUSTIVEL DO RESERVATÓRIO ATÉ A BOMBA INJETORA.
FILTRO DE COMBUSTIVEL:TEM A FUNÇÃO DE FILTRA O COMBUSTIVEL, SEPARANDO AS IMPUREZAS.
BOMBA INJETORA: A BOMBA INJETORA ENVIA SOB PRESSÃO A QUANTIDADE NECESSARIA DE COMBUSTIVEL SOB FORMA DE SPRAY NO INTERIOR DA CAMARA DE COMBUSTÃO.
TUBO DE RETORNO: CONDUZ A SOBRA DO COMBUSTIVEL DOS INJETORES PARA O TANQUE. ESTÁ SOBRA FAZ A LUBRIFICAÇÃO, RESFRIAMENTO E LIMPEZA NOS INJETORES.
ABASTEÇA O TAQUE DIARIAMENTE APÓS A JORNADA DE TRABALHO, PARA EVITAR A FORMAÇÃO DE ÁGUA E A CONTAMINAÇÃO DO ÓLEO.
O SISTEMA DE COMBUSTIVEL POSSUI OS SEGUINTES COMPONENTES:
RESERVATÓRIO
PESCADOR
COPO SEDIMENTADOR
BOMBA ALIMENTADORA
FILTRO DE COMBUSTIVEL
BOMBA INJETORA
BICO INJETOR
TUBO DE RETORNO
RESERVATÓRIO: ARMAZENA O COMBUSTIVEL PARA UMA AUTONOMIA EM TORNO DE 10 HORAS DE TRABALHO.
A TAMPA DO TANQUE POSSUI UMA VÁLVULA QUE PERMITE A ENTRADA DE AR COMPENSANDO O VOLUME DE COMBUSTIVEL CONSUMIDO.
PESCADOR: TEM A FUNÇÃO DE PUXAR O COMBUSTIVEL.
COPO SEDIMENTADOR: SEPARA A ÁGUA DO COMBUSTIVEL
BOMBA ALIMENTADORA: TEM A FUNÇÃO DE TRANSFERIR O COMBUSTIVEL DO RESERVATÓRIO ATÉ A BOMBA INJETORA.
FILTRO DE COMBUSTIVEL:TEM A FUNÇÃO DE FILTRA O COMBUSTIVEL, SEPARANDO AS IMPUREZAS.
BOMBA INJETORA: A BOMBA INJETORA ENVIA SOB PRESSÃO A QUANTIDADE NECESSARIA DE COMBUSTIVEL SOB FORMA DE SPRAY NO INTERIOR DA CAMARA DE COMBUSTÃO.
TUBO DE RETORNO: CONDUZ A SOBRA DO COMBUSTIVEL DOS INJETORES PARA O TANQUE. ESTÁ SOBRA FAZ A LUBRIFICAÇÃO, RESFRIAMENTO E LIMPEZA NOS INJETORES.
ELEMENTO FILTRANTE SECUNDARIO
PERIODO DE TROCA: DEVE SER TROCADO A CADA 1000 HORAS DE TRABALHO OU ANUALMENTE.
PARA O ELEMENTO DE SEGURANÇA NÃO EXISTE LIMPEZA
PARA O ELEMENTO DE SEGURANÇA NÃO EXISTE LIMPEZA
ELEMENTO FILTRANTE PRINCIPAL
O ELEMENTO FILTRATE PRINCIPAL DEVE SER LIMPO QUANDO A FAIXA VERMELHA DO INDICADOR DE RESTRIÇÃO SUBIR PARA A TRANSPARENCIA, ACUSADO A OBSTRUÇÃO DOS POROS PELAS PARTICOLAS DE SUJEIRA.
O NUMERO MAXIMO DE LIMPEZA PARA CADA ELEMENTO É DE CINCO VEZES.
LIMPEZA:1-)REMOVA O ELEMENTO FILTRANTE DA CARCAÇA.
2-) BATA COM A PALMA DA MÃO, GIRANDO-O AO MESMO TEMPO, ATÉ ELIMINAR A POEIRA MAIS GROSSA.
3-) APLIQUE JATOS DE AR COMPRIMINDO O ELEMENTO FILTRANTE, NO SENTIDO DE DENTRO PARA FORA, NÃO EXCEDENDO A 5KG/CM2 (70LB/POL2).
4-) INTRODUZA UMA LAMPADA OU LANTERNA NO INTERIOR DO ELEMENTO. E VERIFIQUE A EXISTENCIA DE FUROS OU RASGO.
O NUMERO MAXIMO DE LIMPEZA PARA CADA ELEMENTO É DE CINCO VEZES.
LIMPEZA:1-)REMOVA O ELEMENTO FILTRANTE DA CARCAÇA.
2-) BATA COM A PALMA DA MÃO, GIRANDO-O AO MESMO TEMPO, ATÉ ELIMINAR A POEIRA MAIS GROSSA.
3-) APLIQUE JATOS DE AR COMPRIMINDO O ELEMENTO FILTRANTE, NO SENTIDO DE DENTRO PARA FORA, NÃO EXCEDENDO A 5KG/CM2 (70LB/POL2).
4-) INTRODUZA UMA LAMPADA OU LANTERNA NO INTERIOR DO ELEMENTO. E VERIFIQUE A EXISTENCIA DE FUROS OU RASGO.
terça-feira, 12 de maio de 2009
O PODER DA SUA ATITUDE
O PODER DE SUA ATITUDE
Vejo, cada vez, mais pessoas acharem que não conseguirão algo porque não se vêem concretizando o que desejam.
Nos dias atuais, onde o Brasil está pagando a conta de uma crise originada na falta de liquidez bancária americana, tenho observado crecer esse sentimento do “não vou conseguir”, “agora é que vai ficar difícil”, e por aí vai.
Em todas as situações, concluo que a total responsabilidade é da ATITUDE tomada por essas pessoas ou pela falta de atitude dessas mesmas pessoas. É fundamental lembrarmos que as atitudes estão acima de tudo e influenciam as nossas ações. São elas que podem fazer ou deixar de fazer uma diferença incrível na vida.
Se você prestar bem atenção, vai notar que quando nos deparamos diante de um obstáculo, uma dificuldade ou um desafio, sempre surge aquela vontade de fazer o que nos parece mais fácil: parar, desistir, mudar de idéia, etc..
Corrigir as nossas atitudes é nos capacitar a entender que a perseverança é o caminho para a realização de nossas pretensões. Equipados com uma nova atitude, passamos a encarar o sucesso como algo extremamente possível.
Pense nas pessoas que conhece e que para identificá-las basta lembrarmos de suas atitudes:
Para ele tudo é sempre viável!
Ela está sempre tomando a frente das situações difíceis. Nunca desiste!
Não sei como ele consegue sempre estar sorrindo independente da dificuldade!
Essas pessoas são do tipo que você gosta de ter ao seu lado, não? São desejadas para trabalhar em equipe, são excelentes visitas.
Porém, existem outras que sei que você não faz questão de tê-las do lado:
Você conhece o Alencar? Se não houver um problema ele inventa.
Sei que ela inteligente, mas a sua arrogância!
Almocei com ele. A julgar como fala, você fica depressivo. Ele não para de reafirmar que nunca lhe acontece nda de bom.
São nossas atitudes que nos fazem ser lembrados. É sempre uma escolha só sua – para melhor ou para pior.
Imagine que voce acabou de ser demitido. Diante disso, voce pode entrar em depressão, porque vai ser difícil encontrar um outro emprego pela sua idade, experiência, crise ou, pode atualizar o seu currículo, aumentar o seu grau de conhecimento, estudar um segmento, elaorar um plano de ação para uma empresa e se apresentar com tudo isto para se habilitar a uma oportunidade. Mas se mesmo assim voce não conseguir o emprego, você pode desistir e entrar em depressão(mais uma vez na vida) ou pode analisar o que lhe faltou, corrigir a falha, sair atrás de novo e continuar quantas vezes forem necessárias, sempre agregando mais valor as suas ferramentas.
Uma coisa é certa: de uma maneira ou de outra você vai conseguir o que a sua atitude determinará!
Acreditar em você, é o caminho!
Até a próxima.
Gonçalo Pontes Júnior
Vejo, cada vez, mais pessoas acharem que não conseguirão algo porque não se vêem concretizando o que desejam.
Nos dias atuais, onde o Brasil está pagando a conta de uma crise originada na falta de liquidez bancária americana, tenho observado crecer esse sentimento do “não vou conseguir”, “agora é que vai ficar difícil”, e por aí vai.
Em todas as situações, concluo que a total responsabilidade é da ATITUDE tomada por essas pessoas ou pela falta de atitude dessas mesmas pessoas. É fundamental lembrarmos que as atitudes estão acima de tudo e influenciam as nossas ações. São elas que podem fazer ou deixar de fazer uma diferença incrível na vida.
Se você prestar bem atenção, vai notar que quando nos deparamos diante de um obstáculo, uma dificuldade ou um desafio, sempre surge aquela vontade de fazer o que nos parece mais fácil: parar, desistir, mudar de idéia, etc..
Corrigir as nossas atitudes é nos capacitar a entender que a perseverança é o caminho para a realização de nossas pretensões. Equipados com uma nova atitude, passamos a encarar o sucesso como algo extremamente possível.
Pense nas pessoas que conhece e que para identificá-las basta lembrarmos de suas atitudes:
Para ele tudo é sempre viável!
Ela está sempre tomando a frente das situações difíceis. Nunca desiste!
Não sei como ele consegue sempre estar sorrindo independente da dificuldade!
Essas pessoas são do tipo que você gosta de ter ao seu lado, não? São desejadas para trabalhar em equipe, são excelentes visitas.
Porém, existem outras que sei que você não faz questão de tê-las do lado:
Você conhece o Alencar? Se não houver um problema ele inventa.
Sei que ela inteligente, mas a sua arrogância!
Almocei com ele. A julgar como fala, você fica depressivo. Ele não para de reafirmar que nunca lhe acontece nda de bom.
São nossas atitudes que nos fazem ser lembrados. É sempre uma escolha só sua – para melhor ou para pior.
Imagine que voce acabou de ser demitido. Diante disso, voce pode entrar em depressão, porque vai ser difícil encontrar um outro emprego pela sua idade, experiência, crise ou, pode atualizar o seu currículo, aumentar o seu grau de conhecimento, estudar um segmento, elaorar um plano de ação para uma empresa e se apresentar com tudo isto para se habilitar a uma oportunidade. Mas se mesmo assim voce não conseguir o emprego, você pode desistir e entrar em depressão(mais uma vez na vida) ou pode analisar o que lhe faltou, corrigir a falha, sair atrás de novo e continuar quantas vezes forem necessárias, sempre agregando mais valor as suas ferramentas.
Uma coisa é certa: de uma maneira ou de outra você vai conseguir o que a sua atitude determinará!
Acreditar em você, é o caminho!
Até a próxima.
Gonçalo Pontes Júnior
MOTIVAÇÃO
Motivação = Motivo + Ação
Cada vez mais em voga, esta palavra ” motivação” tem se tornado uma ferramenta imprescindível tanto para a empresa, como para a sua força de trabalho.
Entendo ser esta ferramenta tão importante para o mercado como o banho é para o ser humano.
Se prestarmos atenção, esta palavra é formada por duas: motivo + ação. Diante desse contexto, deixo para você duas perguntas:
Que motivo(s) você tem para passar a ter uma ação referencial, pessoal ou profissionalmente falando?
Que motivos(s) a sua empresa dá para que os seus colaboradores possam passar a ter comportamento que fidelizem seus clientes?
É aí que tudo fica mais compreensivo, mais fácil!
No momento em que respondemos a estas indagações, começamos a entender o que nos aconteceu, acontece ou acontecerá.
Todavia, não podemos achar que apenas porque temos um motivo, nossas ações vão mudar facilmente. Norteando o motivo, estão os dificuldades, adversidades e obstáculos, que de uma vez por todas passaram a fazer parte do jogo chamado “sucesso”.
Mao Tse Tung, já dizia que uma longa caminhada começa sempre com o primeiro passo. Com isso, é fundamental sabermos que é o conjunto que muda a ação. Muitos profissionais acham que tendo o motivo, a vida mudará para melhor e por isso vivem clamando por campanhas de prêmios, promoções, etc.
De vez em quando, após minhas palestras conversando com meu público, ouço falar que felicidade é sucesso, é conseguir um emprego, ser promovido, trabalhar no que gosta de fazer, ganhar muito e por aí vai!
Pergunto a você: será?
Claro que não. Não basta só isso. É necessário a conscientização de que tudo que vem fácil, vai fácil. É fundamental entender que as pessoas mais admiradas são aquelas que não desistem, perseveram, acreditam.
Temos que parar de não fazer o que os outros não fizeram, simplesmente porque eles não fizeram. “A lição da aranha não é para mosca”.
Felicidade é se encontrar pronto e disposto para a luta na perseguição dos sonhos.
Dennis Saully em um magnífico momento de reflexão disse: ” não se intimide com o mundo à sua volta. A maioria das pessoas não tem solução a propor”.
Analise as suas perspectivas, são elas o seu maior motivo para ação.
Cada vez mais em voga, esta palavra ” motivação” tem se tornado uma ferramenta imprescindível tanto para a empresa, como para a sua força de trabalho.
Entendo ser esta ferramenta tão importante para o mercado como o banho é para o ser humano.
Se prestarmos atenção, esta palavra é formada por duas: motivo + ação. Diante desse contexto, deixo para você duas perguntas:
Que motivo(s) você tem para passar a ter uma ação referencial, pessoal ou profissionalmente falando?
Que motivos(s) a sua empresa dá para que os seus colaboradores possam passar a ter comportamento que fidelizem seus clientes?
É aí que tudo fica mais compreensivo, mais fácil!
No momento em que respondemos a estas indagações, começamos a entender o que nos aconteceu, acontece ou acontecerá.
Todavia, não podemos achar que apenas porque temos um motivo, nossas ações vão mudar facilmente. Norteando o motivo, estão os dificuldades, adversidades e obstáculos, que de uma vez por todas passaram a fazer parte do jogo chamado “sucesso”.
Mao Tse Tung, já dizia que uma longa caminhada começa sempre com o primeiro passo. Com isso, é fundamental sabermos que é o conjunto que muda a ação. Muitos profissionais acham que tendo o motivo, a vida mudará para melhor e por isso vivem clamando por campanhas de prêmios, promoções, etc.
De vez em quando, após minhas palestras conversando com meu público, ouço falar que felicidade é sucesso, é conseguir um emprego, ser promovido, trabalhar no que gosta de fazer, ganhar muito e por aí vai!
Pergunto a você: será?
Claro que não. Não basta só isso. É necessário a conscientização de que tudo que vem fácil, vai fácil. É fundamental entender que as pessoas mais admiradas são aquelas que não desistem, perseveram, acreditam.
Temos que parar de não fazer o que os outros não fizeram, simplesmente porque eles não fizeram. “A lição da aranha não é para mosca”.
Felicidade é se encontrar pronto e disposto para a luta na perseguição dos sonhos.
Dennis Saully em um magnífico momento de reflexão disse: ” não se intimide com o mundo à sua volta. A maioria das pessoas não tem solução a propor”.
Analise as suas perspectivas, são elas o seu maior motivo para ação.
O VERDADEIRO SIGNIFICADO DE BUSCAR E ENCONTRAR A FELICIDADE
O Verdadeiro Significado de Buscar e Encontrar a Felicidade
Por onde passo, por onde falo, por onde trabalho, encontro sempre pessoas que se perguntam o como encontrar a melhor forma de se viver – alguns entendem isso como felicidade.
Tenho escrito, de vez em quando, algo a este respeito. Porém, a cada lição que a vida me dá, encontro mais o que escrever sobre isto.
Ultimamente tenho me centrado muito no término de meu livro – A ATITUDE É SUA. A CONSEQUÊNCIA TAMBÉM! Pelo próprio título escolhido, não poderia deixar de ter um capítulo especialmente dedicado a tão instigantes pensamentos: A BUSCA DA FELICIDADE ATRAVÉS DE NOSSAS ATITUDES.
Ron Willinlinghan, um famoso escritor norte americano, em de seus belíssimos livros, de forma resumida e direta, afirma que “temos que fazer as coisas certas porque as coisas certas são para ser feitas”.
Se começarmos a nos debruçar sobre esta afirmativa, certamente concluiremos que é esta a forma de melhor se viver e, portanto, encontrar o que todos buscamos na vida: SERMOS FELIZES!
Aí você vai dizer: MAS ISTO NÃO É FÁCIL!
E, logicamente vou concordar com você, todavia vou lembrá-lo que para virmos ao mundo tivemos que disputar com cerca de 400 milhões de espermatozóides o único lugar no óvulo de nossa mãe. Ou seja, até para nascer tivemos que lutar e correr mais que os outros. Por isso sempre digo que ser feliz será sempre uma opção de busca.
Bem, entendido que não é fácil (lembre-se: isso é regra) ser feliz, vou dar três dicas que podem facilitar a sua caminhada e as comentarei:
1 – Entenda que as pessoas têm limites e que nenhuma delas tem a obrigação de ser igual a você ou fazerem algo apenas porque você deseja que elas façam;
Comentário: Por vezes achamos que alguém tem que mudar ser mais humilde, etc.. Quando Deus o fez, ele também lhe estabeleceu limites, às vezes maiores que os de outras pessoas. Imagine que você ficou chateado com um amigo e por você ter razão, acha que ele é que tem que pedir desculpas! Aí vai a minha pergunta: se ele é limitado para entender isso (às vezes por falta de humildade, às vezes porque é cabeça dura…) será que não vale a pena, por a sua capacidade de entendimento humano ser maior que a dele, você passar por cima disso e voltar a tê-lo como verdadeiro amigo sem mágoas?
Conclusão: Buscar a felicidade é saber dos limites dos outros e aprender a conviver com eles, nunca buscando copiá-los. Lembre-se sempre, o fato de você ter a capacidade de ser mais compreensivo que outras pessoas, não é um dom divino para ficar guardado, mas para ser utilizado.
2 – Descubra a necessidade das pessoas e faça algo para ajudá-las;
Comentário: Vivemos uma época em que a cada dia, menos as pessoas se preocupam com outros. Até mesmo nós mesmos estamos escolhendo um velório para reencontrar toda a família reunida! Ouça mais, faça mais, se preocupe mais com as pessoas ao seu redor, muitas delas estão precisando apenas de um ombro ou um ouvido;
Conclusão: A felicidade é uma reação de alguma ação que se faz ou se propaga. Não ouvimos mais “EU TE AMO” porque deixamos de dizer isto. Veja que os dias estão se passando com uma velocidade enorme, exatamente porque a preocupação do TER é maior que a do SER. Experimente hoje fazer uma surpresa inesperada a quem você ama, mas não o/a ver já há algum tempo; olhe bem nos olhos desta pessoa, no momento desse encontro, que a verdadeira felicidade não está na marca de uma roupa ou no modelo de um carro, mas no brilho dos olhos dos seres humanos!
3 – Assuma de uma vez por todas a responsabilidade de seus resultados: creia que é de suas atitudes que eles dependem, muitos de nós temos esperado que os resultados que almejamos caiam do céu através de mega-sena, quando eles só ocorrerão quando tivermos a consciência que o que desejamos depende única e exclusivamente de nossa ousadia, iniciativa e vontade.
Comentário: acorde para um novo tempo. Hoje você já não precisa tanto dos outros como em épocas passadas, pois é você que diz como pelas pessoas deseja ser lembrado. Mude agora as suas estratégias, atualize-as – é disso que você está precisando.
Conclusão: Metalize o que desejas, ponha em um papel e monte o como vais conseguir. Se dê um tempo para isso ocorrer. Lembre-se: se encontrares dificuldades é porque estás no caminho certo!
Com essas dicas bem aproveitadas:
- você será mais confiante e confiável;
- as pessoas vão querer você do lado;
- você se tornará um referencial, um exemplo de vida;
- as conquistas e oportunidades surgirão mais cotidianamente;
- será mais criativo e reconhecido.
Então, mãos a obra e corra para a felicidade – ELA ESTÁ DEPENDENDO APENAS DE VOCE.
Até a próxima.
Gonçalo Pontes Júnior
Por onde passo, por onde falo, por onde trabalho, encontro sempre pessoas que se perguntam o como encontrar a melhor forma de se viver – alguns entendem isso como felicidade.
Tenho escrito, de vez em quando, algo a este respeito. Porém, a cada lição que a vida me dá, encontro mais o que escrever sobre isto.
Ultimamente tenho me centrado muito no término de meu livro – A ATITUDE É SUA. A CONSEQUÊNCIA TAMBÉM! Pelo próprio título escolhido, não poderia deixar de ter um capítulo especialmente dedicado a tão instigantes pensamentos: A BUSCA DA FELICIDADE ATRAVÉS DE NOSSAS ATITUDES.
Ron Willinlinghan, um famoso escritor norte americano, em de seus belíssimos livros, de forma resumida e direta, afirma que “temos que fazer as coisas certas porque as coisas certas são para ser feitas”.
Se começarmos a nos debruçar sobre esta afirmativa, certamente concluiremos que é esta a forma de melhor se viver e, portanto, encontrar o que todos buscamos na vida: SERMOS FELIZES!
Aí você vai dizer: MAS ISTO NÃO É FÁCIL!
E, logicamente vou concordar com você, todavia vou lembrá-lo que para virmos ao mundo tivemos que disputar com cerca de 400 milhões de espermatozóides o único lugar no óvulo de nossa mãe. Ou seja, até para nascer tivemos que lutar e correr mais que os outros. Por isso sempre digo que ser feliz será sempre uma opção de busca.
Bem, entendido que não é fácil (lembre-se: isso é regra) ser feliz, vou dar três dicas que podem facilitar a sua caminhada e as comentarei:
1 – Entenda que as pessoas têm limites e que nenhuma delas tem a obrigação de ser igual a você ou fazerem algo apenas porque você deseja que elas façam;
Comentário: Por vezes achamos que alguém tem que mudar ser mais humilde, etc.. Quando Deus o fez, ele também lhe estabeleceu limites, às vezes maiores que os de outras pessoas. Imagine que você ficou chateado com um amigo e por você ter razão, acha que ele é que tem que pedir desculpas! Aí vai a minha pergunta: se ele é limitado para entender isso (às vezes por falta de humildade, às vezes porque é cabeça dura…) será que não vale a pena, por a sua capacidade de entendimento humano ser maior que a dele, você passar por cima disso e voltar a tê-lo como verdadeiro amigo sem mágoas?
Conclusão: Buscar a felicidade é saber dos limites dos outros e aprender a conviver com eles, nunca buscando copiá-los. Lembre-se sempre, o fato de você ter a capacidade de ser mais compreensivo que outras pessoas, não é um dom divino para ficar guardado, mas para ser utilizado.
2 – Descubra a necessidade das pessoas e faça algo para ajudá-las;
Comentário: Vivemos uma época em que a cada dia, menos as pessoas se preocupam com outros. Até mesmo nós mesmos estamos escolhendo um velório para reencontrar toda a família reunida! Ouça mais, faça mais, se preocupe mais com as pessoas ao seu redor, muitas delas estão precisando apenas de um ombro ou um ouvido;
Conclusão: A felicidade é uma reação de alguma ação que se faz ou se propaga. Não ouvimos mais “EU TE AMO” porque deixamos de dizer isto. Veja que os dias estão se passando com uma velocidade enorme, exatamente porque a preocupação do TER é maior que a do SER. Experimente hoje fazer uma surpresa inesperada a quem você ama, mas não o/a ver já há algum tempo; olhe bem nos olhos desta pessoa, no momento desse encontro, que a verdadeira felicidade não está na marca de uma roupa ou no modelo de um carro, mas no brilho dos olhos dos seres humanos!
3 – Assuma de uma vez por todas a responsabilidade de seus resultados: creia que é de suas atitudes que eles dependem, muitos de nós temos esperado que os resultados que almejamos caiam do céu através de mega-sena, quando eles só ocorrerão quando tivermos a consciência que o que desejamos depende única e exclusivamente de nossa ousadia, iniciativa e vontade.
Comentário: acorde para um novo tempo. Hoje você já não precisa tanto dos outros como em épocas passadas, pois é você que diz como pelas pessoas deseja ser lembrado. Mude agora as suas estratégias, atualize-as – é disso que você está precisando.
Conclusão: Metalize o que desejas, ponha em um papel e monte o como vais conseguir. Se dê um tempo para isso ocorrer. Lembre-se: se encontrares dificuldades é porque estás no caminho certo!
Com essas dicas bem aproveitadas:
- você será mais confiante e confiável;
- as pessoas vão querer você do lado;
- você se tornará um referencial, um exemplo de vida;
- as conquistas e oportunidades surgirão mais cotidianamente;
- será mais criativo e reconhecido.
Então, mãos a obra e corra para a felicidade – ELA ESTÁ DEPENDENDO APENAS DE VOCE.
Até a próxima.
Gonçalo Pontes Júnior
NA ALTA TEMPERATURA, VOÇÊ É OVO CENOURA OU CAFÉ
Na alta temperatura: você é ovo, cenoura ou café?
Conta uma história, que todas as vezes que o filho enfrentava uma dificuldades reclamava à mãe e chorava. Cada vez com mais repetições, ele passou a indagar se as outras crianças também tinham tantas dificuldades como ele. Achava que não, pois não as via reclamar.
Sua mãe então, o chamou até a cozinha, pediu-lhe a sua total atenção, pegou um ovo, uma cenoura e pó de café, e os colocou com água, em panelas diferentes, para ferver no fogão.
Após a fervura, retirou os citados ingredientes de suas respectivas panelas e pôs todos na mesa de frente para a criança.
Sem nada entender, sua mãe falou: você viu que coloquei tudo para ferver e após a fervura veja que a cenoura ficou mole, sem a sua resistência inicial; veja também que o ovo endureceu, ficou rígido; mas, preste atenção que o café ficou gostoso, saboroso e que ele só tomou gosto depois de bem fervido, de muita temperatura!
Meu filho, continuou a mãe, estes três ingredientes foram postos diante da mesma temperatura, da mesma dificuldade, da mesma situação. Voce viu que um deles endureceu, o outro amoleceu e o último ficou saboroso.
Diante disso quero lhe perguntar: quando estás diante de uma dificuldade, como preferes ser visto pelas pessoas – uma cenoura, um ovo ou um maravilhoso café?
Essa interessante historinha, me leva diariamente a essa mesma pergunta: COMO DESEJO SER VISTO PELAS PESSOAS QUANDO ESTOU DIANTE DAS DIFICULDADES?
Que tal se voce também, agora se fizer a mesma pergunta!
A vida que diariamente vivemos tem como regra inicial o enfrentamento de dificuldades – e esse é o tempero para o reconhecimento pessoal e profissional. Ora, se isso significa estar vivo, as dificuldades são a magia do poder acordar e depender de si para alcançar o que se pretende.
É a reação diante da dificuldade que faz surgir o VENCEDOR. É o tempo que se leva para se reerguer, após uma queda, quantas vezes seja necessário, que dá a noção do potencial humano e profissional daqueles que não se cansam de continuar tentando, pois ninguém consegue o que pretende sem tentar. É bem verdade que muitos tentam e não conseguem, mas não conheço ninguém que conseguiu sem tentar.
Como eu sei que voce, após um grande fervura (leia-se dificuldades) tem o comportamento de um grande café, jamis deixe algo lhe mudar e aproveite, com isso, as oportunidades que a vida guarda para quem detém esse comportamento.
Gonçalo Júnior
Conta uma história, que todas as vezes que o filho enfrentava uma dificuldades reclamava à mãe e chorava. Cada vez com mais repetições, ele passou a indagar se as outras crianças também tinham tantas dificuldades como ele. Achava que não, pois não as via reclamar.
Sua mãe então, o chamou até a cozinha, pediu-lhe a sua total atenção, pegou um ovo, uma cenoura e pó de café, e os colocou com água, em panelas diferentes, para ferver no fogão.
Após a fervura, retirou os citados ingredientes de suas respectivas panelas e pôs todos na mesa de frente para a criança.
Sem nada entender, sua mãe falou: você viu que coloquei tudo para ferver e após a fervura veja que a cenoura ficou mole, sem a sua resistência inicial; veja também que o ovo endureceu, ficou rígido; mas, preste atenção que o café ficou gostoso, saboroso e que ele só tomou gosto depois de bem fervido, de muita temperatura!
Meu filho, continuou a mãe, estes três ingredientes foram postos diante da mesma temperatura, da mesma dificuldade, da mesma situação. Voce viu que um deles endureceu, o outro amoleceu e o último ficou saboroso.
Diante disso quero lhe perguntar: quando estás diante de uma dificuldade, como preferes ser visto pelas pessoas – uma cenoura, um ovo ou um maravilhoso café?
Essa interessante historinha, me leva diariamente a essa mesma pergunta: COMO DESEJO SER VISTO PELAS PESSOAS QUANDO ESTOU DIANTE DAS DIFICULDADES?
Que tal se voce também, agora se fizer a mesma pergunta!
A vida que diariamente vivemos tem como regra inicial o enfrentamento de dificuldades – e esse é o tempero para o reconhecimento pessoal e profissional. Ora, se isso significa estar vivo, as dificuldades são a magia do poder acordar e depender de si para alcançar o que se pretende.
É a reação diante da dificuldade que faz surgir o VENCEDOR. É o tempo que se leva para se reerguer, após uma queda, quantas vezes seja necessário, que dá a noção do potencial humano e profissional daqueles que não se cansam de continuar tentando, pois ninguém consegue o que pretende sem tentar. É bem verdade que muitos tentam e não conseguem, mas não conheço ninguém que conseguiu sem tentar.
Como eu sei que voce, após um grande fervura (leia-se dificuldades) tem o comportamento de um grande café, jamis deixe algo lhe mudar e aproveite, com isso, as oportunidades que a vida guarda para quem detém esse comportamento.
Gonçalo Júnior
PSICOLOGIA DO TRABALHO
MOTIVAÇÃO E TREINAMENTO DE PESSOAL
1. Introdução
Como já foi mencionado, em "Bases do Comportamento Humano", o ato inseguro pode ocorrer devido a não adaptação do indivíduo a máquina ou ao emprego. Existe uma alta probabilidade desta não adaptação surgir como conseqüência do desconhecimento e/ou falta de motivação do empregado. Conclui-se daí que um treinamento se faz necessário a fim de que se transmita aos empregados os conhecimentos relativos à tarefa que ele irá desempenhar e às máquinas que irá operar, no próprio ambiente de trabalho.
Este texto analisará alguns aspectos do treinamento e esclarecerá o que se entende por motivação e como esta influi no bom desempenho do empregado.
Para que se elabore um programa de treinamento, torna-se necessário um exame dos motivos que levam as pessoas a emitir certos desempenhos que são desejados, ou a não emitir tais desempenhos.
Um motivo é qualquer coisa que inicia um comportamento. Há duas classes de motivos: impulsos ou necessidades, e incentivos.
Incentivos são objetos ou condições do ambiente que estimulam o comportamento. Assim, um empregado pode não sentir a necessidade de usar óculos de segurança, mas usa-lo com freqüência, após ter presenciado o colega ao lado perder a vista.
Os impulsos ou necessidades, se dividem em duas classes:
a) Impulsos não aprendidos, ou primários, tem sua origem em processos orgânicos internos, que podem ser identificados. A fome é um exemplo.
b) Impulsos aprendidos são aqueles que se adquire através da aprendizagem.
Desejos de aprovação, realização e competição são exemplos destes impulsos adquiridos através de reforçamento recebido dos pais, professores e outros agentes reforçadores.
Assim, pode-se afirmar que os reforços utilizados para implantar impulsos em uma pessoa são os incentivos. Os incentivos serão, por exemplo, utilizados por um técnico de segurança para encorajar, ou desencorajar um empregado a agir de uma determinada maneira. Podem ser positivos, como os prêmios, ou negativos como as punições.
Suponhamos que Marcelo chega preocupado na fábrica e vai começar a trabalhar sem o seu óculos de segurança. Ao dirigir-se para a máquina, encontra uma série de cartazes colocados pelo supervisor advertindo o trabalhador dos perigos do trabalho sem o mencionado equipamento. Lembra-se, a partir daí, dos equipamentos e os coloca.
Os cartazes funcionaram como incentivos para o impulso de Marcelo, de colocar o óculo de segurança. Torna-se interessante, então, que um indivíduo esteja motivado para o seu trabalho, ou seja, exiba um impulso em direção a esse trabalho.
Neste caso, ele tem necessidade de emitir certos desempenhos e o resultado do trabalho, em contra-partida, satisfaz suas necessidades.
As três principais características do comportamento motivado são:
a) Excitação - o motivo torna o indivíduo mais ativo e inquieto. Excitação é o comportamento repleto de energia.
b) Direção - o comportamento motivado tem propósito, intenção. O indivíduo motivado tem direção, ou seja, um objetivo, uma meta.
c) Sentimento de vontade ou desejo - o sentimento de querer ou desejar é experimentado na forma de tensão, esforço e expectativa. Quando o objetivo é alcançado a tensão e o esforço desaparecem junto com a atividade.
Concluímos, portanto, que um indivíduo que exiba um comportamento motivado, estará indo de encontro à satisfação das suas necessidades. Exemplificando, impulsos primários como a fome, levam o indivíduo a comer.
Este trabalho deterá, por mais algumas linhas, nos impulsos aprendidos, pois estes podem ser manipulados pelo homem.
Existem varias teorias sobre as possíveis fontes dos motivos aprendidos.
Uma delas é a teoria das tensões corporais que afirma que todos os impulsos originam-se em desconfortos físicos. Varias objeções foram colocadas a essa teoria.
Outra teoria considera o deslocamento, que é a substituição de uma forma de satisfação menos direta por outra mais direta. Por exemplo, a tensão causada por uma briga conjugal é deslocada para outros canais, tais como agressividade no emprego.
Há ainda uma terceira teoria que estuda o condicionamento e afirma que uma pessoa aprende maneiras especificas de satisfazer seus impulsos, por causa dos reforços que recebe ao emitir de terminados comportamentos. Por exemplo, uma pessoa aprende a buscar o poder porque o exercício do poder lhe traz recompensas materiais. Assim, um ex-diretor da empresa, vai procurar retornar ao cargo porque enquanto desempenhava a função obtinha reforços como admiração, estima e alto salário.
São muitas as teorias que decorrem sobre as fontes dos motivos aprendidos. Resta-nos citar alguns destes motivos, mais especificamente, aqueles que levam a pessoa a comportar-se de uma ou outra maneira.
Experimentos feitos por Crowne e Marlowe constataram a existência da necessidade de sentir-se aprovado, no homem. Esses autores concluíram por exemplo, que uma forte necessidade de aprovação surge da vontade de se vencer um nível baixo de auto-estima. Assim, se um supervisor constata que um empregado tem muita necessidade de receber aprovação para se sentir motivado, poderá incentivar a auto-estima dessa pessoa, ressaltando aspectos positivos de seu comportamento.
Outros experimentos versam sobre a necessidade de realização e a motivação para a tarefa.
Neste artigo, usou-se constantemente os termos impulso e necessidade sem distinção. Na verdade, o impulso refere-se mais a fonte do comportamento motivado e a necessidade refere-se a finalidade do comportamento. Então, uma pessoa pode necessitar de alimento (necessidade) sem estar motivada a procurar o alimento (impulso). Nutricionistas, por exemplo, preocupam-se com as necessidades nutricionais e não com o impulso da fome.
2 - As necessidades psicológicas
Em primeiro lugar, é conveniente esclarecer que não há um modelo universal satisfatório de saúde psicológica, o que torna difícil especificar quais necessidades deverão ser satisfeitas. Outra dificuldade é que a pessoa pode, prontamente substituir uma necessidade psicológica por outra. pode-se compensar a deficiência de uma necessidade satisfazendo-se uma outra necessidade. Pesquisas tem mostrado que as necessidades psicológicas formam uma hierarquia: algumas necessidades tem prioridade sobre outras. Quando necessidades prioritárias são satisfeitas, outras aparecem. Henry Murray selecionou vinte necessidades básicas e Erick Fromm especificou cinco necessidades humanas universais. E foi Abraham Maslow (1967) quem apresentou a "Teoria da Hierarquia das Necessidades".
Maslow considera dois tipos de necessidades existentes no homem: as necessidades básicas (fome, sede, sexo, segurança, realização) e as meta-necessidades, que são qualidades espirituais tais como justiça, bondade, beleza, ordem e unidade.
É com as necessidades básicas que Maslow constrói a hierarquia que se visualiza abaixo.
Necessidades Básicas
Analisaremos, a seguir, as necessidades acima mencionadas.
2.1 - Necessidades fisiológicas
Essas necessidades representam a base da pirâmide por terem força maior. Somente quando satisfeitas, o indivíduo passará a sentir necessidade de segurança, que é o próximo degrau da escala. Essas necessidades fisiológicas, básicas para a manutenção da vida são: alimento, roupa, abrigo, etc.
2.2 - Necessidades de segurança
Fundamentalmente é a necessidade de estar livre de perigo físico, de medo e privação de necessidades fisiológicas básicas.
2.3 - Necessidade de aprovação social
Como o homem é um ser social, ele tem necessidade de participar de grupos e ser aceito pelas pessoas. Depois que um indivíduo começa a satisfazer sua necessidade de participação, geralmente deseja ser mais do que apenas um membro do grupo. Sente a necessidade de estima.
2.4 - Necessidade de estima
É a necessidade que as pessoas tem tanto de amor próprio quanto do reconhecimento dos outros.
A satisfação de tais necessidades traz sentimentos de auto-confiança.
2.5 - Necessidade de auto-realização
No topo da pirâmide encontra-se a necessidade de auto-realização. É a necessidade de realizar o máximo do potencial individual próprio.
Uma pessoa que busca a auto-realização está caminhando em direção ao uso das suas potencialidades, talentos e capacidades.
Observa-se, assim, que existe una hierarquia de necessidades no homem. Portanto, se um homem não tem satisfeitas as suas necessidades fisiológicas, ele não vai possuir a consciência das necessidades de estima, por exemplo.
3 - O Processo de Treinamento
Suponha-se um empregado recém-contratado para determinado serviço. Obviamente, ele deverá ter passado por um processo de seleção, de maneira que a adequação homem-função tenha sido conseguida. Logo após, esse homem passará por um treinamento, rápido ou não, conforme o nível de conhecimento e complexidade que apresente a função e do ambiente de trabalho.
Como seria definido esse treinamento? Osvaldo de Barros Santos coloca: "O treinamento profissional consiste na aplicação de um conjunto de princípios teóricos oriundos de Pedagogia visando a aprendizagem de novas respostas a situações específicas, a extinção de outras, indesejáveis nas mesmas situações e a preparação do organismo para futura ampliação do seu repertório de respostas".
Analisando a definição acima, por partes, conclui-se que:
a) O treinamento visa à aprendizagem através da aplicação de recursos externos.
b) A aprendizagem consiste na aquisição de novas respostas a situações específicas. Estas novas respostas incluem a extinção de respostas não desejadas numa certa situação, a ampliação do futuro repertório de respostas do organismo e a emissão de respostas adequadas a determinadas situações.
Uma questão a ser considerada pelas empresas, seria a contratação de pessoal já habilitado ou eficiente para determinada tarefa. As despesas com treinamento seriam, portanto, eliminadas. Por outro lado, vale a pena considerar que toda atividade esta inserida num panorama próprio da empresa, o que, de certa forma, confere características próprias a cada tarefa. pesquisas sobre o assunto mostram que os grupos treinados são de 10 a 40% mais eficientes do que os grupos não treinados.
Uma vez aceita a necessidade do treinamento passa-se a sua elaboração propriamente dita.
São oito os passos apontados para a implantação de um processo de treinamento:
1º passo - Levantamento de necessidades.
2º passo - Definição de objetivos específicos: descrever a função e o comportamento desejável
3º passo - Analise do trabalho: identificar pontos críticos nas tarefas e no pessoal a ser treinado.
4º passo - Determinação do modelo de treinamento: do tipo escolar ou formal e do tipo
informal, no trabalho.
5º passo - Determinação dos métodos e processos: informativos, cognitivos, comportamentais,
centrados na pessoa, etc.
6º passo - Implantação e custo: local , pessoal docente, participantes, material, equipamento, etc.
7º passo - Execução: observação progressiva dos efeitos.
8º passo - Avaliação: estudo sobre os resultados obtidos, pessoal e material utilizados.
As necessidades que uma empresa possui, de um programa de treinamento, são basicamente de três tipos:
1º - Necessidade de preparação prévia e de adaptação inicial. Esta necessidade pode ser atribuída ao antigo empregado que passa a outras funções ou ao novo empregado. O treinamento pode ocorrer antes do exercício do cargo ou função ou durante a fase inicial do trabalho, quando muitas duvidas surgem.
2º - Necessidade de correção, isto é, de eliminação de desempenhos tais como erros, imperfeições e atrasos de produção que, no caso de segurança do trabalho, levam ao acidente.
Os desempenhos observáveis, que levam a essa necessidade, são: erros e imperfeições, absenteísmo, problemas de relacionamento, rotatividade de pessoal, acidentes, redução da produtividade, reclamações do consumidor, etc.
3º - Necessidade de desenvolvimento, ou seja, preparação dos indivíduos para o futuro e para a satisfação pessoal. O treinamento aplicado aos grandes técnicos e administradores.
A ausência de pessoal-chave em certos momentos, em certos setores, é um problema com o qual se deparam as empresas.
O rodízio de empregados pelos vários setores soluciona o problema do imprevisto anteriormente mencionado. Homens-chave não podem omitir-se, deixando de treinar sucessores. Nesse caso, surge a necessidade de desenvolvimento através do treinamento.
Outros exemplos que satisfazem esta categoria de necessidades são a integração psicológica do empregado na organização; a elevação de seu nível cultural e do "status" da empresa e dos empregados; o incentivo à criatividade como recurso para solução de muitos problemas; a adaptação a novos sistemas e métodos de trabalho, e ao uso de instrumental e dispositivos mais sofisticados; a atualização do pessoal em novas técnicas, diante da evolução tecnológica; a promoção de empregados a postos de maior complexidade ou de outra especialização; o contato direto dos empregados com a clientela para perceberem suas tendências para o futuro.
A descoberta de carências, neste nível, exige muito trabalho e atenção. Organizações já foram destruídas porque seus elementos não souberam enfrentar rápidas mudanças. A atenção ao homem como pessoa e não como mero produtor poderá elevar a motivação dos elementos e colocar a empresa numa posição de vanguarda, tanto no que diz respeito ao bem estar social quanto à produção.
O progresso profissional , a assistência e o reconhecimento pelo trabalho que se faz são variáveis comprovadamente relevantes nos estudos sobre motivação. Um treinamento nessa linha fará com que os profissionais da empresa mobilizem melhor os seus recursos, em benefcio, não somente de si próprios mas também da organização.
Existe um ponto, porém, que ainda não foi mencionado e é de suma importância para a análise do treinamento. É imperiosa uma descrição pormenorizada das tarefas e operações da empresa. Somente com essa descrição, pode-se visualizar o desempenho desejável para cada tarefa ou operação. É a partir de desempenho desejado, proceder ao processo de treinamento para que tal desempenho seja obtido. Durante o processo de treinamento, reforçar cada desempenho que esteja próximo ao comportamento desejado, é um principio fundamental.
No que diz respeito a segurança, os responsáveis pelo treinamento deverão fazer ressaltar os comportamentos seguros, chegando a transmitir a noção de que tais comportamentos vão de encontro às necessidade básicas do homem. Assim, reforçados os desempenhos seguros, estes irão aumentar de freqüência até atingirem o ponto em que elogios (reforços) não serão mais necessários, pois, o objetivo básico do trabalhador será o comportamento seguro apenas para satisfazer a sua necessidade de preservação enquanto ser humano.
1. Introdução
Como já foi mencionado, em "Bases do Comportamento Humano", o ato inseguro pode ocorrer devido a não adaptação do indivíduo a máquina ou ao emprego. Existe uma alta probabilidade desta não adaptação surgir como conseqüência do desconhecimento e/ou falta de motivação do empregado. Conclui-se daí que um treinamento se faz necessário a fim de que se transmita aos empregados os conhecimentos relativos à tarefa que ele irá desempenhar e às máquinas que irá operar, no próprio ambiente de trabalho.
Este texto analisará alguns aspectos do treinamento e esclarecerá o que se entende por motivação e como esta influi no bom desempenho do empregado.
Para que se elabore um programa de treinamento, torna-se necessário um exame dos motivos que levam as pessoas a emitir certos desempenhos que são desejados, ou a não emitir tais desempenhos.
Um motivo é qualquer coisa que inicia um comportamento. Há duas classes de motivos: impulsos ou necessidades, e incentivos.
Incentivos são objetos ou condições do ambiente que estimulam o comportamento. Assim, um empregado pode não sentir a necessidade de usar óculos de segurança, mas usa-lo com freqüência, após ter presenciado o colega ao lado perder a vista.
Os impulsos ou necessidades, se dividem em duas classes:
a) Impulsos não aprendidos, ou primários, tem sua origem em processos orgânicos internos, que podem ser identificados. A fome é um exemplo.
b) Impulsos aprendidos são aqueles que se adquire através da aprendizagem.
Desejos de aprovação, realização e competição são exemplos destes impulsos adquiridos através de reforçamento recebido dos pais, professores e outros agentes reforçadores.
Assim, pode-se afirmar que os reforços utilizados para implantar impulsos em uma pessoa são os incentivos. Os incentivos serão, por exemplo, utilizados por um técnico de segurança para encorajar, ou desencorajar um empregado a agir de uma determinada maneira. Podem ser positivos, como os prêmios, ou negativos como as punições.
Suponhamos que Marcelo chega preocupado na fábrica e vai começar a trabalhar sem o seu óculos de segurança. Ao dirigir-se para a máquina, encontra uma série de cartazes colocados pelo supervisor advertindo o trabalhador dos perigos do trabalho sem o mencionado equipamento. Lembra-se, a partir daí, dos equipamentos e os coloca.
Os cartazes funcionaram como incentivos para o impulso de Marcelo, de colocar o óculo de segurança. Torna-se interessante, então, que um indivíduo esteja motivado para o seu trabalho, ou seja, exiba um impulso em direção a esse trabalho.
Neste caso, ele tem necessidade de emitir certos desempenhos e o resultado do trabalho, em contra-partida, satisfaz suas necessidades.
As três principais características do comportamento motivado são:
a) Excitação - o motivo torna o indivíduo mais ativo e inquieto. Excitação é o comportamento repleto de energia.
b) Direção - o comportamento motivado tem propósito, intenção. O indivíduo motivado tem direção, ou seja, um objetivo, uma meta.
c) Sentimento de vontade ou desejo - o sentimento de querer ou desejar é experimentado na forma de tensão, esforço e expectativa. Quando o objetivo é alcançado a tensão e o esforço desaparecem junto com a atividade.
Concluímos, portanto, que um indivíduo que exiba um comportamento motivado, estará indo de encontro à satisfação das suas necessidades. Exemplificando, impulsos primários como a fome, levam o indivíduo a comer.
Este trabalho deterá, por mais algumas linhas, nos impulsos aprendidos, pois estes podem ser manipulados pelo homem.
Existem varias teorias sobre as possíveis fontes dos motivos aprendidos.
Uma delas é a teoria das tensões corporais que afirma que todos os impulsos originam-se em desconfortos físicos. Varias objeções foram colocadas a essa teoria.
Outra teoria considera o deslocamento, que é a substituição de uma forma de satisfação menos direta por outra mais direta. Por exemplo, a tensão causada por uma briga conjugal é deslocada para outros canais, tais como agressividade no emprego.
Há ainda uma terceira teoria que estuda o condicionamento e afirma que uma pessoa aprende maneiras especificas de satisfazer seus impulsos, por causa dos reforços que recebe ao emitir de terminados comportamentos. Por exemplo, uma pessoa aprende a buscar o poder porque o exercício do poder lhe traz recompensas materiais. Assim, um ex-diretor da empresa, vai procurar retornar ao cargo porque enquanto desempenhava a função obtinha reforços como admiração, estima e alto salário.
São muitas as teorias que decorrem sobre as fontes dos motivos aprendidos. Resta-nos citar alguns destes motivos, mais especificamente, aqueles que levam a pessoa a comportar-se de uma ou outra maneira.
Experimentos feitos por Crowne e Marlowe constataram a existência da necessidade de sentir-se aprovado, no homem. Esses autores concluíram por exemplo, que uma forte necessidade de aprovação surge da vontade de se vencer um nível baixo de auto-estima. Assim, se um supervisor constata que um empregado tem muita necessidade de receber aprovação para se sentir motivado, poderá incentivar a auto-estima dessa pessoa, ressaltando aspectos positivos de seu comportamento.
Outros experimentos versam sobre a necessidade de realização e a motivação para a tarefa.
Neste artigo, usou-se constantemente os termos impulso e necessidade sem distinção. Na verdade, o impulso refere-se mais a fonte do comportamento motivado e a necessidade refere-se a finalidade do comportamento. Então, uma pessoa pode necessitar de alimento (necessidade) sem estar motivada a procurar o alimento (impulso). Nutricionistas, por exemplo, preocupam-se com as necessidades nutricionais e não com o impulso da fome.
2 - As necessidades psicológicas
Em primeiro lugar, é conveniente esclarecer que não há um modelo universal satisfatório de saúde psicológica, o que torna difícil especificar quais necessidades deverão ser satisfeitas. Outra dificuldade é que a pessoa pode, prontamente substituir uma necessidade psicológica por outra. pode-se compensar a deficiência de uma necessidade satisfazendo-se uma outra necessidade. Pesquisas tem mostrado que as necessidades psicológicas formam uma hierarquia: algumas necessidades tem prioridade sobre outras. Quando necessidades prioritárias são satisfeitas, outras aparecem. Henry Murray selecionou vinte necessidades básicas e Erick Fromm especificou cinco necessidades humanas universais. E foi Abraham Maslow (1967) quem apresentou a "Teoria da Hierarquia das Necessidades".
Maslow considera dois tipos de necessidades existentes no homem: as necessidades básicas (fome, sede, sexo, segurança, realização) e as meta-necessidades, que são qualidades espirituais tais como justiça, bondade, beleza, ordem e unidade.
É com as necessidades básicas que Maslow constrói a hierarquia que se visualiza abaixo.
Necessidades Básicas
Analisaremos, a seguir, as necessidades acima mencionadas.
2.1 - Necessidades fisiológicas
Essas necessidades representam a base da pirâmide por terem força maior. Somente quando satisfeitas, o indivíduo passará a sentir necessidade de segurança, que é o próximo degrau da escala. Essas necessidades fisiológicas, básicas para a manutenção da vida são: alimento, roupa, abrigo, etc.
2.2 - Necessidades de segurança
Fundamentalmente é a necessidade de estar livre de perigo físico, de medo e privação de necessidades fisiológicas básicas.
2.3 - Necessidade de aprovação social
Como o homem é um ser social, ele tem necessidade de participar de grupos e ser aceito pelas pessoas. Depois que um indivíduo começa a satisfazer sua necessidade de participação, geralmente deseja ser mais do que apenas um membro do grupo. Sente a necessidade de estima.
2.4 - Necessidade de estima
É a necessidade que as pessoas tem tanto de amor próprio quanto do reconhecimento dos outros.
A satisfação de tais necessidades traz sentimentos de auto-confiança.
2.5 - Necessidade de auto-realização
No topo da pirâmide encontra-se a necessidade de auto-realização. É a necessidade de realizar o máximo do potencial individual próprio.
Uma pessoa que busca a auto-realização está caminhando em direção ao uso das suas potencialidades, talentos e capacidades.
Observa-se, assim, que existe una hierarquia de necessidades no homem. Portanto, se um homem não tem satisfeitas as suas necessidades fisiológicas, ele não vai possuir a consciência das necessidades de estima, por exemplo.
3 - O Processo de Treinamento
Suponha-se um empregado recém-contratado para determinado serviço. Obviamente, ele deverá ter passado por um processo de seleção, de maneira que a adequação homem-função tenha sido conseguida. Logo após, esse homem passará por um treinamento, rápido ou não, conforme o nível de conhecimento e complexidade que apresente a função e do ambiente de trabalho.
Como seria definido esse treinamento? Osvaldo de Barros Santos coloca: "O treinamento profissional consiste na aplicação de um conjunto de princípios teóricos oriundos de Pedagogia visando a aprendizagem de novas respostas a situações específicas, a extinção de outras, indesejáveis nas mesmas situações e a preparação do organismo para futura ampliação do seu repertório de respostas".
Analisando a definição acima, por partes, conclui-se que:
a) O treinamento visa à aprendizagem através da aplicação de recursos externos.
b) A aprendizagem consiste na aquisição de novas respostas a situações específicas. Estas novas respostas incluem a extinção de respostas não desejadas numa certa situação, a ampliação do futuro repertório de respostas do organismo e a emissão de respostas adequadas a determinadas situações.
Uma questão a ser considerada pelas empresas, seria a contratação de pessoal já habilitado ou eficiente para determinada tarefa. As despesas com treinamento seriam, portanto, eliminadas. Por outro lado, vale a pena considerar que toda atividade esta inserida num panorama próprio da empresa, o que, de certa forma, confere características próprias a cada tarefa. pesquisas sobre o assunto mostram que os grupos treinados são de 10 a 40% mais eficientes do que os grupos não treinados.
Uma vez aceita a necessidade do treinamento passa-se a sua elaboração propriamente dita.
São oito os passos apontados para a implantação de um processo de treinamento:
1º passo - Levantamento de necessidades.
2º passo - Definição de objetivos específicos: descrever a função e o comportamento desejável
3º passo - Analise do trabalho: identificar pontos críticos nas tarefas e no pessoal a ser treinado.
4º passo - Determinação do modelo de treinamento: do tipo escolar ou formal e do tipo
informal, no trabalho.
5º passo - Determinação dos métodos e processos: informativos, cognitivos, comportamentais,
centrados na pessoa, etc.
6º passo - Implantação e custo: local , pessoal docente, participantes, material, equipamento, etc.
7º passo - Execução: observação progressiva dos efeitos.
8º passo - Avaliação: estudo sobre os resultados obtidos, pessoal e material utilizados.
As necessidades que uma empresa possui, de um programa de treinamento, são basicamente de três tipos:
1º - Necessidade de preparação prévia e de adaptação inicial. Esta necessidade pode ser atribuída ao antigo empregado que passa a outras funções ou ao novo empregado. O treinamento pode ocorrer antes do exercício do cargo ou função ou durante a fase inicial do trabalho, quando muitas duvidas surgem.
2º - Necessidade de correção, isto é, de eliminação de desempenhos tais como erros, imperfeições e atrasos de produção que, no caso de segurança do trabalho, levam ao acidente.
Os desempenhos observáveis, que levam a essa necessidade, são: erros e imperfeições, absenteísmo, problemas de relacionamento, rotatividade de pessoal, acidentes, redução da produtividade, reclamações do consumidor, etc.
3º - Necessidade de desenvolvimento, ou seja, preparação dos indivíduos para o futuro e para a satisfação pessoal. O treinamento aplicado aos grandes técnicos e administradores.
A ausência de pessoal-chave em certos momentos, em certos setores, é um problema com o qual se deparam as empresas.
O rodízio de empregados pelos vários setores soluciona o problema do imprevisto anteriormente mencionado. Homens-chave não podem omitir-se, deixando de treinar sucessores. Nesse caso, surge a necessidade de desenvolvimento através do treinamento.
Outros exemplos que satisfazem esta categoria de necessidades são a integração psicológica do empregado na organização; a elevação de seu nível cultural e do "status" da empresa e dos empregados; o incentivo à criatividade como recurso para solução de muitos problemas; a adaptação a novos sistemas e métodos de trabalho, e ao uso de instrumental e dispositivos mais sofisticados; a atualização do pessoal em novas técnicas, diante da evolução tecnológica; a promoção de empregados a postos de maior complexidade ou de outra especialização; o contato direto dos empregados com a clientela para perceberem suas tendências para o futuro.
A descoberta de carências, neste nível, exige muito trabalho e atenção. Organizações já foram destruídas porque seus elementos não souberam enfrentar rápidas mudanças. A atenção ao homem como pessoa e não como mero produtor poderá elevar a motivação dos elementos e colocar a empresa numa posição de vanguarda, tanto no que diz respeito ao bem estar social quanto à produção.
O progresso profissional , a assistência e o reconhecimento pelo trabalho que se faz são variáveis comprovadamente relevantes nos estudos sobre motivação. Um treinamento nessa linha fará com que os profissionais da empresa mobilizem melhor os seus recursos, em benefcio, não somente de si próprios mas também da organização.
Existe um ponto, porém, que ainda não foi mencionado e é de suma importância para a análise do treinamento. É imperiosa uma descrição pormenorizada das tarefas e operações da empresa. Somente com essa descrição, pode-se visualizar o desempenho desejável para cada tarefa ou operação. É a partir de desempenho desejado, proceder ao processo de treinamento para que tal desempenho seja obtido. Durante o processo de treinamento, reforçar cada desempenho que esteja próximo ao comportamento desejado, é um principio fundamental.
No que diz respeito a segurança, os responsáveis pelo treinamento deverão fazer ressaltar os comportamentos seguros, chegando a transmitir a noção de que tais comportamentos vão de encontro às necessidade básicas do homem. Assim, reforçados os desempenhos seguros, estes irão aumentar de freqüência até atingirem o ponto em que elogios (reforços) não serão mais necessários, pois, o objetivo básico do trabalhador será o comportamento seguro apenas para satisfazer a sua necessidade de preservação enquanto ser humano.
CATERPILLAR NO BRASIL
A Caterpillar iniciou suas atividades no Brasil começou em 1954 com um armazém para comercialização, fabricação e estocagem de peças e componentes. Em 1955, a Caterpillar Inc. realizou seu segundo investimento fora dos Estados Unidos, comprando uma área de 164.000 m² na cidade de São Paulo e lá instalando sua fábrica que começou a produzir em 1960.
Como líder do setor em vendas domésticas e de exportação de equipamentos de terraplenagem, a Caterpillar produz atualmente 24 modelos de máquinas que incluem Motoniveladoras, Tratores de Esteiras, Carregadeiras de Rodas, Retroescavadeiras, Compactadores, Escavadeiras Hidráulicas e Grupos Geradores. Todos estes produtos são exportados para mais de 120 países. Atualmente, emprega 5000 pessoas e está classificada entre as 20 maiores empresas exportadoras brasileiras.
A Caterpillar Brasil tem contribuído ativamente para o desenvolvimento do país, investindo e participando na construção de produtos de grande escala, como usinas hidrelétricas, rodovias, ferrovias e aeroportos, assim como em projetos de florestas sustentáveis, mineração, agricultura e geração de energia.
A Caterpillar Brasil foi vencedora por quatro vezes do prêmio anual "Chairman Safety Award", um reconhecimento interno da Caterpillar de excelência em segurança. Desde 2004 é eleita a "Melhor Empresa para se Trabalhar" no Brasil e também na América Latina pelo Instituto Great Place to Work e Guia Você S.A. Exame.
Com um forte compromisso com o meio ambiente, a empresa compreende que seus produtos e serviços não somente constroem a infra-estrutura do mundo mas também devem apoiar o desenvolvimento sustentável dos recursos globais. A empresa enfoca seu compromisso de três formas: 1) mantendo uma unidade de fabricação em Piracicaba que opera com os mais elevados padrões de limpeza e controles ambientais; 2) fabricando produtos que atendem ou superam os requisitos mais exigentes de emissões de ar e ruído em todo o mundo; 3) fornecendo orientações aos usuários sobre o uso correto dos equipamentos com enfoque na obtenção dos melhores resultados enquanto sustenta o meio ambiente. Um dos maiores esforços da empresa para o desenvolvimento sustentável é sua parceria com a Fundação da Floresta Tropical, uma instituição educacional sem fins lucrativos dedicada à conservação das florestas tropicais através da manejo florestal sustentável.
O resultado desse empenho pela excelência é traduzido nas certificações internacionais obtidas pela Caterpillar Brasil ao longo de sua jornada: ISO 9002 (1994), MRP II Classe A (1999) Excelência Operacional (2000), ISO 14001(2001) e ISO 9001:2000 (2003). Sua jornada de excelência foi reconhecida com a conquista do Prêmio Nacional da Qualidade/1999.
Aos 55 anos, a empresa dispõe do mais moderno parque industrial de seu setor, fazendo parte de uma elite de empresas no mundo que conquistaram e mantém a certificação de Excelência Operacional, fato que lhe assegura grande competitividade e divisas para seus produtos ao redor do mundo. Atualmente orientada pela metodologia 6Sigma e pelo Sistema de Produção Caterpillar, o CPS, a empresa mantém o vigor da jovem iniciante dos tempos da Lapa e, assim como seus produtos, está sempre apta e pronta a desbravar as novas fronteiras da tecnologia das décadas que estão por vir.
Como líder do setor em vendas domésticas e de exportação de equipamentos de terraplenagem, a Caterpillar produz atualmente 24 modelos de máquinas que incluem Motoniveladoras, Tratores de Esteiras, Carregadeiras de Rodas, Retroescavadeiras, Compactadores, Escavadeiras Hidráulicas e Grupos Geradores. Todos estes produtos são exportados para mais de 120 países. Atualmente, emprega 5000 pessoas e está classificada entre as 20 maiores empresas exportadoras brasileiras.
A Caterpillar Brasil tem contribuído ativamente para o desenvolvimento do país, investindo e participando na construção de produtos de grande escala, como usinas hidrelétricas, rodovias, ferrovias e aeroportos, assim como em projetos de florestas sustentáveis, mineração, agricultura e geração de energia.
A Caterpillar Brasil foi vencedora por quatro vezes do prêmio anual "Chairman Safety Award", um reconhecimento interno da Caterpillar de excelência em segurança. Desde 2004 é eleita a "Melhor Empresa para se Trabalhar" no Brasil e também na América Latina pelo Instituto Great Place to Work e Guia Você S.A. Exame.
Com um forte compromisso com o meio ambiente, a empresa compreende que seus produtos e serviços não somente constroem a infra-estrutura do mundo mas também devem apoiar o desenvolvimento sustentável dos recursos globais. A empresa enfoca seu compromisso de três formas: 1) mantendo uma unidade de fabricação em Piracicaba que opera com os mais elevados padrões de limpeza e controles ambientais; 2) fabricando produtos que atendem ou superam os requisitos mais exigentes de emissões de ar e ruído em todo o mundo; 3) fornecendo orientações aos usuários sobre o uso correto dos equipamentos com enfoque na obtenção dos melhores resultados enquanto sustenta o meio ambiente. Um dos maiores esforços da empresa para o desenvolvimento sustentável é sua parceria com a Fundação da Floresta Tropical, uma instituição educacional sem fins lucrativos dedicada à conservação das florestas tropicais através da manejo florestal sustentável.
O resultado desse empenho pela excelência é traduzido nas certificações internacionais obtidas pela Caterpillar Brasil ao longo de sua jornada: ISO 9002 (1994), MRP II Classe A (1999) Excelência Operacional (2000), ISO 14001(2001) e ISO 9001:2000 (2003). Sua jornada de excelência foi reconhecida com a conquista do Prêmio Nacional da Qualidade/1999.
Aos 55 anos, a empresa dispõe do mais moderno parque industrial de seu setor, fazendo parte de uma elite de empresas no mundo que conquistaram e mantém a certificação de Excelência Operacional, fato que lhe assegura grande competitividade e divisas para seus produtos ao redor do mundo. Atualmente orientada pela metodologia 6Sigma e pelo Sistema de Produção Caterpillar, o CPS, a empresa mantém o vigor da jovem iniciante dos tempos da Lapa e, assim como seus produtos, está sempre apta e pronta a desbravar as novas fronteiras da tecnologia das décadas que estão por vir.
CATERPILLAR
Evolução
1890. Benjamin Holt e Daniel Best fizeram experiências com vários tipos de tratores a vapor para uso na agricultura. Eles o fizeram separadamente, em diferentes empresas.
1904. Primeiro trator de esteiras a vapor de Holt.
1906. Primeiro trator de esteiras a gás de Holt.
1915. Os tratores de esteiras Holt "Caterpillar®" são utilizados pelos aliados na 1ª Guerra Mundial.
1925. A Holt Manufacturing Company e a C. L. Best Tractor Co. se unem para formar a Caterpillar Tractor Co.
1931. O primeiro Trator Diesel Sixty saiu na linha de montagem em East Peoria, Illinois, com uma nova fonte eficiente de potência para tratores de esteira.
1940. A linha de produtos Caterpillar inclui agora motoniveladoras, niveladoras de lâmina, niveladoras elevadoras, plainas e grupos geradores.
1942. Os tratores de esteira, motoniveladoras, grupos geradores e um motor especial para o tanque M4 Caterpillar são utilizados pelos Estados Unidos em sua força de guerra.
1950. É criada a Caterpillar Tractor Co. Ltd. na Inglaterra, a primeira de muitas operações no exterior criada para ajudar a gerenciar as faltas de intercâmbio, as tarifas, os controles de importação e melhor servir os clientes em todo o mundo.
1953. Em 1931, a empresa criou um grupo separado de vendas de motores para comercializar motores diesel para outros fabricantes de equipamentos. Este grupo foi substituído em 1953 por uma divisão de vendas e marketing separada para melhor atender às necessidades de uma ampla gama de clientes de motores. As vendas de motores importam agora em cerca de um terço das vendas e receitas totais da empresa.
1963. A Caterpillar e a Mitsubishi Heavy Industries Ltd. formam uma das primeiras joint ventures no Japão para incluir uma propriedade parcial dos E.U.A. A Caterpillar Mitsubishi Ltd. iniciou a produção em 1965, foi renomeada Shin Caterpillar Mitsubishi Ltd., e é hoje fabricante número dois de equipamentos para construção e mineração no Japão.
1981-83. A recessão mundial teve seu impacto sobre a Caterpillar, custando à empresa o equivalente a US$1 milhão por dia e forçando-a a reduzir drasticamente os níveis de emprego.
1983. A Caterpillar Leasing Company é expandida para oferecer opções de financiamento de equipamentos aos seus clientes em todo o mundo e é renomeada Caterpillar Financial Services Corporation.
1985-até hoje. A linha de produtos continuou a se diversificar para atender a uma variedade de necessidades dos clientes. Mais de 300 produtos são agora oferecidos, mais que o dobro do número em 1981.
1986. A Caterpillar Tractor Co. muda seu nome para Caterpillar Inc. - que reflete com mais exatidão a diversidade do crescimento da empresa.
1987. Um programa de modernização de fábrica de US$1,8 bilhão foi lançado para aperfeiçoar os processos de fabricação.
1990. A empresa descentralizou sua estrutura, reorganizou-se em unidades de negócios responsáveis pelo retorno sobre os ativos e a satisfação do cliente.
1997. A empresa continuou a se expandir, adquirindo a Perkins Engines sediada na Inglatera. Com a adição da alemã MaK Motoren no ano anterior, a Caterpillar se torna líder mundial na fabricação de motores diesel.
1998. O maior caminhão fora-de-estrada do mundo - o 797 - inicia suas atividades no Campo de provas da Caterpillar no estado de Arizona.
1999. A Caterpillar revela sua nova linha de equipamentos compactos para construção na CONEXPO, a maior feira de equipamentos para construção, em resposta às mudanças de necessidades dos clientes para equipamentos de construção menores, mais versáteis.
2000. A Caterpillar comemora seu 75º aniversário.
2001. A Caterpillar é a primeira empresa a lançar globalmente o 6 Sigma e fornecer benefícios no primeiro ano superiores aos seus custos de implementação.
2003. A Caterpillar se torna a primeira fabricante de motores a oferecer uma linha completa de motores diesel limpos modelo 2004 em total conformidade e certificados pela Agência de Proteção Ambiental (EPA) dos E.U.A. A tecnologia revolucionária de controle de emissões da Caterpillar, conhecida como ACERT®, é projetada para atender aos padrões EPA sem sacrificar o desempenho, a confiabilidade ou a economia de combustível.
1890. Benjamin Holt e Daniel Best fizeram experiências com vários tipos de tratores a vapor para uso na agricultura. Eles o fizeram separadamente, em diferentes empresas.
1904. Primeiro trator de esteiras a vapor de Holt.
1906. Primeiro trator de esteiras a gás de Holt.
1915. Os tratores de esteiras Holt "Caterpillar®" são utilizados pelos aliados na 1ª Guerra Mundial.
1925. A Holt Manufacturing Company e a C. L. Best Tractor Co. se unem para formar a Caterpillar Tractor Co.
1931. O primeiro Trator Diesel Sixty saiu na linha de montagem em East Peoria, Illinois, com uma nova fonte eficiente de potência para tratores de esteira.
1940. A linha de produtos Caterpillar inclui agora motoniveladoras, niveladoras de lâmina, niveladoras elevadoras, plainas e grupos geradores.
1942. Os tratores de esteira, motoniveladoras, grupos geradores e um motor especial para o tanque M4 Caterpillar são utilizados pelos Estados Unidos em sua força de guerra.
1950. É criada a Caterpillar Tractor Co. Ltd. na Inglaterra, a primeira de muitas operações no exterior criada para ajudar a gerenciar as faltas de intercâmbio, as tarifas, os controles de importação e melhor servir os clientes em todo o mundo.
1953. Em 1931, a empresa criou um grupo separado de vendas de motores para comercializar motores diesel para outros fabricantes de equipamentos. Este grupo foi substituído em 1953 por uma divisão de vendas e marketing separada para melhor atender às necessidades de uma ampla gama de clientes de motores. As vendas de motores importam agora em cerca de um terço das vendas e receitas totais da empresa.
1963. A Caterpillar e a Mitsubishi Heavy Industries Ltd. formam uma das primeiras joint ventures no Japão para incluir uma propriedade parcial dos E.U.A. A Caterpillar Mitsubishi Ltd. iniciou a produção em 1965, foi renomeada Shin Caterpillar Mitsubishi Ltd., e é hoje fabricante número dois de equipamentos para construção e mineração no Japão.
1981-83. A recessão mundial teve seu impacto sobre a Caterpillar, custando à empresa o equivalente a US$1 milhão por dia e forçando-a a reduzir drasticamente os níveis de emprego.
1983. A Caterpillar Leasing Company é expandida para oferecer opções de financiamento de equipamentos aos seus clientes em todo o mundo e é renomeada Caterpillar Financial Services Corporation.
1985-até hoje. A linha de produtos continuou a se diversificar para atender a uma variedade de necessidades dos clientes. Mais de 300 produtos são agora oferecidos, mais que o dobro do número em 1981.
1986. A Caterpillar Tractor Co. muda seu nome para Caterpillar Inc. - que reflete com mais exatidão a diversidade do crescimento da empresa.
1987. Um programa de modernização de fábrica de US$1,8 bilhão foi lançado para aperfeiçoar os processos de fabricação.
1990. A empresa descentralizou sua estrutura, reorganizou-se em unidades de negócios responsáveis pelo retorno sobre os ativos e a satisfação do cliente.
1997. A empresa continuou a se expandir, adquirindo a Perkins Engines sediada na Inglatera. Com a adição da alemã MaK Motoren no ano anterior, a Caterpillar se torna líder mundial na fabricação de motores diesel.
1998. O maior caminhão fora-de-estrada do mundo - o 797 - inicia suas atividades no Campo de provas da Caterpillar no estado de Arizona.
1999. A Caterpillar revela sua nova linha de equipamentos compactos para construção na CONEXPO, a maior feira de equipamentos para construção, em resposta às mudanças de necessidades dos clientes para equipamentos de construção menores, mais versáteis.
2000. A Caterpillar comemora seu 75º aniversário.
2001. A Caterpillar é a primeira empresa a lançar globalmente o 6 Sigma e fornecer benefícios no primeiro ano superiores aos seus custos de implementação.
2003. A Caterpillar se torna a primeira fabricante de motores a oferecer uma linha completa de motores diesel limpos modelo 2004 em total conformidade e certificados pela Agência de Proteção Ambiental (EPA) dos E.U.A. A tecnologia revolucionária de controle de emissões da Caterpillar, conhecida como ACERT®, é projetada para atender aos padrões EPA sem sacrificar o desempenho, a confiabilidade ou a economia de combustível.
quarta-feira, 6 de maio de 2009
MOTOR ASPIRADO, TURBINADO E INTERCULE
MOTOR ASPIRADO: DEPENDE SÓ DO AR QUE O FILTRO DE AR CONSEGUE PEGAR.
MOTOR ASPIRADO: 100CV, 1000LITROS DE AR E CHEGA A UMA TEMPERATURA DE 600 GRAUS.
MOTOR TURBINADO: CONSEGUE SUGAR MAIS AR QUE O ASPIRADO, ALMENTANDO ASSIM A POTÊNCIA DO MOTOR.
MOTOR TURBO:130CV, 1300 LITROS DE AR E CHEGA A UMA TEPERATURA DE 700 GRAUS.
MOTOR INTERCULADO: FAZ A MESMA FUNÇÃO QUE O TURBINADO. MAS COM UMA DIFERNÇA, ELE POSSUI UM RESFRIADOR DE AR. ELE MANDA A MESMA QUANTIDADE DE AR QUE O MOTOR TURBINADO, MAS O AR PASSA POR UM RESFRIADOR, E CONSEGUE PRODUZIR MAIS POTÊNCIA AO MOTOR.
MOTOR INTERCULADO;150CV, 1500 LITROS DE AR E CHEGA A UMA TEMPERATURA DE 800 GRAUS.
2500 DE ROTAÇÃO NO MOTOR, A TURBINA CHEGA DE 80 A 100 MIL DE ROTAÇÃO
MOTOR ASPIRADO: 100CV, 1000LITROS DE AR E CHEGA A UMA TEMPERATURA DE 600 GRAUS.
MOTOR TURBINADO: CONSEGUE SUGAR MAIS AR QUE O ASPIRADO, ALMENTANDO ASSIM A POTÊNCIA DO MOTOR.
MOTOR TURBO:130CV, 1300 LITROS DE AR E CHEGA A UMA TEPERATURA DE 700 GRAUS.
MOTOR INTERCULADO: FAZ A MESMA FUNÇÃO QUE O TURBINADO. MAS COM UMA DIFERNÇA, ELE POSSUI UM RESFRIADOR DE AR. ELE MANDA A MESMA QUANTIDADE DE AR QUE O MOTOR TURBINADO, MAS O AR PASSA POR UM RESFRIADOR, E CONSEGUE PRODUZIR MAIS POTÊNCIA AO MOTOR.
MOTOR INTERCULADO;150CV, 1500 LITROS DE AR E CHEGA A UMA TEMPERATURA DE 800 GRAUS.
2500 DE ROTAÇÃO NO MOTOR, A TURBINA CHEGA DE 80 A 100 MIL DE ROTAÇÃO
CORES DA FUMAÇA DOS MOTORES A DISEL
FUMAÇA PRETA: MUITO AR E POUCO COMBUSTIVEL. CAUSA: FILTRO DE AR SUJO, BICOS INJETORES DESRREGULADOS, BOMBA INJETORA COM PROBLEMA, JUNTA DO CABEÇOTE QUEIMADA, MARCHA INADQUADA, SOBRE CARGA.
FUMAÇA BRANCA: MUITO AR POUCO COMBUSTIVEL. CAUSA: SISTEMA DE COMBUSTIVEL COM PROBLEMA.
FUMAÇA AZUL: QUEIMA DE ÓLEO DO CARTER NA CÂMARA DE COMBUSTÃO. CAUSA: DESGASTE NOS ANÉIS DOS PISTÕES, CAMISAS DOS CILINDROS E GUIAS DE VALVULA.
FUMAÇA CINZA: CONDIÇÕES NORMAIS.
FUMAÇA BRANCA: MUITO AR POUCO COMBUSTIVEL. CAUSA: SISTEMA DE COMBUSTIVEL COM PROBLEMA.
FUMAÇA AZUL: QUEIMA DE ÓLEO DO CARTER NA CÂMARA DE COMBUSTÃO. CAUSA: DESGASTE NOS ANÉIS DOS PISTÕES, CAMISAS DOS CILINDROS E GUIAS DE VALVULA.
FUMAÇA CINZA: CONDIÇÕES NORMAIS.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO DE AR
O SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO DE AR POSSUI OS SEGUINTES COMPONENTES.
CARCAÇA
PRÉ PURIFICADOR OU CICLONIZADOR
ELEMENTO FILTRATE PRINCIPAL
ELEMENTO FILTRANTE SECUNDARIO VALULA DE DESCARGA
INDICADOR DE RESTRIÇÃO TUBULAÇÕES
CARCAÇA: ALOJA OS COMPONENTES DE FILTRAGEM.
PRÉ PURIFICADOR: É DO TIPO CICLONE E ESTÁ ALOJADO NA CARCAÇA OU INCORPORADO AO ELEMENTO FILTRATE PRINCIPAL, SUA FUNÇÃO É ELIMINAR AS PARTICOLAS MAIS PESADAS ATRAVÉS DA AÇÃO DA FOÇA CENTRIFUGA.
ELEMENTO FILTRANTE PRINCIPAL: É FEITO DE PAPEL POROSO ESPECIAL, FILTRA O AR IMPEDINDO A PASSAGEM DE ABRASIVOS.
ELEMENTO FILTRANTE SECUNDARIO: É CONSTITUIDO DE FELTRO E IMPEDE A PASSAGEM DE IMPUREZAS QUE NÃO FORAM RETIDAS PELO ELEMENTO FILTRANTE PRINCIPAL.
VALVULA DE DESCARGA: ESTÁ COLOCADO NA TAMPA DA CARCAÇA PERMITE O ESCOAMENTO DAS PARTICOLAS DE IMPUREZAS QUE ESTÃO DEPOSITADAS NA CARCAÇA DO CONJUNTO.
INDICADOR DE RESTRIÇÃO: FICA LOCALIZADO NO PAINEL DO TRATOR E AVISA A OBSTRUÇÃO DO FILTRO DE AR.
TUBULAÇÕES: SÃO OS ELEMENTOS UTILIZADOS PARA A CONDUÇÃO DO AR NO SISTEMA.
CARCAÇA
PRÉ PURIFICADOR OU CICLONIZADOR
ELEMENTO FILTRATE PRINCIPAL
ELEMENTO FILTRANTE SECUNDARIO VALULA DE DESCARGA
INDICADOR DE RESTRIÇÃO TUBULAÇÕES
CARCAÇA: ALOJA OS COMPONENTES DE FILTRAGEM.
PRÉ PURIFICADOR: É DO TIPO CICLONE E ESTÁ ALOJADO NA CARCAÇA OU INCORPORADO AO ELEMENTO FILTRATE PRINCIPAL, SUA FUNÇÃO É ELIMINAR AS PARTICOLAS MAIS PESADAS ATRAVÉS DA AÇÃO DA FOÇA CENTRIFUGA.
ELEMENTO FILTRANTE PRINCIPAL: É FEITO DE PAPEL POROSO ESPECIAL, FILTRA O AR IMPEDINDO A PASSAGEM DE ABRASIVOS.
ELEMENTO FILTRANTE SECUNDARIO: É CONSTITUIDO DE FELTRO E IMPEDE A PASSAGEM DE IMPUREZAS QUE NÃO FORAM RETIDAS PELO ELEMENTO FILTRANTE PRINCIPAL.
VALVULA DE DESCARGA: ESTÁ COLOCADO NA TAMPA DA CARCAÇA PERMITE O ESCOAMENTO DAS PARTICOLAS DE IMPUREZAS QUE ESTÃO DEPOSITADAS NA CARCAÇA DO CONJUNTO.
INDICADOR DE RESTRIÇÃO: FICA LOCALIZADO NO PAINEL DO TRATOR E AVISA A OBSTRUÇÃO DO FILTRO DE AR.
TUBULAÇÕES: SÃO OS ELEMENTOS UTILIZADOS PARA A CONDUÇÃO DO AR NO SISTEMA.
MOTOR
MOTOR É UM CONJUNTO MECÂNICO CAPAZ DE TRANSFORMAR ENERGIA TÉRMICA (ENERGIA DO CALOR) EM TRABALHO MECANICO.
OS MOTORES USASDO NOS TRATORES USAM COMO COMBUSTIVEL ÓLEO DIESEL. PARA QUE O MOTOR TENHA UMA COMBUSTÃO ADQUADA, É NECESSARIO TRÊS ELEMENTOS FUNDAMENTAIS: AR, COMBUSTIVEL E CALOR.
O MOTOR DIVIDE-SE EM TRÊS PARTES:1-) CABEÇOTE
2-) BLOCO
3-) CARTER
ADMISSÃO: É O TEMPO EM QUE OCORRE O PREENCHIMENTO DO CILINDRO COM AR ATMOSFÉRICO.
COMPRESSÃO: É O TEMPO ONDE O AR ADMITIDO NO TEMPO ANTERIOR É COMPRIMIDO. FASE EM QUE É FECHADA A VALVULA DE ADMISSÃO.
COMBUSTÃO: QUANDO A ÁRVORE DE MANIVELAS ESTIVER COMPLETANDO O CICLO DE COMPRESSÃO, É INJETADO NO CILINDRO ÓLEO DIESEL SOB PRESSÃO, TENDO INICIO O PROCESSO DE COMBUSTÃO DA MISTURA.
ESCAPE: TERMINA O CICLO DE COMBUSTÃO É ABERTO A VALVULA DE ESCAPE E POR INERCIA DO CONJUNTO ENTÃO SE EXPULSA OS GASES DA COMBUSTÃO.
OS MOTORES USASDO NOS TRATORES USAM COMO COMBUSTIVEL ÓLEO DIESEL. PARA QUE O MOTOR TENHA UMA COMBUSTÃO ADQUADA, É NECESSARIO TRÊS ELEMENTOS FUNDAMENTAIS: AR, COMBUSTIVEL E CALOR.
O MOTOR DIVIDE-SE EM TRÊS PARTES:1-) CABEÇOTE
2-) BLOCO
3-) CARTER
ADMISSÃO: É O TEMPO EM QUE OCORRE O PREENCHIMENTO DO CILINDRO COM AR ATMOSFÉRICO.
COMPRESSÃO: É O TEMPO ONDE O AR ADMITIDO NO TEMPO ANTERIOR É COMPRIMIDO. FASE EM QUE É FECHADA A VALVULA DE ADMISSÃO.
COMBUSTÃO: QUANDO A ÁRVORE DE MANIVELAS ESTIVER COMPLETANDO O CICLO DE COMPRESSÃO, É INJETADO NO CILINDRO ÓLEO DIESEL SOB PRESSÃO, TENDO INICIO O PROCESSO DE COMBUSTÃO DA MISTURA.
ESCAPE: TERMINA O CICLO DE COMBUSTÃO É ABERTO A VALVULA DE ESCAPE E POR INERCIA DO CONJUNTO ENTÃO SE EXPULSA OS GASES DA COMBUSTÃO.
CONCEITOS BÁSICOS DE UM TRATOR AGRICOLA
O TRATOR AGRICOLA É CONSTITUIDO BASICAMENTE DE MOTOR, TRANSMISSÃO, EMBREAGEM, CAIXA DE CAMBIO, DIFERNCIAL, TRANSMISSÃO FINAL FINAL, EIXO DIANTEIRO E SISTEMA HIDRAULICO.
sexta-feira, 1 de maio de 2009
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